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quinta-feira, 17 de abril de 2014

MÊS DE ABRIL DE 2014 ATÉ O DIA 15


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QUANDO OS ANJOS FALAM - DUBLADO- UMA LIÇÃO DE VIDA. FILME BELO

Eventos Finais - saiba o que está para acontecer - filme completo HQ (Al...

Membro do Fórum é homenageado pela Câmara Municipal


Irene Mello, coordenadora da Equipe de Resgate de Barra de São João, recebe Moção de Aplausos em nome do grupo

*
Gerson Vieira de Lima
A Dra. Irene Alves Mello, membro do Fórum Permanente da Agenda 21 pela Associação Agita Mulheres de Casimiro de Abreu, e também coordenadora da Equipe do Resgate de Barra de São João, recebeu, no mês de março, da Câmara Municipal de Casimiro de Abreu uma Moção de Aplausos, em nome de todo o grupo, pelos relevantes serviços prestados pela equipe.
O Resgate foi criado em 2009 e atende as rodovias e domicílios do distrito de Barra de São João até Rio Dourado. Atualmente a Equipe conta com coordenadora, enfermeiros, motoristas, comunicante, técnicos de enfermagem, grupo de moto batedores e AOSG .
No período de Junho a Dezembro de 2009 houve a preparação dos profissionais, e a Equipe de Resgate iniciou suas operações em Janeiro de 2010, tendo como Base o Ginásio Poliesportivo em Barra de São João. Hoje, a Equipe está baseada na Rodovia Amaral Peixoto, nº. 1141.
O Resgate já atuou em cerca de cinco mil ocorrências em vias públicas e em domicílios. Para oferecer um atendimento cada vez melhor à população, a coordenadora do Resgate exige que os profissionais façam cursos de aperfeiçoamento todos os anos.
O telefone para contato da Equipe de Resgate é 0800 021 5750. Anote este número e mantenha sempre visível.

*Coordenador do Fórum Permanente da Agenda 21 de Casimiro de Abreu
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terça-feira, 15 de abril de 2014

RADIO

  • A Voz Que Vem Do Alto

    • Rádio Novo Tempo

O GRANDE CONFLITO

  • O Grande Conflito (O Livro)

Açúcar e Demência


Altos níveis de glicose no sangue aumentam o envelhecimento do cérebro e o risco de doenças, aponta estudo.O envelhecimento da população transformou as demências em problema de saúde pública. As epidemias mundiais de obesidade e diabetes parecem aumentar a incidência de algumas formas de demência, embora os resultados dos estudos sejam muitas vezes controversos.
A relação entre as taxas de açúcar no sangue e o risco de desenvolver demência foi explorada num trabalho conjunto realizado nas Universidades de Washington e Harvard.
Pelo número de pessoas acompanhadas, a metodologia científica criteriosamente selecionada e a publicação em revista de grande impacto (The New England Journal of Medicine), essa pesquisa tem tido grande repercussão na literatura.
O estudo envolveu 1.228 mulheres e 839 homens com 65 anos de idade ou mais (média: 76 anos), sem sinais de demência, que faziam parte de uma coorte seguida pelo Adult Changes in Thought (ACT), no estado de Washington.
Os participantes retornavam a cada dois anos para testes de avaliação das habilidades cognitivas. Se o resultado mostrasse algum déficit, eram encaminhados para uma bateria de exames clínicos, laboratoriais e neuropsicológicos para afastar ou confirmar o diagnóstico de Alzheimer ou outro quadro demencial.
Os níveis de glicose no sangue foram recolhidos das sucessivas dosagens de glicemia e de hemoglobina glicada, realizadas pelos participantes a partir de 1988. As médias desses valores nos últimos cinco anos foram comparadas com as de períodos anteriores.
Para afastar a ingerência de outros fatores sabidamente envolvidos no risco de desenvolver demência, o grupo foi estratificado de acordo com a prática de atividade física, nível educacional, fumo, doença coronariana, doenças cerebrovasculares e hipertensão.
Nos cinco anos que precederam a avaliação, a média da glicemia de jejum dos participantes sem diabetes foi de 101 mg/dL, número que aumentou para 175 nos portadores de diabetes.
Em 6,8 anos – período médio de acompanhamento – ocorreram 524 casos de demência (25,4%), assim distribuídos: 450 entre os 1.724 sem diabetes (26,1%) e 74 entre os diabéticos (21,6%).
Entre os participantes sem diabetes o risco de demência aumentou à medida que os níveis de glicose no sangue aumentaram: entre aqueles com glicemia de jejum de 115 mg/dL houve 18% mais demências do que naqueles com glicemia igual a 100.
Entre os diabéticos, quanto mais alta a glicemia maior o número de demências. Aumentar a glicemia de 160 para 190 mg/dL fez aumentar 40% no risco de demência.
A conclusão dos autores é enfática: “Nesse estudo prospectivo, realizado na comunidade, verificamos que níveis mais altos de glicose estão associados a aumento do risco de demência, em populações com ou sem diabetes. Os dados sugerem que níveis mais elevados de glicose podem ter efeitos deletérios no cérebro que envelhece”.
Fartura à mesa, vida sedentária, obesidade, hipertensão arterial, diabetes, demência na velhice, será esse o destino implacável de nossa espécie?
Fonte: Carta Capital
Nota: Açúcar não é bom para o estômago. Causa fermentação, e isto obscurece o cérebro e ocasiona mau humor.
Em geral, usa-se demasiado açúcar no alimento. Bolos, pudins, massas folhadas, geléias e doces são causa ativa de má digestão. Especialmente nocivos são os cremes e pudins em que o leite, ovos e açúcar são os principais elementos. Deve-se evitar o uso abundante de leite e açúcar juntos.
O açúcar abarrota o organismo. Entrava o trabalho da máquina viva. (…)
Sento-me com freqüência à mesa de irmãos e irmãs, e vejo que eles usam grande quantidade de leite e açúcar. Isto sobrecarrega o organismo, irrita os órgãos digestivos, e afeta o cérebro. Tudo quanto embaraça o ativo funcionamento do maquinismo vivo, afeta muito diretamente o cérebro. E segundo a luz que me foi dada, o açúcar, quando usado abundantemente, é mais prejudicial que a carne. Estas mudanças devem ser feitas com prudência, e o assunto deve ser tratado de maneira calculada a não desgostar e suscitar preconceito às pessoas a quem queremos ensinar e ajudar.
Não devemos ser dominados para pôr na boca alimento que produza uma condição mórbida, por mais que dele gostemos. Por quê? – Porque somos propriedade de Deus. Tendes uma coroa a conquistar, um Céu a ganhar, um inferno a evitar. Então, por amor de Cristo, eu vos pergunto: Quereis ter diante de vós a luz brilhando em raios límpidos e distintos, e desviar-vos-eis dela então, dizendo: “Eu gosto disto, e gosto daquilo”? Deus concita cada um de vós a começar a planejar, a cooperar com Ele em Seu grande cuidado e amor, para elevar, enobrecer e santificar toda a alma, e corpo e espírito, a fim de sermos coobreiros de Deus. …
É melhor deixar em paz os doces. Deixai em paz aquelas sobremesas doces que são colocadas sobre a mesa. Não necessitais delas. Precisais de uma mente clara para pensar segundo a vontade de Deus. [...]
Não poucos entre os nossos, necessitam instrução acerca dos princípios da reforma de saúde. Há várias preparações inventadas por fabricantes de alimentos saudáveis, e recomendadas como perfeitamente inofensivas; tenho, porém, testemunho diverso a apresentar a esse respeito. Elas não são verdadeiramente saudáveis, e seu uso não deve ser estimulado. Precisamos apegar-nos mais estritamente a um regime simples de frutas, nozes, cereais e verduras. 

segunda-feira, 14 de abril de 2014

PREFEITO EMPREENDEDOR - CASIMIRO DE ABREU

Já ganhamos dois até agora.Primeiro lugar Destaque Temático Pequenos Negócios no Campo e terceiro lugar Melhor Projeto geral.

A Cultura Da Morte Por Todos Os Lados

Fui comprar o material escolar das minhas filhas e fiquei espantado com a quantidade de produtos com temáticas relacionadas a zumbis, vampiros, múmias, caveiras, enfim, à morte. Em videogames, filmes, seriados e novelas, isso não é novidade. Os mortos e os “espíritos” ganharam as telas faz algum tempo. Mas há não muitos anos, as capas de cadernos eram estampadas com imagens da natureza, de personagens de desenhos animados, atores e atrizes, animaizinhos e coisas afins. Nos meus tempos de criança, zumbis sanguinolentos em capa de caderno ou em estojos seria algo, no mínimo, macabro. Mas as crianças foram sendo acostumadas aos poucos a esse tipo de conteúdo (com a grande colaboração recente das tais Monster High), de forma que, hoje, tratam o tema da vida após a morte, do ocultismo e da bruxaria como brincadeira inocente. Mas não é. A mentira da imortalidade incondicional teve início no Jardim do Éden, quando Lúcifer disse aos primeiros seres humanos que, independentemente do que eles fizessem, continuariam vivos (saiba mais sobre esse assunto aqui). A ideia básica é a de que as pessoas seriam imortais (ou teriam dentro delas uma entidade/essência imortal), mesmo que “desconectadas” da fonte da vida: Deus. E é aí que está o perigo. Desconectados dEle, não temos vida. E como os mortos não podem participar do mundo dos vivos, pois estão inconscientes, num estado de não existência, os que querem se passar por mortos-vivos não são humanos, são anjos caídos, demônios cujo objetivo é justamente afastar as pessoas de Deus. E nesse propósito vale tudo, até usar capas de cadernos.
Outro dia, minha amiga e colega jornalista Marcia Ebinger me disse que viu num aeroporto um livro intitulado Diário de um Vampiro Banana – Porque os mortos também têm sentimentos[!]. Uma das temáticas desse livro que embarca num sucesso literário recente é a seguinte: a frustração por ter toda a eternidade “entediante” pela frente. Que coisa, não?! A verdade é que os mortos não têm sentimentos (confira), mas o que fingem ser mortos brincam com os sentimentos dos vivos.
A eternidade com Deus será tudo, menos entediante. E a vida após a morte não tem nada a ver com zumbis, fantasmas, múmias. A vida após a morte depende de nossas escolhas em vida, e será aquilo que escolhermos: vida eterna ou morte eterna. Simples assim.

Libertinagem Sexual Perde Freios Entre As Mulheres

Que o mundo há tempo tem tomado uma postura decadente na área sexual, até os pornográficos e viciados em imoralidade sabem disto. Um dia desses li a entrevista de um apresentador de programa que não possui exemplos morais e tem sido uma influência muito forte para a decadência da família e do bom costume afirmar que, mesmo ele, se sente surpreendido com o nível em que as coisas chegaram no mundo atual ao que diz respeito a fidelidade e sexualidade. Portanto, se até as pessoas que fazem parte desta muvuca depravada estão se assustando, quem dirá nós! Portanto, todos, eu disse exatamente todos, não são inocentes diante das escolhas inconsequentes em que estão envolvidos na proliferação do caos sexual e de infidelidades que já chegaram ao pícaro do ridículo.
A razão deste post é referente a matéria que saiu no IG a respeito da pesquisa que aponta sexo casual sem fronteiras por parte agora das mulheres. Incrível como as coisas andam ainda de mal a pior (e eu que imaginava que o pior já havia sido alcançado), pois, o descambo desta vez paira sobre as mulheres. Claro que, a matéria já reflete o que nós já sabíamos, que a libertinagem embora fosse mais comum entre os homens, as mulheres, em algum momento da história, seria levada pelo mesmo sentimento de despudor.
Isto mesmo, logo a mulher que é tão sonhadora e repleta de valores psicológicos que a inseri na redoma da construção familiar. Logo ela que busca realização em construir a sua família, ter o seu marido, os seus filhos e sua própria casa!!! Incrível como o pecado tem conseguido destruir esta estrutura psíquica na mulher. Incrível como tudo na mente humana pode ser praticamente reformatado. Incrível  como a mente humana pode se ajustar mesmo a uma vida sem valores, sem princípios, sem pudor, sem vergonha, sem bons costumes, sem bons exemplos.
No entanto, embora tenhamos liberdade para permitir tal formatação é importante estar ciente que, seremos escravos das consequências. Por esta razão entre outras é que nenhum ser humano tem sido mais afetado por todas estas mudanças do que as mulheres. Pesquisas revelam que vivemos na geração dos antidepressivos, e os maiores consumidores deste tipo de medicamente são exatamente as mulheres. Os consultórios psicológicos estão lotados de pessoas, especialmente de mulheres.
São inúmeras as pesquisas nos grandes veículos de comunicação que enumeram o quanto as mulheres têm entrado em colapso por causa de sonhos desfeitos e despedaçados devido a uma vida liberal e de sexo casual, sem compromisso e fora do casamento. Mesmo Camila Paglia, que fora membro do movimento feminista, reconheceu dias anteriores que o feminismo e toda a liberdade supra reivindicada foi um tiro no pé para o sexo feminino. Ela reconheceu que a extensão da felicidade da mulher depende especificamente dos sonhos um dia acalentados pela própria essência do que é a mulher – os que emolduram os valores de uma vida construída nos alicerces da família – de ter um esposo e filhos em detrimento de uma vida sem restrição e sem valores.
Mas, o que mais me chamou a atenção foi a conclusão da matéria do IG, que uma curiosidade é a incidência de fantasias sexuais com personalidades da televisão brasileira. Atrizes como Bruna Marquezine (33,9%), Isis Valverde (28,6%) e a apresentadora Sabrina Sato (25,3%) dominam os pensamentos dos homens. No imaginário feminino, os protagonistas são: Malvino Salvador (33,3%), Gabriel Braga Nunes (27,7%), Caio Castro (25%) e o cantor Luan Santana (13,8%).
Amigos, sabe o que isto significa? Aqueles atores e atrizes com seus corpos sensuais caprichados pelo PHOTOSHOP televisivo têm sido também os principais atores das fantasias sexuais de muitos homens e mulheres que não pulam a cerca, pelo menos no mundo real. Em outras palavras, para ser mais claro, muitas mulheres e homens, mesmo dentre os casados, quando estão na sua mais pura e inocente intimidade com seu esposo ou esposa, na verdade, embora fisicamente com o seu parceiro, mentalmente estão muito distantes. A sensualidade destes atores de novelas e filmes está invadindo a mente dos que lhes dão a devida atenção. Percebe a razão de tanto combatermos o entretenimento visual televisivo?
Entendem porque a briga de, entre frequentar um cinema ou trazê-lo para dentro de casa, acabam redundando no mesmo problema? Como é possível vencer os hábitos de pensamentos impuros se, até mesmo os mais inocentes filmes são capazes de encher nossas mentes de areias movediças? Particularmente ainda vejo perigo na maioria dos filmes criados pelos mercadores da mídia. Vejo claramente, mesmo de forma latente, em seu conteúdo, as doutrinas de Satanás infiltradas na maioria destes entretenimentos. Satanás sabe o quão frágil se tornou a mente humana diante de seus assaltos e ele entende bem que não precisamos assistir um filme todo picante, basta um pequeno tempero, um quase nada, para manchar a possibilidade de nossa mente se tornar pura.
Abram os olhos amigos, podemos estar tão bem acostumados com o mal que acabamos sendo incapazes de observá-lo ao nosso redor, ou melhor, em nós. Em nossos dias o mal tem ganhado fama de passivo e que uma pequena dosagem dele não é capaz de corromper os bons costumes. Afinal, ninguém é perfeito mesmo!!!!! Parece que o importante não é mais examinar as escrituras, mas, examinai o coração, se ele disser tudo bem, então, TUDO BEM, o resto? Bom, o resto é farisaísmo de quem é supostamente anti-social. Neste caso, acho que Paulo se enquadra nesta categoria, pois assim ele afirmou: “Finalmente irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento.” (Fl 4:8).
Obs: Este tipo de pesquisa não reflete a sociedade feminina como um todo, pois, quem entra neste tipo de aplicativo é exatamente àqueles (as) que possuem costumes e valores duvidosos. Uma mulher de princípios e costumes devidamente coerentes jamais entram em sites de relacionamento casual. Portanto a pesquisa é completamente tendenciosa e não deve ser considerada científica ou, no mínimo, coesa com a realidade. De qualquer forma ela revela uma tendência a curto ou longo prazo do nível de decadência na sociedade.

Açúcar e Demência

Altos níveis de glicose no sangue aumentam o envelhecimento do cérebro e o risco de doenças, aponta estudo.
O envelhecimento da população transformou as demências em problema de saúde pública. As epidemias mundiais de obesidade e diabetes parecem aumentar a incidência de algumas formas de demência, embora os resultados dos estudos sejam muitas vezes controversos.
A relação entre as taxas de açúcar no sangue e o risco de desenvolver demência foi explorada num trabalho conjunto realizado nas Universidades de Washington e Harvard.
Pelo número de pessoas acompanhadas, a metodologia científica criteriosamente selecionada e a publicação em revista de grande impacto (The New England Journal of Medicine), essa pesquisa tem tido grande repercussão na literatura.
O estudo envolveu 1.228 mulheres e 839 homens com 65 anos de idade ou mais (média: 76 anos), sem sinais de demência, que faziam parte de uma coorte seguida pelo Adult Changes in Thought (ACT), no estado de Washington.
Os participantes retornavam a cada dois anos para testes de avaliação das habilidades cognitivas. Se o resultado mostrasse algum déficit, eram encaminhados para uma bateria de exames clínicos, laboratoriais e neuropsicológicos para afastar ou confirmar o diagnóstico de Alzheimer ou outro quadro demencial.
Os níveis de glicose no sangue foram recolhidos das sucessivas dosagens de glicemia e de hemoglobina glicada, realizadas pelos participantes a partir de 1988. As médias desses valores nos últimos cinco anos foram comparadas com as de períodos anteriores.
Para afastar a ingerência de outros fatores sabidamente envolvidos no risco de desenvolver demência, o grupo foi estratificado de acordo com a prática de atividade física, nível educacional, fumo, doença coronariana, doenças cerebrovasculares e hipertensão.
Nos cinco anos que precederam a avaliação, a média da glicemia de jejum dos participantes sem diabetes foi de 101 mg/dL, número que aumentou para 175 nos portadores de diabetes.
Em 6,8 anos – período médio de acompanhamento – ocorreram 524 casos de demência (25,4%), assim distribuídos: 450 entre os 1.724 sem diabetes (26,1%) e 74 entre os diabéticos (21,6%).
Entre os participantes sem diabetes o risco de demência aumentou à medida que os níveis de glicose no sangue aumentaram: entre aqueles com glicemia de jejum de 115 mg/dL houve 18% mais demências do que naqueles com glicemia igual a 100.
Entre os diabéticos, quanto mais alta a glicemia maior o número de demências. Aumentar a glicemia de 160 para 190 mg/dL fez aumentar 40% no risco de demência.
A conclusão dos autores é enfática: “Nesse estudo prospectivo, realizado na comunidade, verificamos que níveis mais altos de glicose estão associados a aumento do risco de demência, em populações com ou sem diabetes. Os dados sugerem que níveis mais elevados de glicose podem ter efeitos deletérios no cérebro que envelhece”.
Fartura à mesa, vida sedentária, obesidade, hipertensão arterial, diabetes, demência na velhice, será esse o destino implacável de nossa espécie?
Fonte: Carta Capital
Nota: Açúcar não é bom para o estômago. Causa fermentação, e isto obscurece o cérebro e ocasiona mau humor.
Em geral, usa-se demasiado açúcar no alimento. Bolos, pudins, massas folhadas, geléias e doces são causa ativa de má digestão. Especialmente nocivos são os cremes e pudins em que o leite, ovos e açúcar são os principais elementos. Deve-se evitar o uso abundante de leite e açúcar juntos.
O açúcar abarrota o organismo. Entrava o trabalho da máquina viva. (…)
Sento-me com freqüência à mesa de irmãos e irmãs, e vejo que eles usam grande quantidade de leite e açúcar. Isto sobrecarrega o organismo, irrita os órgãos digestivos, e afeta o cérebro. Tudo quanto embaraça o ativo funcionamento do maquinismo vivo, afeta muito diretamente o cérebro. E segundo a luz que me foi dada, o açúcar, quando usado abundantemente, é mais prejudicial que a carne. Estas mudanças devem ser feitas com prudência, e o assunto deve ser tratado de maneira calculada a não desgostar e suscitar preconceito às pessoas a quem queremos ensinar e ajudar.
Não devemos ser dominados para pôr na boca alimento que produza uma condição mórbida, por mais que dele gostemos. Por quê? – Porque somos propriedade de Deus. Tendes uma coroa a conquistar, um Céu a ganhar, um inferno a evitar. Então, por amor de Cristo, eu vos pergunto: Quereis ter diante de vós a luz brilhando em raios límpidos e distintos, e desviar-vos-eis dela então, dizendo: “Eu gosto disto, e gosto daquilo”? Deus concita cada um de vós a começar a planejar, a cooperar com Ele em Seu grande cuidado e amor, para elevar, enobrecer e santificar toda a alma, e corpo e espírito, a fim de sermos coobreiros de Deus. …
É melhor deixar em paz os doces. Deixai em paz aquelas sobremesas doces que são colocadas sobre a mesa. Não necessitais delas. Precisais de uma mente clara para pensar segundo a vontade de Deus. [...]
Não poucos entre os nossos, necessitam instrução acerca dos princípios da reforma de saúde. Há várias preparações inventadas por fabricantes de alimentos saudáveis, e recomendadas como perfeitamente inofensivas; tenho, porém, testemunho diverso a apresentar a esse respeito. Elas não são verdadeiramente saudáveis, e seu uso não deve ser estimulado. Precisamos apegar-nos mais estritamente a um regime simples de frutas, nozes, cereais e verduras. - Conselhos Sobre o Regime Alimentar (pág. 327-330)

sábado, 12 de abril de 2014

O Pastor Que Rasgou O Livro

[No dia 1º de março, o pastor e doutor Horne Silva apresentou no Unasp, campus São Paulo, um sermão que causou polêmica nas redes sociais porque alguém filmou apenas uma pequena parte da mensagem e a postou no Facebook. Nessa parte do sermão, o pastor Horne, para causar impacto, rasgou algumas páginas do livro Música, de Ellen White, alegando que não eram necessários aqueles conselhos, uma vez que quase ninguém parece dar-lhes atenção. Foi o suficiente para causar uma polarização. De um lado, houve quem aplaudisse a atitude corajosa do pregador; de outro, houve quem o acusasse de fanático, extremista e exagerado. Infelizmente, houve até atitudes desrespeitosas com um pastor que tem PhD em teologia e que lecionou por muitos anos para muitos pastores que hoje trabalham na obra adventista. Não se trata de “pegação no pé” dos músicos (tão importantes que são para a igreja), já que vêm sendo feitas críticas também às mensagens sem “substância teológica” que estão sendo apresentadas em muitos púlpitos. Talvez, justamente por isso, estejamos vendo uma mudança significativa em certos aspectos do louvor praticado nas igrejas adventistas. Estamos estudando o assunto ou o que mais conta é o nosso gosto? Preocupamo-nos com a preferência do Ser adorado ou levamos em conta apenas a nossa preferência? O pastor Horne não é um irresponsável. Como pregador, ele quis usar um recurso impactante para despertar a reflexão em torno de um assunto delicado. Talvez esses que o criticaram de modo agressivo fizessem o mesmo ao ver Isaías profetizando nu ou ao contemplar Moisés despedaçando as tábuas de pedra escritas pelo dedo de Deus - ou quem sabe eles mesmos rasgassem os livros de Ellen White, se isso não fosse visto como "politicamente incorreto". Abaixo, está o sermão completo do pastor Horne, que publico aqui a pedido. Ele me disse o seguinte: “O que fiz foi consciente e contristado porque não estamos dando a Deus a música que Ele merece.” O uso extensivo que ele faz de textos de Ellen White se deve ao fato de que o destinatário de sua mensagem é a Igreja Adventista. Leia e tire suas conclusões.
O ser humano normal, em âmbito intelectual, moral e espiritual, sabe e sente que há um Ser superior, um Criador de todas as coisas. Esse homem (sentido genérico) sente a necessidade de reverenciar e prestar um culto de adoração a Deus. No Salmo 42:2, Davi diz que sua “alma tem sede de Deus”. Todos nós cristãos participamos desse sentimento de Davi e podemos dizer com ele: “Alegrei-me quando me disseram: Vamos à casa do Senhor.” Vamos à casa do Senhor para quê? Para prestar-Lhe culto. Mas o que é culto? Jesus, falando à mulher samaritana, disse: “Mas vem a hora, e já chegou, quando os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque são estes que o Pai procura para Seus adoradores. Deus é espírito; e importa que os Seus adoradores O adorem em espírito e em verdade” (João 4:23, 24). Gosto disto aqui: “Os verdadeiros adoradores adorarão o Pai.”
E, então, o que é um culto? É adoração a Deus. Ok. Está claro, mas por que vou adorar a Deus? Adoro a Deus em virtude do que Ele é. Todavia, tudo que sei a respeito de Deus foi o que Jesus disse: “Quem vê a Mim, vê o Pai” (Jo 14:9). Quer dizer que quem quer conhecer a Deus tem que ver Jesus. Mas quem é Jesus? Jesus é o Senhor, é o Deus do Antigo Testamento que Se encarnou tornando-Se homem. Que ressuscitou e hoje está nos Céus e intercede por nós, para nos salvar.
Segundo Hebreus 1:1, 2, esse Jesus é o Criador de todas as coisas; Ele é onipotente, onisciente, onipresente; Ele é o grande El Shadday, o mistério dos mistérios, o Deus de amor.
Bom, já que eu sei o que é Deus e quem Ele é, como posso prestar honra a esse Deus? Como posso homenagear esse Deus? Prestando-Lhe um culto. O problema é que nossa geração está perdendo o senso do que é Deus e da Sua presença. Hoje, a criatura quer assumir o papel do Criador. Estão dizendo que “deus está dentro de você mesmo”. “Adore você mesmo.” Nossa geração está, literalmente, rejeitando a Deus. É por isso que vemos em nossos cultos a prática de uma adoração que busca o prazer para os adoradores, fazendo do culto um espetáculo, um show para agradar às pessoas.
Ivan Espíndola de Ávila, pastor evangélico ex-presidente da Sociedade Bíblica do Brasil, diz: “O púlpito esvaziou-se, e os pastores, que não têm mais mensagem que falem ao coração do rebanho, gostam de dizer que não são mais pregadores e, sim, comunicadores. A tribuna sagrada foi substituída pela plataforma, em que se apresentam conjuntos musicais estridentes, alheios à noção do sagrado. Os cultos têm aspecto de shows, e a mensagem foi sorrateiramente eliminada. Há sobra de ruído e carência de verdadeira comunhão.”
Em 1984, publiquei um livro de 389 páginas intitulado Culto e Adoração. Já faz 30 anos desde sua publicação – e o culto mudou, mas não foi para melhor. Poderíamos gastar muito tempo analisando as diferentes partes do culto, mas não temos tempo para isso. Quero falar sobre um aspecto do culto que está se tornando a parte principal da adoração: a música. Sutilmente, o tipo de música que usamos na igreja está mudando e afetando a liturgia. Os ouvintes não têm paciência e preparo para ouvir um sermão expositivo ou doutrinário, uma boa pregação. Eles querem mensagens leves, com forte apelo emocional. O pregador é mais um narrador, um comunicador falando numa entonação e linguagem melosa.
Como Igreja Adventista temos uma orientação para a música apropriada para o culto? Temos. Ótimo, problema resolvido. Não, não está resolvido, porque não seguimos a orientação que temos. Veja o que diz o Manual da Igreja, p. 151: “Toda melodia que partilhe da natureza dojazzrock ou formas híbridas relacionadas, ou toda linguagem que expresse sentimentos tolos ou triviais, serão evitadas.”
Veja aqui o que diz a Lição da Escola Sabatina do 3º trimestre de 2011, p. 73: “É difícil dizer a diferença entre o que está sendo tocado na igreja e o que está sendo tocado como música secular (porque, francamente, não há diferença).”
Será que não sabemos discernir que o sagrado vem de cima e o profano vem de baixo? Que essa “música gospel” é um engodo do diabo? Será que Igreja Adventista tem uma clara e segura orientação de Deus?
 No livro Música, de Ellen G. White [que não contem tudo o que ela fala sobre o assunto], o então diretor do Centro de Pesquisas Ellen G. White, Alberto Ronald Timm, diz o seguinte: “São orientações de Deus, extraídas dos escritos de Ellen G. White por seu neto Arthur White, a pedido da Associação Geral” (p. 7). Vejamos algumas dessas orientações de Deus:
“Não é o cantar forte que é necessário, mas a entonação clara, a pronúncia correta e a expressão vocal distinta” (p. 24). “Pode-se fazer grande aperfeiçoamento no cantar. Pensam alguns que, quanto mais alto cantarem, tanto mais música fazem; barulho, porém, não é música. O bom canto é como a música dos pássaros – suave e melodioso. Tenho ouvido em algumas de nossas igrejas solos completamente inadequados ao culto na casa do Senhor. As notas prolongadas e os floreios, comuns nas óperas, não agradam aos anjos” (p. 25, 26).
“Os que fazem do canto uma parte do culto divino, devem escolher hinos com música apropriada para a ocasião, não notas de funeral, porém melodias alegres e todavia solenes. A voz pode e deve ser modulada, suavizada e dominada” (p. 30).
“Quão impróprias essas vozes agudas, estridentes, para o solene e jubiloso culto de Deus! Desejo tapar os ouvidos, ou fugir do lugar, e regozijo-me ao findar o penoso exercício” (p. 32).
“Vi que todos devem cantar com o espírito e também com entendimento (1Co 14:15.) Deus não Se agrada de barulho e desarmonia… E quanto mais perto puder chegar o povo de Deus do canto correto, harmonioso, tanto mais será Ele glorificado, a igreja beneficiada e os incrédulos impressionados favoravelmente” (p. 32, 33).
“…e quando chegam a uma nota alta, fica impossível de ouvir qualquer palavra da congregação em seu canto, nem ouvir outra coisa, a não ser grunhidos parecidos com os que são emitidos por deficientes mentais” (p. 36, 37).
“Eles gritavam e cantavam suas canções até que se tornavam realmente histéricos” (p. 37).
“A verdade para este tempo não necessita disso para conseguir a conversão de pessoas. Uma balbúrdia de barulho fere os sentidos e perverte aquilo que, se devidamente dirigido, seria uma bênção” (p 39).
“Por essas coisas os incrédulos são levados a pensar que os adventistas do sétimo dia são um bando de fanáticos” (p. 42).
“Canções frívolas e partituras de músicas populares de sucesso parecem estar de acordo com seu gosto” (p. 48).
“A movimentação física no cantar é de pouco proveito. Tudo que de algum modo está ligado ao culto religioso deve ser elevado, solene e impressivo” (p. 64, 66).
“Notas ásperas e gesticulações exageradas não são exibidas entre os componentes do coro angelical. O cântico deles não irrita os ouvidos. É suave e melodioso, e ocorre sem esse grande esforço que tenho testemunhado. Não é algo forçado, que requer muito esforço físico” (p. 67).
Convido os meus ouvintes a que, se possível, leiam o contexto e vejam os princípios que Ellen G. White traz para a igreja. Agora, e a Bíblia? Não fala nada? Não precisa falar muito para incluir tudo que é certo e errado quanto à música. Vamos ler Amós 5:23, que diz: “Afasta de Mim o estrépito dos teus cânticos; porque não ouvirei as melodias das tuas liras.” A Bíblia na Linguagem de Hoje é mais clara: “Parem com o barulho das suas canções religiosas; não quero mais ouvir a música de harpas.” E a Bíblia Viva é ainda mais enfática: “Acabem com esse barulho das suas canções; eles são um barulho que incomoda Meus ouvidos. Não ouvirei suas músicas, por mais belas que sejam.”
Ao profeta Ezequiel Deus disse: “Ao Meu povo ensinarão a distinguir entre o santo e o profano, e o farão discernir entre o imundo e o limpo” (Ez 44:23). Espere! Vamos com calma. Estamos vivendo numa nova era. Temos que levar em consideração a cultura. Cultura? Consideremos o seguinte:
1. Que tal se disséssemos aos europeus que no Brasil adoramos a Deus ao som de samba, frevo, forró, pagode ou axé? Esses são ritmos mais relacionados com a cultura brasileira. E não o rock, o blues, o jazzswing da música gospel.
2. O que você vai fazer com a Bíblia? Ela está cheia de cultura, e cultura milenar. E ainda oriental. E os livros da senhora Ellen G. White, escritos há mais de cem anos? O Deus que eu adoro e o Deus que a Igreja Adventista adora é um Deus que está além da cultura; Ele não muda. “Ele é o mesmo ontem, hoje e eternamente” (Hb 13:8).
O problema é que a igreja quer se tornar como o mundo, com a desculpa de trazer os que estão fora, no mundo. Mas com isso ela está se “mundanizando”, secularizando.
Kenneth Wood foi professor, escritor e diretor do Centro White por 28 anos. Ele diz categoricamente: “A igreja nunca presta um serviço ao pecador comprometendo-se com o mundo. É melhor que os não regenerados permaneçam fora da igreja até que se submetam aos princípios da igreja, do que ela [a igreja] se tornar semelhante ao mundo, alistando como membros aqueles que desejam trazer suas normas, seus costumes e gostos.”
O pastor Ted Wilson, presidente mundial da Igreja Adventista, falando para a América do Sul, disse que “o avanço do mundanismo em muitas de nossas igrejas é alarmante”. É claro que é alarmante. No entanto, devemos ter equilíbrio. Equilíbrio em quê? Equilíbrio entre o sacro e o secular? Entre o santo e o profano? Existe equilíbrio entre o “assim diz o Senhor” e o coração enganoso do homem? “Que comunhão pode ter a luz com as trevas”? (2Co 6:14). Equilíbrio entre nossas convicções pessoais e a orientação divina? Salvação não é questão de equilíbrio, mas de fé e santificação. O que devemos fazer?
Tenho conhecimento e vivência para mostrar o problema e dar a solução. Mas prefiro que Ellen White nos diga o que devemos fazer, numa citação que não está no seu livro Música. Depois de escrever um capítulo inteiro sobre diversos aspectos da música, ela termina dizendo que “há uma obra a fazer: remover o lixo [rubbish] que se tem trazido para dentro da igreja” (Evangelismo, p 512).  Precisa ser mais claro? Quem vai fazer isso? Eu tenho a resposta. Mas quero deixar para um homem de Deus responder, na pergunta que o pastor Kenneth Wood faz: “Tornar-se-á a música do mundo música da igreja? A resposta cabe aos responsáveis pela liderança da igreja nestes tempos solenes, e aos que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela (Ez 9:4).”
Ó, Senhor! Tenha misericórdia de nós. Perdoa a nossa maneira indevida de Te adorarmos. Ajuda-nos a aprendermos a Te adorar na beleza da Tua santidade. Que o nosso culto e a nossa música sejam para Tua honra e glória. Amém!