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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

MAIS UMA MEDALHA PARA RODRIGO MELLO

Mais 10km pra conta, com pódio, 4 lugar no geral. Prova dificílima só ladeira, areia, e terreno irregular. Só a vista do paraíso que é búzios pra compensar, valeu o esforço - 2 meia de búzios
 — em Armação dos Búzios

Suco verde também é bebida de criança

Culinarista dá dicas para acostumar seus filhos ao líquido colorido e ensina combinações deliciosas de frutas e verduras

Quem acompanha minha coluna há algum tempo sabe que, na minha opinião, a melhor bebida para crianças de qualquer idade é a água, especialmente na lancheira escolar.
Mas, muitas vezes, dá vontade de tomar um suco colorido e saboroso. Para esses momentos, a melhor opção é o suco de frutas frescas, sem adoçar e bem diluído - mais cara de refresco do que de suco. Suco concentrado, mesmo orgânico, natural e sem açúcar, não é legal para consumirmos diariamente. Já falei sobre isso em linguagem bem simples no meu site Crianças na Cozinha, e no site Medicina do Estilo de Vida tem uma explicação técnica e detalhada sobre esse assunto. 
Thinkstock/Getty Images
É preciso cuidado na escolha das verduras do suco verde
Além do suco de frutas mais diluído, existe uma alternativa bastante interessante. É o que hoje está na moda chamarmos de “suco verde”. A bebida leva frutas, sim, mas muito menos do que num suco feito só de frutas. Além disso, na lista de ingredientes tem também muitas verduras, que nem sempre nos agradam nos pratos do dia a dia e que, muitas vezes, esquecemos mesmo comê-las.
O exemplo
De início, as crianças podem até torcer o nariz para o verde ali no copo - interessante como observo que elas não se sentem atraídas por comidas verdes em geral -, mas será o seu exemplo e o hábito de todos os dias que fará com que queiram experimentar e consumir o suco com frequência. Pode acreditar: nossos filhos seguem muito mais o nosso exemplo do que aquilo que nós falamos para eles fazerem!
Mas são necessários alguns cuidados no preparo do suco verde. Nem todas as verduras são adequadas para o consumo quando cruas. Em um texto (clique aqui para ler a matéria) no meu site explico com detalhes sobre as verduras que podemos ou não usar no preparo do suco verde. Nesse mesmo texto, dou dicas de ingredientes surpreendentes para tornar a bebida ainda mais saudável.
E agora a melhor parte: quero contar para vocês quais são as combinações de frutas e verduras que já testei e ficaram simplesmente deliciosas (as quantidades de cada ingrediente e de água estão detalhadas aqui):
Opção 1: alface + banana + limão
Opção 2: morango + radiccio + pepino
Opção 3: mamão + rúcula + limão
Opção 4: escarola + salsinha + abacaxi + pepino
Opção 5: abacaxi + rúcula
Opção 6: abacaxi + salsinha + pepino
Digulgação
A culinarista Pat Feldman tira dúvidas sobre alimentação infantil
* Pat Feldman é culinarista e criadora doProjeto Crianças na Cozinha, que traz receitas infantis saudáveis, saborosas e livre de industrializados. É também autora do livro de receitas "A Dor de Cabeça Morre Pela Boca", escrito em parceria com seu marido, o médico Alexandre Feldman. Na coluna “Cozinha com Crianças”, ela fala quinzenalmente sobre gastronomia infantil.

Amamentação exclusiva até 6 meses influencia rendimento escol

Resultados foram observados em meninos. Para as meninas, o aleitamento não fez diferença nesta áreaUm novo estudo aponta que meninos em idade escolar que foram amamentados pelo menos nos primeiros seis meses de vida podem ter melhor aproveitamento escolar que seus colegas em leitura, redação e aritmética.

Quando comparados a outros garotos que foram amamentados por um período mais curto, eles apresentaram, em média, notas 10% mais altas em matemática e redação, 8% em ortografia e 6% em leitura. Entre as meninas, no entanto, não foi observada nenhuma diferença de desempenho.
As descobertas, relatadas na revista especializada “Pediatrics”, não provam que a amamentação em si ocasionou a conquista acadêmica dos meninos. Na verdade, o principal indicativo do desempenho dos meninos foi o tempo que os pais dedicaram à leitura de livros aos filhos desde os primeiros anos de vida.
Ainda assim, mesmo depois considerados alguns fatores que poderiam explicar a relação – como renda familiar e nível acadêmico da mãe – a associação entre a amamentação e o desempenho dos garotos nos testes não sofreu alterações.
Os pesquisadores dizem que os resultados reforçam o que especialistas já recomendavam em relação à amamentação. “Nós sabemos que se a mãe tem uma dieta equilibrada, o leite materno é a melhor forma de alimentar o bebê pelo menos nos 6 primeiros meses de vida”, disse Wendy H. Oddy, do Telethon Institute for Child Health Research de Perth, Austrália, que conduziu o estudo. 

Ela ressaltou que a Organização Mundial de Saúde e a Academia Americana de Pediatria já recomendam a alimentação do bebê exclusivamente através da amamentação nos seis primeiros meses de vida, continuando depois com o leite materno e introduzindo alimentos sólidos.

Menos riscos
Acredita-se que a amamentação diminua os riscos de diarreia, infecções de ouvido e da síndrome da morte súbita nos bebês, além de possivelmente causar benefícios gerais a longo prazo. Alguns estudos constataram que bebês amamentados também registraram menor ocorrência de asma, obesidade e diabetes.
Wendy ressaltou que o leite materno contém ácidos graxos essenciais envolvidos no desenvolvimento cerebral. Com base em tais evidências, alguns estudos já relacionaram a amamentação ao QI mais alto na infância e a um melhor aproveitamento escolar. Mas, como nem todos encontraram tal relação, ainda resta dúvidas se o aprimoramento é proveniente simplesmente do leite materno.
Para realizar o estudo, Wendy e sua equipe começaram a acompanhar gestantes e posteriormente avaliaram seus filhos, periodicamente, até os 10 anos de idade. Foram coletadas diferentes informações, tais como a frequência com que os pais liam para os filhos, com o intuito de contabilizar outros fatores que pudessem explicar qualquer ligação entre a amamentação e a façanha acadêmica.
Meninos x meninas
Mesmo levando em conta as outras influências, permaneceu a relação entre a amamentação em longo prazo e o melhor desempenho em testes de matemática, leitura e ortografia dos garotos – mas só no caso dos meninos.
Segundo Wendy, é plausível a ideia de que a amamentação poderia afetar o desempenho acadêmico de meninos e meninas de forma diferente. Existem evidências de que os meninos são mais vulneráveis a “adversidades” durante períodos críticos do desenvolvimento cerebral. Ela explicou que é possível que o estrógeno presente no leite materno, que aparentemente tem um efeito protetor sobre as células cerebrais, beneficie mais os meninos do que as meninas. 
Outra teoria é que os meninos podem se beneficiar mais do vínculo afetivo com a mãe através da amamentação.

“Diversos estudos já mostraram que bebês do sexo masculino são mais dependentes da atenção materna no desenvolvimento de habilidades cognitivas e de linguagem”, disse ela. Porém, sendo a amamentação responsável ou não pelos melhores resultados dos meninos, os efeitos foram bastante modestos.

Brasileiras são as que mais sentem culpa por não amamentarem os filhos

Pesquisa feita com mais de 13 mil mulheres em nove países mapeou hábitos relacionados à amamentação. Resultados podem influenciar políticas públicas para mulheres lactantes

Thinkstock/Getty Images
Amamentação: brasileiras lideram ranking de culpa por não amamentar em pesquisa feita com mulheres de nove países
Os hábitos relacionados à amamentação podem variar de acordo com a nacionalidade das mulheres. Na França, por exemplo, elas não se sentem muito à vontade para amamentar em público, ao contrário das brasileiras e das norte-americanas. A culpa por não poder alimentar os filhos com leite materno, porém, é um sentimento comum a quase todas as mães.
Essas são algumas conclusões da Pesquisa Global Lansinoh sobre Amamentação - 2014, realizada pela Lanisoh Laboratórios, empresa especializada em acessórios para a amamentação.
A pesquisa entrevistou 13.169 mães e gestantes, entre 18 e 40 anos, em nove países: Brasil, China, França, Alemanha, Hungria, México, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos. O resultado mostrou que as experiências das mulheres com a amamentação e as atitudes em relação ao aleitamento variam de acordo com a cultura a que elas estão expostas.
Dificuldades
A impossibilidade de amamentar um filho estimula o sentimento de culpa em quase todas as mulheres, independente do país de origem. Entre as brasileiras, 93% afirmaram que se sentiriam culpadas caso não amamentassem. A única exceção está nas mães da Alemanha: 61% afirmaram que não desenvolveriam esse tipo de sentimento por não poder amamentar.

A amamentação em público também foi um tópico abordado pela pesquisa da Lansinoh. Embora seja um tema cada vez mais discutido por mulheres e gestantes, nem todas conseguem ficar à vontade para alimentar os próprios filhos.Além da culpa, as entrevistadas relataram outros problemas da maternidade, em relação ao aleitamento. Precisar acordar de madrugada está entre as três principais dificuldades, em todos os países. No Brasil, 47% das mulheres ainda revelaram sentir muita dor para amamentar e 33% reclamaram da dificuldade para aprender as técnicas de amamentação corretas na fase inicial.

Países como China e França apresentaram o maior porcentual de mães que dizem que amamentar em público é constrangedor. Aqui, 55% das entrevistadas acham que isso é algo perfeitamente natural, 22% acham que é inevitável, 21% acham constrangedor e somente 2% acham que amamentar em público é errado.
Extração
Extrair o leite é uma estratégia comum entre as lactantes dos 9 países. Um percentual entre 71% a 85% afirmaram que usam ou planejam utilizar uma bomba extratora para tirar o leite materno. A frequência da extração também varia pouco com a nacionalidade das mulheres. A maioria disse extrair o próprio leite “ocasionalmente”. Esse dado muda em relação às húngaras: 41% afirmaram que fazem a extração diariamente.
As principais razões que motivam a extração do leite materno são variadas. As mulheres querem construir um estoque de leite materno, ter a garantia de que o alimento estará disponível em caso de emergências, evitar problemas de saúde relacionados ao “excesso” de leite nas mamas e o envolvimento do parceiro na rotina de amamentação.
Para 97% das entrevistadas, o aleitamento materno é a melhor forma de nutrir o bebê, garantindo que ele cresça saudável e com todos os nutrientes necessários. Ainda assim, a importância da amamentação vai além. As mães também veem esse momento como uma maneira de estreitar os laços de afeto e intimidade com os filhos.

Guia-me, Pois Sou Cego!

“Ora, quando Faraó deixou ir o povo, Deus não o conduziu pelo caminho da terra dos filisteus, se bem que fosse mais perto; porque Deus disse: Para que porventura o povo não se arrependa, vendo a guerra, e volte para o Egito;”Exodo 13:17
Sou grato a Deus por nem sempre me responder às orações da maneira que peço. Alguém poderia dizer: ‘Mas como assim?’
Minha visão é limitada ao que está ao alcance do meu entendimento, da minha experiência, da expectativa natural e humana de como o mundo funciona, por isso, então, para caminhar alinhado à vontade de Deus, não posso depender desta visão, mas preciso do sobrenatural que altera todas as circunstâncias.
Para entender a vontade de Deus nossa mente é cega mesmo. Deus nos ama tanto amados, que não podemos desconfiar da Sua liderança, soberania, propósito em nossas vidas, ainda que não entendamos muita coisa por um bom tempo. O que geralmente acontece é que permitimos ser dominados pela ansiedade de resolver as coisas da nossa própria maneira, não queremos esperar em Deus. Para algumas pessoas a palavra ‘esperar’ parece sinônimo de maldição, como se devêssemos fugir disto a todo o custo. E não é!
Deus conhecia o coração daquele povo, assim como conhece o seu coração. Deus precisava provar os seus corações para conhecer sua fidelidade, mas também queria protegê-los de serem tão tentados a ponto de voltar para o Egito. Conosco o mesmo acontece. Pode ser que o caminho pelo qual o Senhor tem te dirigido pareça ser longo e demorado, e se você ‘cortasse alguns atalhos’ tudo iria deslanchar. Não faça isto, por amor ao que Deus tem para tua vida! Deus te conhece e sabe dos teus limites.
“Mas Deus fez o povo rodear pelo caminho do deserto perto do Mar Vermelho; e os filhos de Israel subiram armados da terra do Egito.” Êxodo 13:18
Deus sabia que a ameaça da guerra contra outro povo iria amedrontar o povo que provavelmente voltaria para trás. Você consegue enxergar o cuidado e amor de Deus por sua vida na longa espera, aos seus olhos? Como seres humanos temos a tendência de ficarmos inseguros da nossa posição quando somos afrontados, desafiados, ameaçados.
Mesmo que você não entenda o caminho pelo qual o Senhor tem te levado, confie nEle. “Moisés levou consigo os ossos de José, porquanto havia este solenemente ajuramentado os filhos de Israel, dizendo: Certamente Deus vos visitará; e vós haveis de levar daqui convosco os meus ossos.“ Êxodo 13:18.
José, muitos anos antes já sabia do que Deus faria por seu povo ali no Egito. Deus já havia preparado todas as coisas muito antes delas acontecerem. E embora parecesse difícil no momento, foi o melhor que poderia ter ocorrido.
Ainda hoje Deus tem uma Canaã para cada um de nós, e a cada um de nós será dada a oportunidade de deixar o ‘Egito’, ‘atravessar o deserto’, conquistar a terra prometida. “Por isso convém atentarmos mais diligentemente para as coisas que ouvimos, para que em tempo algum nos desviemos delas.” Hebreus 2:1.
Fortaleça-se no Senhor, deixe Sua Palavra te sustentar, te encorajar, te corrigir e limpar teu coração. Assim como foi com o povo saído do Egito, enquanto eles seguiram ao Senhor tudo foi conforme Ele havia dito. O Senhor cumprirá Sua promessa desde que você permaneça no caminho que Ele preparou.

Ex-Bispo É Batizado Em São Paulo E Encerra 45 Anos De Busca Pela Verdade

Foram 45 anos de atuação como padre e bispo da Igreja Católica até conseguir preencher a lacuna que sentia desde a época do seminário. Este é o resumo da história de Francisco Alves Feitosa, batizado na igreja do Peri Alto, em São Paulo.
Francisco nasceu em Paulo Afonso, BA, e aos seis anos foi encaminhado ao seminário, como era desejo de toda a família, praticante do catolicismo. Em 1969 concluiu os estudos e se tornou padre e depois bispo.
“Sempre sentia uma lacuna, sentia um vazio, mesmo durante a liturgia. A tradição não oferece elementos contundentes para uma vida de paz”, explica o ex-bispo, ao lembrar de sua vida religiosa. Ele conta que residia na Diocese do Rio de Janeiro quando foi designado a apresentar um programa da Igreja Católica na televisão.
Como vinha analisando a Bíblia, decidiu apresentar estudos próprios que contradiziam as doutrinas católicas sobre a primazia de Pedro e alguns outros dogmas. “O arcebispo me chamou a atenção, e eu disse que me alicerçava na Bíblia. Mas, ele disse que eu estava errado por fugir à tradição da Igreja Católica, e que isso não poderia acontecer”, conta.
Foi nessa época que ele foi submetido a uma espécie de afastamento das atividades do cargo, em um ano de reclusão para reavaliar os questionamentos que fazia. Neste período, em viagem a São Paulo para visitar parentes, procurou por iniciativa própria a sede da Associação Paulista Leste (APL), sendo atendido pelo pastor Agnaldo Leônidas Guimarães, que o presenteou com alguns livros da Igreja Adventista.
Terminado o período de reclusão, Francisco decidiu que realmente não poderia conviver com as mensagens que descobrira, em contradição com a doutrina que até então seguia e ensinava. No dia 11 de novembro de 2013 ele deixou oficialmente a Igreja Católica, e decidiu mudar-se para São Paulo, onde procurou uma Igreja Adventista próxima de sua residência.
Quando começou a visitar o templo localizado no Jardim Damasceno, Francisco disse que gostaria de conversar com o pastor, e lhe deram o telefone. “Era um domingo quando ele me telefonou, e vou confessar que tomei um susto. Fiquei com um pouco de medo, porque a história era estranha”, conta o pastor Leonardo Augusto Barbosa, que atende o distrito do Peri Alto. Acompanhado de um membro da igreja sede do distrito o pastor foi a casa do ex-bispo e se surpreendeu. “Ele já não acreditava mais na santidade de Maria e sabia praticamente 90% da nossa doutrina. Ele apenas não compreendia o que significava o espírito de profecia que havia lido em Apocalipse, mas se dizia pronto para aprender e entender”, conta o pastor.
Passados três meses de estudos intensivos com o pastor Leonardo, o ex-bispo foi batizado em uma cerimônia com igreja lotada e a presença do presidente da Associação Paulista Leste, pastor Erlo Braun.
“Estou felicíssimo e estou descendo as águas batismais. Trouxe os restos mortais que são as batinas para mostrar ao povo que eu sou um milagre nas mãos de Deus”, concluiu Francisco.

Multimídia, Um Recurso Auxiliar No Culto


Multimídia, um Recurso Auxiliar no CultoUm dos recursos cada vez mais usado na comunicação são os recursos de multimídia (sons, vídeos, slides, imagens). A exemplo do computador e do celular, este recurso veio para ficar. Ele tem sido uma bênção na condução dos cultos, palestras, estudos bíblicos e reuniões. Apesar de ser um instrumento valioso para a igreja, ele pode trazer problemas se for mal usado. O desafio então é usá-lo corretamente. As vantagens dele são conhecidas e não é necessário descrevê-las. Porém, quais seriam os perigos do uso inadequado dos recursos de multimídia?
1. Recursos audiovisuais sempre são bem vindos no culto. No entanto, quando eles se tornam o centro das atenções, o culto perde o foco. O foco do culto não devia estar no recurso, mas na mensagem para a qual o recurso transmite. O senhor Jesus também se utilizou de recursos para ensinar. Certa vez, ele subiu a um monte para falar melhor (Mateus 5:1); noutra ocasião, ele utilizou um barco para ensinar a multidão na praia (Lucas 5:3). Em ambas as situações, o foco não estava nos recursos, mas na sua Palavra. Quando um recurso de multimídia é responsável por encher a igreja, é preciso perguntar se ele não está sendo mais valorizado do que a própria Palavra.
2. Em alguns lugares, todo o culto é projetado no projetor ou no telão, inclusive hinos e leituras bíblicas. Isso faz com que as pessoas deixem de folhear a Bíblia e o hinário. O único contato com a Bíblia passa a ser o visual. Com o tempo, elas não saberão mais localizar passagens ou livros da Bíblia. Mesmo que, no futuro, a Bíblia deixe de ser impressa em papel é preciso saber “folheá-la” eletronicamente.
3. Há casos em que são projetados excesso de imagens, cores e texto. Isso faz com que o culto vire uma poluição visual. O excesso de informação e ilustração, ao invés de ajudar, perturba. Em alguns casos, também acontece uma projeção indiscriminada de imagens. Muitas delas são “catadas” na internet sem a menor reflexão sobre sua origem. Algumas imagens beiram ao chocante. A impressão que se tem, é que, o texto projetado não é suficientemente forte, por isso, precisa ter uma imagem de impacto para que fale mais que o texto. É sempre melhor que as imagens sejam discretas para que a atenção não esteja nelas, mas no texto.
4. O uso dos recursos de multimídia pode também afetar o sistema litúrgico tradicional. Ele tem sido usado para se investir excessivamente na variedade litúrgica. Mesmo que se mantenha o esqueleto da liturgia, o que dita o tom é a variedade. Isso oferece o perigo de descartar a histórica liturgia e seu rico conteúdo. Com o tempo, também se corre o risco de perder a identidade cultual.
5. Os recursos de multimídia tem a vantagem de oferecer novidades, mas nisso também mora um perigo, pois o que é novo hoje, amanhã não é mais. Com isso, é necessário buscar sempre mais novidades, para, de alguma maneira, continuar agradando. O perigo é fazer das novidades o centro do culto.
6. E o bom uso dos textos projetados  também passa pela escolha mais adequada da fonte, isto é, o formato da letra. Evite as serifadas como a Times New Roman e semelhantes. Prefira letras como Arial, Tahoma, Verdana. E quanto ao tamanho da letra, use aquele em que a pessoa mais distante da tela possa ler, sem nenhuma dificuldade. Assim, o valor do culto não pode depender o projetor. O culto depende da Palavra e dos sacramentos, pelos quais Deus age. A ausência do projetor e de outros recursos não deveria desmerecer o culto, pois o centro das atenções é o altar, onde estão a Palavra e os sacramentos.
Os recursos de multimídia devem ser usados como uma ferramenta no culto, para ajudar as pessoas a entenderem melhor o que Deus está dizendo. Ele não deveria substituir nem Bíblia, nem hinário, nem pastor. A imagem que ele transmite deve sublinhar a mensagem, e não dispersar o pensamento com ilustrações muito diversificadas. Ele deve ser um recurso para memorizar, para fixar ideias, para mostrar gráficos e mapas, para mostrar a grandeza do amor de Deus por nós. Também deveria ser usado como recurso da nossa resposta ao amor de Deus.

FALA CASIMIRO

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Para comemorar o Dia da Árvore, a Fundação Municipal Casimiro de Abreu vai realizar na próxima sexta-feira, dia 19, a partir das 14 horas, o plantio de mudas frutíferas em uma área do Sítio Agrícola. A atividade vai envolver os adolescentes do Programa ...

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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Homem é preso ao tentar estuprar segunda vítima em seis horas

Ivanildo Bezerra Alves, que já havia sido preso em flagrante por roubo e tentativa de estupro, foi reconhecido por outra vítima

Rio - Ivanildo Bezerra Alves, preso em flagrante por roubo e tentativa de estupro nesta segunda-feira, foi reconhecido por uma segunda vítima, que teria sofrido abuso sexual no mesmo dia, mais cedo. Segundo informações da 16ª DP (Barra da Tijuca), a outra vítima de estupro esteve nesta terça-feira na delegacia e também reconheceu o homem como autor do crime.
O segundo caso a ser registrado contra Ivanildo, na verdade, foi o primeiro a acontecer. Era o segundo ataque do criminoso em menos de seis horas. Às 21h de segunda-feira, Ivanildo havia tentado abusar sexualmente de Deborah Lima, de 23 anos, enquanto a jovem voltava para casa, também na Barra. 
Jovem conta como fugiu de tentativa de estupro
A estudante de Direito Deborah Lima, de 23 anos, passou por momentos de verdadeiro terror ao sofrer uma tentativa de estupro, por volta das 21h desta segunda-feira, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Apesar disso, Deborah teve coragem e expôs o caso no Facebook, onde, na tarde desta quarta-feira, a publicação da jovem já chegava aos quase 2 mil compartilhamentos. Ela contou que, por meio do "post", outras vítimas de tentativas e de efetivos estupros passaram a procurá-la para falar sobre casos que permancem impunes. Deborah contou ao DIA que está incentivando todas as vítimas a procurarem a delegacia mais próxima para denunciar o crime.
Deborah caminhava para casa depois de sair do curso de inglês, que fica dentro de um shopping, na Barra. Um trajeto que estava acostumada a fazer, segundo ela. "Eu imaginava que o percuso fosse perigoso, mas não às nove da noite". Deborah disse que poderia fazer o caminho de carro, mas não achava necessário, pois mora bem perto do curso.
Já no caminho, quando passava em frente ao centro empresarial do shopping, Deborah foi abordada por um homem em uma moto e foi anunciado o que seria inicialmente um assalto. A estudante disse ter apenas R$16 e o criminoso não acreditou: "Ele pediu para ver a minha bolsa em um lugar mais escuro e pediu para eu subir na moto". A jovem contou que a intenção dela era saltar da moto, mas, o homem tomou a direção contrária à imaginada por ela e saiu a toda velocidade em direção à Avenida Salvador Allende, próximo ao condomínio Rio 2, também na Zona Oeste.
Deborah postou no Facebook uma montagem das feridas que teve
Foto:  Reprodução Internet
De acordo com Deborah, o crime foi, provavelmente, premeditado, porque o homem dispunha de dois capacetes. Ao chegar em um local isolado e sem calçada, o crimonoso parou a moto e, como a movimentação dos dois poderia parecer suspeita, o bandido pediu para que Deborah o beijasse. "Eu disse que não e que o máximo que faria seria abraçá-lo". Depois, sempre ameaçando a vítima, conduziu Deborah por cerca de 30 metros por uma trilha que beirava um manguezal. Ao chegar em um ponto de terra batida, o homem anunciou: "Eu quero você". A jovem se desesperou e tentou entregar outros objetos de valor ao criminoso.
Negando as ofertas, o bandido tirou um grande saco plástico - o que reforça a tese da jovem de crime premeditado - e o estendeu no chão. Deborah pediu que o homem não a machucasse. "(Você) está começando a me irritar. Vou te matar", rebateu o bandido, que sacou a suposta arma, guardada dentro de outro saco plástico. No entanto, o bandido disse que não usaria o revólver, e sim um canivete. Em rápida distração do homem, Deborah tentou fugir, mas foi alcançada. Os dois entraram em uma luta corporal e o criminoso voltou a ameaçar a estudante, colocando o canivete em sua garganta.
Reconduziu a vítima puxando-a pelos cabelos até local de terra batida. O homem, então, começou a tirar a roupa e ordenou que a jovem fizesse o mesmo. Ela tirou as sandálias e perguntou se poderia levantar do lugar em que havia sido obrigada a deitar. "Apesar de estar de vestido, disse a ele que estava usando um short por baixo, e que precisava levantar para tirar", contou Deborah.
Foi quando a jovem aproveitou a nova oportunidade e saiu correndo, desta vez, na direção contrária a que havia tentado anteriormente. A jovem acabou tendo vários arranhões, pois o caminho que tomou tinha um mato mais alto. O bandido, então, desistiu de segui-la. Ainda em fuga, Deborah se lançou no manguezal, onde a água chegava até seus ombros. Ela conseguiu sair do matagal e chegar à Avenida Salvador Allende, onde se "enfiou" no meio dos carros, até que um senhor resolveu ajudá-la.
Já dentro do carro, Deborah viu que mais a frente havia um acidente envolvendo um carro e um motociclista. Ela pediu que o motorista que a ajudou passasse perto da colisão: "Não reconheci o homem, mas ouvi a voz". O senhor que ajudou a estudante ligou para a Polícia e emprestou outro celular a ela para que ela ligasse para os pais. Deborah acredita que o bandido ia tentar alcançá-la com a moto pelo outro lado da mata, mas acabou batendo em um carro e quebrando a perna.
O criminoso, identificado como sendo Ivanildo Bezerra Alves, foi preso em flagrante por roubo e tentativa de estupro. O caso foi registrado na 16ª DP (Barra da Tijuca). 

Em dez anos, suicídio de crianças e pré-adolescentes cresceu 40% no Brasil

Dados preocupam porque suicídio é sub-notificado e, além disso, estimam-se 300 tentativas para cada suicídio infantil; especialistas criticam falta de programas de prevenção

"Mas você tem tudo o que quer. Por que fez isso?" Seja em um choro dolorido ou aos gritos de raiva, a frase é comum no pronto socorro de psiquiatria para onde são encaminhadas as crianças e adolescentes que tentaram se matar. Sai da boca dos pais, atônitos com a confissão do filho que se cortou todo ou que ingeriu uma dose cavalar de medicamentos. Pouco falado, o suicídio na infância e adolescência tem crescido nos últimos anos.
Dados do Mapa da Violência, do Ministério da Saúde, revelam que ele existe e está crescendo. De 2002 a 2012 houve um crescimento de 40% da taxa de suicídio entre crianças e pré-adolescentes com idade entre 10 e 14 anos. Na faixa etária de 15 a 19 anos, o aumento foi de 33,5%. 
Thinkstock Photos
Suicídio infantil: maioria dos casos está ligada à depressão, que é tratável
"Ao contrário do adulto, que normalmente planeja a ação, o adolescente age no impulso. São comportamentos suicidas para fugir de determinada situação que vez ou outra acabam mesmo em morte", afirma a psiquiatra Maria Fernanda Fávaro, que atua em um Pronto Socorro de psiquiatria em São Caetano do Sul, região metropolitana de São Paulo. Aos cuidados de Maria Fernanda, são encaminhadas as crianças e os adolescentes que chegaram feridas ao hospital após tentarem se matar.
Ao serem perguntados sobre o motivo de terem se mutilado com lâmina de barbear, se ferido com materiais pontiagudos, cortado o pulso ou ingerido mais de duas dezenas de comprimidos, a resposta é rápida, e vaga. "A maioria diz que a vida não tem sentido, que sentem um vazio enorme. Muitos têm quadros associados à depressão", afirma Maria Fernanda. O cenário é tão recorrente, diz a psiquiatra, que há sites, blogs e páginas de rede social que ensinam as melhores técnicas e ferramentas para que a criança tire a própria vida.
Para os mais novos, se matar é, de fato, mais difícil. Dados mostram que, a cada suicídio adulto, há de 10 a 20 tentativas que não acabaram em morte. No caso de crianças, são estimadas 300 tentativas para um suicídio consumado, seja porque elas usam método pouco letal, seja por dificuldade de acesso a instrumentos. "Muitos, quando chegam aqui contam que vêm se cortando a mais ou menos um ano, e a família não sabe disso", diz Maria Fernanda.
Assunto proibido
Esse desconhecimento familiar não deve ser encarado como descaso, mas precisa ser visto sob a lógica do quanto o tema do suicídio ainda é um tabu na sociedade, afirmam os especialistas. No caso de crianças e adolescentes, a situação ainda é pior: ninguém fala sobre o assunto, apesar de estudos mostrarem que 90% dos jovens atendidos em emergência psiquiátrica chegam lá após tentativas de se matar.
"Existe o mito de que o suicídio se concentra nos países nórdicos. Essas nações realmente lideravam o ranking, mas tomaram atitudes e conseguiram reverter o quadro. Enquanto isso, a gente aqui no Brasil continua sem falar nisso e vê os números crescendo", alerta Carlos Correia, voluntário há mais de 20 anos do Centro de Valorização da Vida, o CVV. 
Dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) na semana passada mostraram que o Brasil é o quarto país latino-americano com o maior crescimento no número de suicídios entre 2000 e 2012 e o oitavo do mundo em números absolutos de pessoas que tiram a própria vida. Foram 11.821 suicídios no período, aumento de 10% em relação à década anterior. 
Uma situação que, segundo os especialistas, reflete a falta de programas de prevenção. Apesar de a taxa no Brasil ainda ser inferior a 10 suicídios por 100 mil habitantes – a partir da qual a OMS considera alta, a população é muito grande e, portanto, o número de casos também.
“O que não pode é o Brasil votar em março sobre o relatório da OMS, mas não promover o plano de prevenção ao suicídio”, afirma o médico Carlos Felipe Almeida D’Oliveira, da Rede Brasileira de Prevenção do Suicídio.
O psiquiatra infantil Gustavo Estanislau compara as iniciativas de prevenção brasileiras com as de países desenvolvidos. "Lá fora, existem projetos de prevenção há muito tempo. Eles já têm isso tão bem organizado, que funcionam como um guia. Tem equipes até para agir nas escolas quando, por exemplo, uma criança se mata. No Brasil, não conheço nenhum projeto desse tipo."
Por onde começar
A criação de um programa de prevenção ao suicídio eficaz deve ter como prioridades a identificação de fatores de risco, o investimento em serviços especializados e o mapeamento de quais são as populações mais vulneráveis, com atenção àqueles que já cometeram tentativas de suicídio.
Maria Fernanda conta que boa parte das crianças e adolescentes que ela atende no pronto socorro psiquiátrico é reincidente: já tentaram se matar outra vez e, machucados, passaram por um clínico geral que os liberou em seguida. “É a realidade da maioria, porque ainda são poucos os serviços especializados. No hospital convencional, a medida comum é cuidar do ferimento e mandar para casa”, diz.
Quando essa mesma criança que tentou se matar tem acesso a um serviço especializado, o resultado pode mudar seu futuro. “Atendo e avalio se ela mantém o risco suicida. Se ela diz que tentou se matar e continua querendo, a gente interna. Se não há risco, indicamos um acompanhamento ambulatorial. Só não pode é voltar para casa do jeito que chegou”, afirma Maria Fernanda.
Como eu vou saber?
Os especialistas afirmam que é preciso prestar atenção a qualquer sinal que a criança ou o adolescente demonstre sobre a vontade de tirar a própria vida. Além de comunicar verbalmente o objetivo de se matar, ele pode apresentar sinais como tristeza prolongada, mudança brusca de comportamento, agressividade e intolerância.
“A primeira coisa a fazer é considerar que há um risco. Não pode achar que é bobagem, coisa momentânea ou feita para chamar atenção. O suicídio tem um aspecto importante, que é a comunicação. Se a pessoa está dizendo que tem um tipo de sofrimento e que não encontra saída, é preciso ficar atento e procurar um serviço de saúde mental”, afirma D’Oliveira, da Rede Brasileira de Prevenção do Suicídio.

SUICÍDIO INFANTO-JUVENIL

FATORES DE RISCO
PARA O SUICÍDIO

depressão

histórico familiar de suicídio

uso de álcool e drogas na família ou pelo jovem 

abuso

acesso ao instrumento

bullying

estresse

pressão interna

dificuldade de interação social
Detectado o risco, a primeira providência é conversar. Parece óbvio, mas não é. Na maioria dos casos, os adultos acreditam que se fingirem que não perceberam, a criança ou o adolescente pode mudar de ideia. Outros tantos acham que falar em suicídio é uma ameaça típica da idade. Ambas atitudes estão erradas. “É preciso sempre levar a sério e acreditar no que a criança ou o adolescente diz. É importante ter uma conversa, sem julgamentos, para que ele não se sinta tolhido em falar”, afirma a psicóloga Karen Scavacini, mestre em saúde pública e especialista em prevenção ao suicídio. 
Pode ser que, nessa conversa, o adulto perceba sinais bem sutis, como a dificuldade de tolerância à frustração, falta de sentido na vida, sensação de desamparo e pressão interna. "É também nessa idade, que muitos se dão conta de sua orientação sexual. No caso de se perceberem homossexuais, podem achar que é um problema e que não tem solução", afirma Karen. 
A psicóloga explica que, nesta conversa, é importante que o adulto pergunte se a criança ou o adolescente já pensou em se matar mais de uma vez. “Assim, é possível saber se a ideia já virou um plano e então encaminhar a criança para um atendimento.”
Mesmo porque no momento do atendimento, explica a psicóloga, percebe-se que a vulnerabilidade dessa faixa etária é tão grande que muitos tentam tirar a vida sem ao menos saber o que isso significa. “Crianças mais novas e pré-adolescentes tem uma impulsividade e não têm a capacidade de avaliar que a morte é para sempre.”