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segunda-feira, 18 de maio de 2015

Estupro coletivo em ônibus causa comoção na Índia

Manifestantes e políticos opositores pressionam governo, que anuncia medidas para aumentar segurança de mulheres.

Um caso de estupro coletivo dentro de um ônibus na capital indiana, Nova Délhi, vem provocando comoção no país. A vítima foi uma estudante de 23 anos, que está internada em estado grave desde o incidente, no domingo (16).
Cinco passageiros, incluindo o motorista do ônibus no qual ocorreu o ataque, foram presos. A polícia diz estar procurando ainda mais uma suspeito. A estudante de medicina e um amigo do sexo masculino que a acompanhava teriam sido atacados também com barras de ferro antes de serem jogados para fora do ônibus.

AP
Mulheres fazem protesto em frente à casa da chefe de governo do Estado Sheila Dikshit em Nova Délhi, Índia


Jatos de água
Nesta quarta-feira, um grande protesto em Nova Délhi pedindo punições fortes contra os estupradores foi dispersado pela polícia com jatos de água após manifestantes tentarem derrubar barreiras de metal em frente à casa da chefe de governo da capital, Sheila Dikshit.
Em outras partes da cidade, grupos de estudantes universitários montaram barricadas para protestar contra as autoridades. Em resposta aos protestos, o governo anunciou uma série de medidas para tentar aumentar a segurança para mulheres na cidade.
Na noite de terça-feira (18), a líder do majoritário Partido do Congresso, Sonia Gandhi, visitou o hospital no qual a estudante atacada está internada. Ela disse posteriormente que "as medidas mais estritas possíveis" devem ser tomadas para prevenir tais incidentes.
Pressão
O governo vem sofrendo grande pressão de membros da oposição, de estudantes e de grupos ativistas pelos direitos das mulheres, que acusam as autoridades de não fazer o suficiente para combater os crimes contra as mulheres.

Nesta quarta (19), deputadas do partido opositor Bharatiya Janata (BJP) também realizaram um protesto em frente ao Parlamento, enquanto centenas de ativistas e estudantes gritavam palavras de ordem em frente ao quartel-general da polícia de Nova Délhi.
Pressionado pela oposição, o ministro do Interior, Sushil Kumar, fez nesta quarta um pronunciamento sobre o caso pela segunda vez em dois dias. Shinde disse que colocará mais patrulhas policiais noturnas e que todos os motoristas de ônibus e seus auxiliares serão submetidos a checagens.
Ele também afirmou que ônibus com janelas escurecidas e cortinas - como o veículo onde ocorreu o estupro no domingo - serão confiscados.

Condenado à morte por estupro coletivo na Índia culpa mulher por crime

Estudante indiana foi estuprada por cinco homens em ônibus em Nova Déli e morreu devido a ferimentos gravíssimos

Em 2012, uma estudante indiana foi estuprada em um ônibus em Nova Déli e morreu devido a ferimentos internos gravíssimos. A produtora Leslee Udwin conversou com um dos estupradores que foi condenado à morte e com os advogados de defesa, para um documentário sobre o caso que será transmitido nesta semana pela BBC na Grã-Bretanha.
No dia 16 de dezembro de 2012, uma mulher de 23 anos foi assistir ao filme As Aventuras de Pi com um amigo. Às 20h30, eles entraram em um ônibus que estava fora de operação, e outras seis pessoas estavam no veículo: cinco homens e um jovem.
Os homens espancaram o amigo e cada um estuprou a mulher, agredindo-a em seguida com um instrumento de ferro.
Mukesh Singh foi um dos entrevistados para documentário sobre o caso de estupro ocorrido em 2012 na Índia
BBC
Mukesh Singh foi um dos entrevistados para documentário sobre o caso de estupro ocorrido em 2012 na Índia

Os detalhes terríveis do estupro me levaram a acreditar que encontraria monstros, loucos, psicopatas. A verdade era ainda mais assustadora: os perpetradores eram homens comuns, aparentemente normais.
Mukesh Singh, o motorista do ônibus, descreveu cada detalhe do que aconteceu durante e depois do estupro. Enquanto os promotores afirmam que todos os homens se revezaram e estupraram a jovem, Singh afirma que não participou e ficou no volante do ônibus o tempo todo.
E ele culpa a vítima.
A desigualdade de gênero é o tumor primário e o estupro, tráfico de mulheres, casamento de crianças, aborto de fetos de meninas, crimes de honra e assim por diante, são as metástasesLeslee Udwin, produtora de documentário sobre estupros na Índia
"Uma garota decente não estaria perambulando por aí às nove da noite. Uma garota é muito mais responsável por um estupro do que um garoto", disse.
"Trabalho de casa, serviço doméstico é para garotas, não (é) perambular em clubes e bares à noite fazendo coisas erradas, usando roupas erradas. Cerca de 20% das garotas são boas."
Para Singh, as pessoas "tinham o direito de ensinar uma lição a ela" e a mulher precisa aguentar isto.
"Quando está sendo estuprada, ela não deve lutar. Ela deve apenas ficar em silêncio e permitir o estupro. Então, eles teriam deixado ela depois (do estupro) e apenas teriam espancado o menino", afirmou.
"A pena de morte vai tornar as coisas ainda mais perigosas para as garotas. Agora, quando eles estupram, eles não vão deixar a garota como nós fizemos. Eles vão matá-la. Antes, eles estuprariam e diriam: 'deixa ela, ela não vai contar para ninguém'. Agora, quando eles estuprarem, especialmente os tipos criminosos, eles vão matar a garota. Morte."
Eu tinha em mãos a longa lista dos ferimentos inflingidos à vítima e li a para Singh, esperando algum tipo de arrependimento. Mas não houve nada.
Sintomas, e não a doença
Estupro e morte de jovem desencadeou onda de protestos em várias cidades da Índia
Seria mais fácil entender esse crime hediondo se os responsáveis fossem monstros, maçãs podres, aberrações da natureza.
Para mim, a verdade não poderia estar mais longe disso, e talvez a pena de morte por enforcamento à qual os acusados foram sentenciados até mascare o problema real, que é: estes homens não são a doença, eles são os sintomas.
Um dos homens que entrevistei, Gaurav, havia estuprado uma menina de cinco anos. Passei três horas gravando a entrevista enquanto ele contava com detalhes explícitos como abafou os gritos da criança cobrindo o rosto dela com a mão.
Durante a entrevista, ele estava sentado e tinha um meio sorriso na boca. Talvez um pouco de nervosismo na presença de uma câmera. Em um momento, pedi para que ele me mostrasse a altura da menina e ele se levantou para indicar que ela era da altura de seus joelhos.
Quando perguntei como ele conseguiu cruzar o limite entre imaginar o que queria fazer e realmente fazer - diante da altura da menina, os olhos, os gritos - ele me olhou como se eu estivesse louca. "Ela era uma mendiga, a vida dela não tinha valor", respondeu.
Esses crimes contra mulheres e meninas são apenas parte do problema. Tudo começa com o nascimento de uma menina, que não é tão bem-vinda como um menino.
Quando um menino nasce, doces são distribuídos. Isso não acontece com as meninas. Um menino recebe uma nutrição melhor que uma menina. Os movimentos de uma menina pela cidade são restritos e suas liberdades, reduzidas. Ela é enviada como escrava doméstica para o marido.
Se uma menina vale menos que um menino, a consequência é que os homens acreditam que podem fazer o que quiserem com elas.
'Não há lugar para uma mulher'
Falei com dois advogados que defenderam os assassinos da estudante de 23 anos e o que eles disseram foi revelador.
"Em nossa sociedade nunca permitimos que nossas meninas saiam de casa depois das 19h30, ou 19h30 ou 20h230, durante a noite com qualquer desconhecido", disse ML Sharma.
"Você está falando sobre homem e mulher como amigos. Desculpe, isso não tem lugar em nossa sociedade. Temos a melhor cultura. Em nossa cultura não há lugar para uma mulher."
"Se minha filha ou irmã se envolvessem com atividades antes do casamento (...), e se permitir perder o caráter ao fazer tais coisas, com certeza eu levaria esta irmã ou filha para minha fazenda e, em frente de toda minha família, despejaria gasolina nela e acenderia o fogo", disse outro advogado, AP Singh, em uma entrevista para a televisão local.
Quando o entrevistei, ele confirmou essas declarações.
A desigualdade de gênero é o tumor primário e o estupro, tráfico de mulheres, casamento de crianças, aborto de fetos de meninas, crimes de honra e assim por diante, são as metástases.
E na Índia o problema não é falta de leis - afinal é um país democrático, civilizado e em desenvolvimento. O problema é a implementação das leis.
O artigo 14 da Constituição do país garante direitos iguais para homens e mulheres. Só que, por exemplo, o dote em um casamento é considerado ilegal, mas todas as famílias ainda mantêm esse costume.

Morre indiana que ficou 42 anos em coma depois de sofrer estupro brutal

Enfermeira sofreu danos após ser estuprada no hospital onde trabalhava; caso levou a lei que permite a eutanásia passiva

Morreu nesta segunda-feira (18) na Índia a enfermeira Aruna Shanbaug, que estava em coma havia 42 anos, após ser estuprada.

Médicos e enfermeiras do hospital onde Aruna Shanbaug ficou internada eram contra sua eutanásia
Press Trust of India
Médicos e enfermeiras do hospital onde Aruna Shanbaug ficou internada eram contra sua eutanásia

Seu caso gerou um intenso debate sobre eutanásia no país, com pessoas defendendo que ela continuasse a ser alimentada por tubos e outras defendendo que se colocasse um fim em sua "agonia".
Shanbaug era enfermeira do hospital King Edward Memorial de Mumbai, onde ficou internada até está segunda-feira; ela sofreu graves danos cerebrais e ficou paralisada após ser violentada, em 1973, quando tinha 25 anos. O estuprador era um faxineiro do hospital que a estrangulou usando uma corrente de metal.
Debate
Em 2001, a Suprema Corte da Índia rejeitou um pedido de eutanásia a Shanbaug, após um grupo de médico examiná-la.
A solicitação de que se interrompesse a alimentacaçãp da enfermeira foi negada porque representantes do hospital disseram que ela "conseguia aceitar comida, respondia com expressões faciais e fazia sons".
Segundo os médicos, pacientes em estado vegetativo estão acordados, e não em um coma propriamente dito, mas não têm percepção do que acontece ao seu redor por conta do dano cerebral.
No entanto, mesmo a eutanásia tendo sido negada à enfermeira, o julgamento foi considerado histórico porque acabou tornando legal no país a chamada eutanásia passiva.
Veja os países mais perigosos para as mulheres
Afeganistão: em 2011, Sahar Gul, então com 15 anos, foi espancada pela família do marido após rejeitar se prostituir. Foto: Reprodução/Youtube
Afeganistão: afegã com rosto marcado por ataque de ácido protesta contra execução pública de suposta adúltera (2012). Foto: AFP
China: por causa da política do filho único, Feng Jianmei foi obrigada a abortar aos 7 meses de gravidez em 2012. Foto: Reprodução/Youtube
Etiópia: até 85% da população feminina sofreu mutilação genital no país, diz OMS. Rito é prática em várias aldeias africanas. Foto: Reprodução/Youtube
Arábia Saudita: em 2011, ano em que as mulheres conquistaram o direito ao voto, Shaima Ghassaniya foi chicoteada por dirigir. Foto: Reprodução
Nepal: prostituição infantil é um dos maiores problemas no país. Até 7 mil meninas entram no setor todos os anos. Foto: Reprodução/Youtube
Somália: mulheres passam dias na fila para se instalar em Dadaab, maior campo de refugiados do mundo. Foto: Getty Images
Índia: 24.206 casos de estupro foram registrados em 2011. Maioria das mulheres tem entre 18 e 30 anos. Em 94% dos casos, o agressor é alguém próximo. Foto: Getty Images
Índia: mulheres são vendidas, casam-se a partir dos 10 anos e sofrem violência doméstica. Casos de queimaduras e trabalho escravo são comuns. Foto: Reuters
Paquistão: Mukhtar Mai foi condenada a estupro coletivo por anciãos de sua aldeia porque seu irmão se envolveu com mulher de outro clã. Foto: Getty Images
Paquistão: Iram Ramzan (E.), 10 anos, foi espancada pela patroa (D) até a morte. Mais de 12 milhões de crianças trabalham no país. Foto: BBC
Congo: congolesa não identificada foi estuprada por homens de milícia armada que ocuparam Livungi, onde ela morava. Estupros são arma de guerra no país. Foto: NYT
Congo: no país cujo IDH é de apenas 0,239, há 115 óbitos a cada 1 mil nascidos vivos e pelo menos 76% da população está subnutrida. Foto: Getty Images
Afeganistão: em 2011, Sahar Gul, então com 15 anos, foi espancada pela família do marido após rejeitar se prostituir. Foto: Reprodução/Youtube
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 Médicos e enfermeiras do hospital onde Aruna Shanbaug ficou internada eram contra sua eutanásia
Nessa prática, não se ministra nenhum medicamento que provoque a morte do paciente, apenas se interrompem cuidados médicos que tenham como objetivo prolongar a vida.
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Com a aprovação, esse tipo de autanáisa pôde ser permitida em alguns casos, se o pedido for feito por médicos e for aprovado na Justiça.
Pneumonia
Durante essas mais de quatro décadas, Shanbaug foi transferida para a UTI diversas vezes. Na última, na semana passada, ela foi colocado em um ventilador após ter dificuldades de respirar. Segundo um porta-voz do hospital, ela morreu por conta de uma pneumonia. 
"Ela finalmente conseguiu voar para longe. Mas antes disso, deu à Índia uma lei sobre eutanásia passiva", disse à BBC a jornalista Pinki Virani, que escreveu o livro Aruna’s Story, sobre o caso.
Virani foi a autora do pedido à Suprema Corte indiana para que autorizasse a eutanásia da enfermeira e colocasse um fim à sua "insuportável agonia".
Vários defensores de direitos humanos apoiaram a causa da jornalista, mas diretores, médicos e enfermeiros do hospital em que ela trabalhava se opuseram ao pedido.
Segundo o jornal indiano the Hindustan Times, o estuprador da Shanbaug, Sohanlal Bharta Valmiki, cumpriu sete anos de prisão após ser condenado por roubo e tentativa de suicídio. No entanto, ele não foi condenado por estupro, já que sodomia não era considerado estupro pelas leis indianas da época.
O então namorado de Shanbaug, o médico residente Sundeep Sardesai, esperou por sua recuperação por quatro anos, mas depois foi morar no exterior e acabou casando com outro pessoa.

Governo estuda alternativas para adiar aposentadorias


O governo Dilma Rousseff estuda uma alternativa à proposta aprovada pela Câmara para, ao mesmo tempo, acabar com o fator previdenciário e retardar a idade de aposentadoria dos brasileiros, reduzindo assim os gastos públicos. Na quarta-feira, 14, os deputados incluíram em uma medida provisória a criação da fórmula 85/95, que soma a idade com o tempo de contribuição (resultando em 85 anos para mulheres e 95 anos para homens). Técnicos do governo querem apresentar às centrais sindicais fórmulas um pouco mais apertadas, como 88/98 ou 90/100.

Com o mecanismo criado pelos congressistas, o 85/95, uma mulher que tenha 52 anos de idade e começou a trabalhar aos 18 anos já poderá se aposentar e receber um benefício integral do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Isso porque a soma de sua idade, 52, com o tempo de contribuição, de 33 anos, atinge 85 anos. Caso prevaleça uma das alternativas que o governo Dilma deve propor, a fórmula 90/100, essa mesma mulher terá que trabalhar até os 57 anos, no mínimo.
Especialistas em previdência consultados por técnicos do governo, no entanto, avaliam que a melhor fórmula para a sustentabilidade do regime brasileiro seria 95/105. Esse mecanismo já levaria em conta a atual expectativa de vida no País e, também, a capacidade do setor público de gerar recursos no futuro para pagar todos os aposentados e pensionistas. Mas o próprio governo avalia ser delicado, neste momento, sugerir uma fórmula mais apertada que 90/100.
A ideia do governo é iniciar uma negociação sobre a melhor alternativa ao fim do fator previdenciário com sindicalistas e empresários no recém-criado Fórum de Debates sobre Políticas de Emprego, Trabalho, Renda e Previdência. Criado em 1999, o fator reduz o valor do benefício pago pelo INSS caso um contribuinte se aposente antes de completar 60 anos, para mulheres, ou 65 anos, para homens. O governo estuda vetar a emenda parlamentar que trocou o fator previdenciário pela fórmula 85/95 e levar a discussão para o fórum.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Estadao Conteudo
 

Explosão em prédio destrói apartamentos em São Conrado

'Parecia um terremoto', diz moradora. Duas vítimas foram levadas para o Hospital Miguel Couto, na Gávea

Rio - Uma forte explosão em um apartamento do 10º andar destruiu várias outras unidades de um prédio na Rua General Olímpio Mourão Filho, em São Conrado, Zona Sul do Rio, no fim da madrugada desta segunda-feira. Os 72 apartamentos do edifício foram atingidos. Acredita-se que um vazamento de gás seja a causa da explosão. Em nota, a CEG informou que disponibilizou equipes para auxiliar os bombeiros e garantir as medidas de segurança.

Explosão na manhã desta segunda-feira em um apartamento destruiu outras unidades de edifício na Estrada da Gávea, em São Conrado
Foto:  Severino Silva / Agência O Dia
"A prioridade é dar assistência aos moradores e mantê-los informados", declarou o prefeito do Rio, Eduardo Paes, que foi ao local, junto de técnicos da Defesa Civil municipal. Em entrevista coletiva, o engenheiro Daniel Guerra descartou risco de desabamento da estrutura do prédio, que foi interditado por tempo indeterminado.
Segundo a Defesa Civil, ainda não é possível quantificar sobre imóveis interditados. As causas do acidente serão esclarecidas após perícia da Polícia Civil.
Bombeiros dos quartéis de Copacabana e da Gávea prestaram socorro às vítimas. De acordo com os militares, três delas, Maria Lúcia M. Ache, 86, Sylsio A. de Azevedo Junior, 64, e Maria E. Franca Piedade, 89, sofreram ferimentos leves, foram atendidas e liberadas ainda no local. Duas foram levadas para o Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea. Uma delas, um alemão identificado como Markos B. Maria Miller, de 51 anos, foi levado em estado grave. Ele era morador do apartamento 1.001, onde ocorreu a explosão.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o homem passou a por avaliação no hospital. "Ele chegou à unidade com queimaduras de segundo grau no tórax e no abdômen, além de lesão nos membros inferiores e superiores, porém está acordado e agitado, em função do susto que levou com a explosão", explicou a assessoria de imprensa da secretaria.
Explosão na manhã desta segunda-feira em um apartamento destruiu outras unidades de edifício na Estrada da Gávea, em São Conrado
Foto:  Severino Silva / Agência O Dia
Moradora do apartamento 303, no terceiro andar, Sandra Amaral, de 60 anos, pediu aos bombeiros que fossem retirar seu marido de casa à força. "Ele não queria sair do apartamento enquanto não encontrasse nossos três gatos, que se esconderam assim que ouviram o estrondo. Liguei para ele, mas ele desligou o celular. Tive que pedir aos bombeiros para resgatá-lo 'na marra'", contou a senhora. O homem, Roberto Amaral, de 64 anos, foi retirado do apartamento sem os gatos, que foram resgatados logo em seguida. 

'Parecia um terremoto'
"Parecia um terremoto. Senti minha cama tremer", disse uma moradora, em entrevista, à rádio CBN. A moradora do apartamento 704, Renata Mesquita, cuja idade não foi divulgada, saiu de casa de roupão mesmo. "Eu estava dormindo. Acordei com a explosão e saí correndo. Falaram que a estrutura da cozinha tinha arriado", disse.

A explosão lançou escombros para imóveis vizinhos e, segundo relatos, o barulho do estrondo pôde ser ouvido na favela da Rocinha, que fica próxima ao local. Através do WhatsApp do DIA (98762-8248) , um leitor relatou escutou o barulho na Praia de São Conrado. "Trabalho na Avenida Prefeito Mendes de Morais, no número, 1200, em frente à praia, e sentimos essa explosão aqui. As portas de vidro tremeram", afirmou.
De acordo com o Centro de Operações da Prefeitura do Rio, a Rua General Olímpio Mourão Filho foi interditada, na altura do número 30, para ação dos militares. Há retenções na região e agentes da CET-Rio auxiliam no trânsito.

Inscrições do Enem começam às 10h do dia 25 de maio

Inscrições custam R$ 63 e poderão ser feitas pela internet a partir de segunda-feira (25), por meio do site do Inep

O Ministério da Educação publicou nesta segunda-feira (18) no "Diário Oficial da União" o edital com as regras da edição de 2015 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
As inscrições vão ocorrer entre as 10h de 25 de maio e as 23h59 de 5 de junho. Para quem não conseguir isenção, a inscrição só será concretizada após o pagamento da taxa de R$ 63 até as 21h59 do dia 10 de junho.
As provas serão realizadas nos dias 24 e 25 de outubro. 
O primeiro dia de prova será voltado para as ciências humanas e da natureza, enquanto, o segundo, a linguagens, códigos e suas tecnologias, redação e matemática. Os portões se abrem em ambas as datas às 12h e se fecham às 13h.
As provas estão marcadas para terem início às 13h30. No total, os alunos terão prazo máximo de 4h30 para encerrar os testes no primeiro dia e de 5h30 no segundo. 
A nota do exame pode ser usada para participar de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que disponibiliza vagas no ensino superior público; o Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece bolsas em instituições privadas; e o Sistema de Seleção Unificada do Ensino Técnico e Profissional (Sisutec), que garante vagas gratuitas em cursos técnicos.
O Enem também é pré-requisito para firmar contratos pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), obter bolsas de intercâmbio pelo Programa Ciência sem Fronteiras e certificação do ensino médio.
Estudante isento da taxa de inscrição
O estudante isento de taxa do Enem que faltar ao exame terá de pagar para fazer a prova numa próxima vez. A nova regra entrou em vigor nessa sexta-feira (15).
O objetivo da pasta é reduzir o número de abstenções na prova, de 29%. Na edição de 2014, a maioria dos estudantes que faltaram - 1,6 milhão de um total de 2,5 milhões - tinham direito à isenção da taxa, de acordo com o governo federal.
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O ministro da Educação, Renato Janine (esquerda) e o presidente do Inep, Chico Soares, anunciam regras para o Enem 2015
Isabelle Araújo/MEC - 14.5.15
O ministro da Educação, Renato Janine (esquerda) e o presidente do Inep, Chico Soares, anunciam regras para o Enem 2015

Tudo sobre o Enem 2015 
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é a principal porta de entrada para universidades particulares e públicas. Em 2014, 8,7 milhões de estudantes se inscreveram no exame. Para entender quais os usos do exame e se preparar para a prova, o iGconvidou Alessandra Venturi, coordenadora pedagógica do cursinho da Poli, para tirar as principais dúvidas sobre o Enem.
Alessandra explica que o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), responsável pelo exame, ainda não divulgou o edital com informações como o prazo de inscrições, o preço e data das provas, mas o calendário deve ser publicado em breve. A professora explica ainda para que serve o exame e quem deve fazê-lo. 

Veja na galeria os temas que já foram cobrados na redação do Enem
Publicidade infantil foi o tema pedido pela redação do Enem em 2014. Foto: BBC Brasil
O Enem de 2013 pedia que o candidato escrevesse uma redação sobre os efeitos da Lei Seca no Brasil. Foto: Futura Press
Movimento imigratório para o Brasil no século 21 foi o tema da redação no exame de 2012. A prova fazia referência à entrada de bolivianos e haitianos no País Na foto, abrigo de refugiados. Foto: João Fellet/BBC Brasil
Em 2010, o Enem trouxe textos sobre trabalho escravo e propôs uma redação sobre
Em 2009, o tema de redação foi
Em 2008, o tema da redação do Enem foi o desmatamento na floresta amazônica. Foto: Agência Brasil
Em 2007, o exame pediu para que os estudantes discutissem o desafio de se conviver com as diferenças. Foto: Leia Já
Em 2006, o Enem trouxe uma coletânea de textos sobre a importância de ler e pedia uma redação sobre
O tema da redação no Enem 2005 foi o trabalho infantil. Foto: AFP
A redação do Enem de 2004 perguntava
Publicidade infantil foi o tema pedido pela redação do Enem em 2014. Foto: BBC Brasil
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