quinta-feira, 6 de março de 2014

Papa Francisco Afirma Que Deus Vai Concluir O Milagre “De Unificação Das Igrejas Cristãs”


Em uma mensagem gravada para uma comunidade pentecostal norte americana, o papa Francisco falou sobre a unidade dos cristãos, e afirmou sua vontade de que os cristãos ultrapassem as suas diferenças de modo a se tornar uma única comunidade religiosa.
O vídeo foi gravado de forma amadora, e foi dirigida a um encontro pentecostal nos Estados Unidos, realizado pela igreja dirigida pelo pastor Kenneth Copeland. Durante os cerca de cinco minutos da mensagem, o líder católico falou sobre sua fé de que Deus conclua bem o “processo de unificação das Igrejas cristãs”.
De acordo com o papa Francisco, as divisões entre os cristãos são fruto de um legado de pecado que é comum a todos e recorre à história de José, filho de Jacó, que foi vendido pelos seus irmãos como escravo, e acabou trabalhando para o Faraó, no Egito.
- Eles tinham dinheiro, mas não podiam comer o dinheiro. Foram ao Egito comprar comida, mas encontraram mais que comida, encontraram o irmão. Nós também temos dinheiro, o dinheiro da cultura, o dinheiro da nossa história, tantas riquezas culturais, riquezas religiosas, e temos diversas tradições. Mas temos de nos encontrar como irmãos. Temos de chorar juntos, como fez José. Estas lágrimas unir-nos-ão, as lágrimas do amor – afirmou o papa.
Citando o famoso autor italiano, Manzoni, o papa afirmou que a obra de unidade das igrejas cristãs está nas mãos do Senhor e que aos cristãos resta colaborar e confiar.
- Nunca vi Deus iniciar um milagre que não concluísse bem – afirmou.
Nota: “Com exceção dos que são guardados pelo poder de Deus, pela fé em Sua Palavra, o mundo todo será envolvido por esse engano. O povo está rapidamente adormecendo, acalentado por uma segurança fatal, para unicamente despertar com o derramamento da ira de Deus.” (O Grande Conflito – P. 562).O cumprimento da profecia está diante de nós. Resta muito pouco para que o quebra cabeças esteja completo.A tônica agora é notória porque foi colocada como o desejo de Deus no cumprimento do ecumenismo. O discurso não gira mais em torno do interesse de homens e religiões, mas sim de um desejo divino.Tendo cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo.” (Colossenses 2:8)

Os Métodos De Deus

“Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais.” Jeremias 29:11
“Deus ouviu minhas orações.” Quando as pessoas me dizem isso, imagino que elas estão querendo dizer que Deus lhes deu o que pediram. Contudo, será que Deus só ouve nossas orações quando Ele nos concede o que queremos? Com frequência, esquecemos que ao Ele dizer “não” ou “espere” temos respostas divinas tão misericordiosas como Seu “sim”.
Respondemos aos filhos dando-lhes não apenas o que querem, mas o que julgamos ser o melhor para eles. De maneira infinitamente superior, porque as respostas de Deus são sempre corretas, justas, sábias e melhores, Ele com frequência responde às nossas orações concedendo o que a longo prazo se provará o melhor para nós.
Uma das dificuldades com as orações é que elas, na maioria das vezes, são apenas sugestões. Trazemos as respostas prontas, esquecendo-nos de que Deus trabalha com Seus métodos. Naamã, o leproso, queria ser curado. Imaginou que seu pedido deveria ser respondido em termos de um grande show, um espetáculo aos sentidos. Ficou irado quando o profeta simplesmente mandou que ele mergulhasse sete vezes no Jordão. Paulo, por três vezes, pediu que Deus retirasse dele seu “espinho na carne”, entendido por muitos como sendo uma visão precária. Não seria do interesse do próprio Senhor ter um homem como Paulo atuando nas melhores condições? Deus lhe respondeu de maneira inesperada, apenas indicando que Seu “poder se aperfeiçoa na fraqueza”.
Considere esta extraordinária oração de Blaise Pascal: “Não te peço, Senhor, por saúde ou enfermidade, vida ou morte, mas apenas que Tu disponhas de minha saúde ou enfermidade, de minha vida ou de minha morte para a Tua glória [...]. Somente Tu sabes o que é melhor para mim [...]. Concede-me ou tira de mim, mas apenas faze a minha vontade aceitar a Tua vontade. Eu sei apenas, Senhor, que devo seguir-Te e não Te ofender. Fora isso, eu não sei o que é bom ou ruim em qualquer outra coisa. Eu não sei o que é melhor para mim, saúde ou enfermidade, riqueza ou pobreza, ou qualquer outra coisa no mundo. Tal discernimento está além do poder dos homens ou dos anjos, e está escondido entre os segredos de Tua providência, a qual eu adoro, mas não procuro compreender.”
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O Sinal Da Besta

Numa visão dada em 27 de junho de 1850, meu anjo acompanhante disse: “O tempo está quase terminado. Refletis, como deveis, a amorável imagem de Jesus?” Foi-me indicada então a Terra e vi que tinha de haver uma preparação da parte daqueles que nos últimos tempos abraçaram a terceira mensagem angélica. Disse o anjo: “Preparai-vos, preparai-vos, preparai-vos. Tereis de experimentar uma morte para o mundo, maior do que jamais experimentastes antes.” Vi que havia grande obra a ser feita por eles e pouco tempo para fazê-la.
Vi então que as sete últimas pragas deviam ser logo derramadas sobre os que não têm abrigo; no entanto o mundo se referia a elas como se não fossem mais que gotas de água que estivessem para cair. Fui então capacitada a enfrentar a terrível visão das sete últimas pragas da ira de Deus. Vi que Sua ira era tremenda e terrível, e que se Ele estendesse a Sua mão ou a levantasse em ira, os habitantes do mundo seriam como se nunca tivessem existido, ou padeceriam de incuráveis chagas e  fulminantes pragas que sobre eles viriam, e não encontrariam livramento, mas seriam destruídos por elas. O terror se apossou de mim, e eu caí sobre o meu rosto diante do anjo e supliquei-lhe fosse a visão removida, que a afastasse de mim, pois era demasiado horrível. Então compreendi, como nunca antes, a importância de pesquisar cuidadosamente a Palavra de Deus, para saber como escapar às pragas que, a Palavra de Deus declara, virão sobre todos os ímpios que adorarem a besta e sua imagem e, receberem o seu sinal em suas testas ou em suas mãos. Surpreendi-me grandemente de que alguém transgredisse a lei de Deus e pisasse o Seu santo sábado, quando tão terríveis ameaças e advertências estavam contra eles.
Roma mudou o dia de repouso do sétimo para o primeiro dia da semana. Ele imaginou mudar o próprio mandamento que foi dado para levar o homem a lembrar-se do seu Criador. Pensou mudar o maior mandamento do Decálogo e assim fazer-se igual a Deus, ou mesmo exaltar-se acima de Deus. O Senhor é imutável, logo Sua lei é imutável; mas o papa exaltou-se acima de Deus ao procurar mudar Seus imutáveis preceitos de santidade, justiça e bondade. Ele tem transgredido o dia santificado de Deus, e, em sua própria autoridade, pôs em seu lugar um dos seis dias de trabalho. A nação inteira tem seguido após a besta, e cada semana rouba a Deus de Seu santo tempo. Fez-se uma brecha na santa lei de Deus, mas vi que havia chegado o tempo para o povo de Deus fechar essa brecha e edificar os lugares assolados.
Supliquei diante do anjo para que Deus salvasse o Seu povo que se havia desviado, que o salvasse por amor de Sua graça. Quando as pragas começarem a cair, os que continuarem a transgredir o santo sábado não abrirão a boca para apresentar aquelas escusas que agora fazem para se considerarem livres de guardá-lo. Suas bocas estarão fechadas enquanto as pragas estão caindo e o grande Legislador requerendo justiça contra os que têm tido a Sua santa lei em desprezo e a têm considerado “uma maldição para o homem”, “lastimável”, e “sem solidez”. Quando sentirem os grilhões desta lei acorrentando-os, essas expressões aparecerão diante deles em caracteres vivos, e eles compreenderão o pecado de haverem desprezado esta lei, a qual a Palavra de Deus chama de “santa, justa e boa”.
Minha atenção foi então dirigida para a glória do Céu, para os tesouros acumulados pelos fiéis. Tudo era amável e glorioso. Os anjos cantavam um cântico maravilhoso, depois paravam de cantar, tiravam as coroas de suas cabeças e as lançavam muito brilhantes aos pés do adorável Jesus, e com vozes melodiosas clamavam: “Glória, Aleluia!” Uni-me a eles em seus cânticos de louvor e honra ao Cordeiro, e toda a vez que eu abria a boca para louvá-Lo, experimentava um indizível senso de glória que me circundava. Era um eterno peso de glória mui excelente. Disse o anjo: “O pequeno remanescente que ama a Deus e guarda os Seus mandamentos e o que ficar fiel até o fim desfrutará esta glória e estará para sempre na presença de Jesus e cantará com os santos anjos.” 
Então os meus olhos foram afastados da glória e foi-me indicado o remanescente na Terra. Disse-lhes o anjo: “Quereis escapar às sete últimas pragas? Quereis ir para a glória e desfrutar tudo que Deus tem preparado para os que O amam e estão dispostos a sofrer por Seu amor? Então tereis de morrer para que possais viver. Preparai-vos, preparai-vos, preparai-vos. Precisais ter maior preparo do que até agora, pois o dia do Senhor vem, terrível tanto em ira como em vingança, para desolar a Terra e destruir dela os pecadores. Sacrificai tudo a Deus. Deponde tudo sobre o Seu altar – o eu, a propriedade e tudo o mais – como um sacrifício vivo. Tudo é pedido para entrar na glória. Acumulai para vós um tesouro no Céu, onde nem os ladrões roubam nem a ferrugem consome. Tereis de ser participantes dos sofrimentos de Cristo aqui, se esperais participar com Ele de Sua glória no além.”
O Céu terá sido barato se o obtivermos através do sofrimento. Precisamos negar o eu ao longo de todo o caminho, morrer para o eu diariamente, deixar que somente Jesus apareça e ter em vista continuamente a Sua glória. Vi que os que ultimamente têm abraçado a verdade terão que aprender o que é sofrer por amor de Cristo, que terão provas a suportar, provas que serão agudas e cortantes, a fim de que sejam purificados e pelo sofrimento capacitados a receber o selo do Deus vivo, a passar pelo tempo de angústia, ver o Rei em Sua formosura e estar na presença de Deus e de anjos santos, puros.
Ao ver o que precisamos ser para herdar a glória, e quanto Jesus havia sofrido para alcançar para nós tão rica herança, orei para que fôssemos batizados nos sofrimentos de Cristo, a fim de não recuarmos nas provas, mas sofrê-las com paciência e alegria, sabendo o que Jesus havia sofrido, para que por Sua pobreza e sofrimento fôssemos enriquecidos. Disse o anjo: “Negai-vos; precisais caminhar depressa.” Alguns de nós têm tido tempo de possuir a verdade e progredir passo a passo, e cada passo dado tem-nos propiciado força para o seguinte. Mas agora o tempo está quase findo, e o que durante anos temos estado aprendendo, eles terão de aprender em poucos meses. Terão também muito que desaprender e muito que tornar a aprender. Os que não receberam o sinal da besta e da sua imagem quando sair o decreto, terão que estar decididos a dizer agora: Não, não mostraremos estima pela instituição da besta. [P. 64-67]

Uma Sinopse Da Unificação Do Mundo Religioso

Grupo de 45 pessoas passará pela Palestina, Israel, Jordânia e Roma mostrando que é possível viverem juntos sem guerras.
Representantes argentinos das três maiores religiões monoteístas do mundo se uniram e foram até o Oriente Médio mostrar que é possível conviver pacificamente.
A delegação formada por 15 judeus, 15 muçulmanos e 15 cristãos deixou a Argentina e chegou nesta quinta-feira (19) na Palestina para mostrar o modelo de respeito e convivência pacífica entre as religiões.
O primeiro-ministro palestino, Rami Hamdala, recebeu a delegação e destacou a presença das três religiões em seu território. “Palestina é a terra das três religiões: cristianismo, judaísmo e islã. E, para mim, a religião é tolerância”.
Ele também citou a paz dizendo que o acordo com Israel é o destino das nações. “Somos vizinhos, temos que viver juntos um ao lado do outro em paz e harmonia”, completou Hamdala.
Em entrevista à agência EFE Claudio Epelman, diretor-executivo do ‘Congreso Judío Latinoamericano’, explicou que além da Palestina a delegação, organizada por ele, ainda passará por Israel, Jordânia e Roma. “Em vez de chamar atenção para o conflito do Oriente Médio, queremos mostrar que cristãos, muçulmanos e judeus podem viver juntos”, disse.
As reuniões com os líderes de cada estado já estão marcadas. Em Israel eles serão recebidos pelo presidente Shimon Peres, na Jordânia por um membro da dinastia hachemita, pois o Rei Abdullah II não poderá recebê-los e em Roma serão recebidos pelo próprio Papa Francisco no dia 27 deste mês.
O líder católico, que é natural da Argentina, é considerado como um grande exemplo para os líderes religiosos. Epelman chegou a dizer que Francisco teve “um papel muito significativo como arcebispo de Buenos Aires” ao criar um diálogo entre as religiões.
“O motivo da viagem não é apenas estar na terra palestina, mas também mostrar uma realidade que existe em uma parte do mundo, onde o diálogo religioso é uma construção”, disse Omar Ahmed Abboud, co-fundador e presidente do Instituto do Diálogo inter-religioso da Argentina.
Quem também faz parte dessa delegação é o rabino Sergio Bergman, deputado por Buenos Aires, que acredita na mensagem de coexistência entre as três religiões.
Nota: Os adventistas, com base em Apocalipse 16:13 e 14,  ensinam há mais de 150 anos que, antes da segunda vinda de Cristo, haverá uma união global de igrejas e religiões. O fundamento para tal unificação se reservaria nas ideologias comuns entre eles – neste caso, a santificação do falso sábado e a crença espiritualista da imortalidade da alma. No entanto, o mundo religioso oriental parece estar um pouco distante deste mesmo propósito.
Mas, se levarmos e consideração o movimento atual para a guarda do domingo em lugar do sábado dentro do próprio estado israelita e também, da forte aproximação do oriente com o ocidente em fatores capitalistas (econômico), e, em especial, no âmbito religioso, da ansiedade profética e a esperança na vinda do seu messias (iman mahdi, Krishina, maitreya, buda, entre outros que se assemelham ao cristianismo), perceberemos que esta realidade pode um dia se materializar-se. Se Satanás pretende imitar a vinda de Cristo para os cristãos, porque não faria o mesmo para as demais religiões do planeta?
Tenha em mente que, embora todos estejam esperando o seu redentor ou messias com nomes diferentes, a pessoa pode ser a mesma. Por curiosidade é exatamente isto que o precursor do maitreya, Benjamim Creme, afirma em seus discursos. Portanto, o que podemos perceber é que, Satanás aparecerá na forma que seja compreensível e aceito por todos. O mais surpreendente é que, ao atrair os líderes, governantes e comunidades, levará todos a receberem o domingo como dia único e especial aos religiosos do mundo todos, tornando pública sua rejeição e desprezo aos que separam outro dia contrário a este.
Observe algumas declarações a respeito da vinda do falso Cristo:
“Como ato culminante no grande drama do engano, o próprio satanás personificará Cristo.” (O Grande conflito, p. 624).
“[…] Romanistas, protestantes e mundanos juntamente aceitarão, a forma de piedade… e verão nesta aliança um grandioso movimento para a conversão do mundo, e o começo do milênio há tanto tempo esperado”. (Ibdem).“Romanistas e protestantes, por terem rejeitado a verdade serão facilmente iludidos pelo falso cristo.” (Idem, p. 588).
“Para a sabedoria humana, tudo isto parece agora impossível: mas, ao ser retirado dos homens o Espírito de Deus, o qual tem o poder de reprimi-los, e ao ficarem eles sob o governo de satanás, que odeia os preceitos divinos, hão de acontecer coisas estranhas.” (idem, p. 608).
“Quando…a América do norte for induzida a repudiar todos os princípios de sua constituição…e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de satanás e que o fim está próximo.” (Meditações, 1977, Pág. 214).
“Satanás tem há muito estado a preparar-se para um esforço final de enganar o mundo .” (O Grande Conflito, p. 561).
“Com exceção dos que são guardados do poder de Deus, pela fé em Sua palavra, o mundo todo será envolvido por esse engano.” (idem, p. 562).
“Satanás não somente aparecerá como ser humano, mas personificará a Jesus, e o mundo que tem rejeitado a verdade o receberá como Senhor dos senhores e Reis dos reis.” (Eventos Finais, p. 146).
“Ele fará com que desça fogo do céu à vista dos homens…esse maravilhoso poder operador de milagres abrangerá todo o mundo.” (Meditações, 1977, Pág. 206).
“Em várias partes da terra, satanás se manifestará entre os homens como um ser majestoso, com brilho deslumbrante”. (O Grande Conflito, p. 623).
“[...]Sua voz é meiga e branda, cheia de melodia… cura as moléstias do povo, e então, em seu pretenso caráter de Cristo, alega ter mudado o sábado para o domingo.” (Ibdem).
“É este o poderoso engano, quase invencível.” (Idem, p. 624).
“Satanás personificará a Cristo, mas num ponto haverá notável diferença. Ele apartará as pessoas da lei de Deus!”. (Eventos Finais, p. 144).
“Cabeças coroadas, presidentes, governantes em altos postos curvar-se-ão ante suas falsas teorias.” (Ibdem).
Publicado em Ecumenismo, Falsas Doutrinas, Série: O Conflito, Sinais do Fim | Deixe um comentário

Tudo Que Vicia Começa Com C

“Tudo que vicia começa com C. Por alguma razão que ainda desconheço, minha mente foi tomada por uma ideia um tanto sinistra: vícios. Refleti sobre todos os vícios que corrompem a humanidade.
Pensei, pensei e, de repente, um insight: tudo que vicia começa com a letra C! De drogas leves a pesadas, bebidas, comidas ou diversões, percebi que todo vício curiosamente iniciava com cê. Inicialmente, lembrei do cigarro que causa mais dependência que muita droga pesada. Cigarro vicia e começa com a letra c. Depois, lembrei das drogas pesadas: cocaína, crack e maconha. Vale lembrar que maconha é apenas o apelido da cannabis sativa que também começa com cê.
Entre as bebidas super populares há a cachaça, a cerveja e o café. Os gaúchos até abrem mão do vício matinal do café mas não deixam de tomar seu chimarrão que também – adivinha – começa com a letra c. Refletindo sobre este padrão, cheguei à resposta da questão que por anos atormentou minha vida: por que a Coca-Cola vicia e a Pepsi não? Tendo fórmulas e sabores praticamente idênticos, deveria haver alguma explicação para este fenômeno. Naquele dia, meu insight finalmente revelara a resposta. É que a Coca tem dois cês no nome enquanto a Pepsi não tem nenhum. Impressionante, hein?
E o computador e o chocolate? Estes dispensam comentários. Os vícios alimentares conhecemos aos montes, principalmente daqueles alimentos carregados com sal e açúcar. Sal é cloreto de sódio. E o açúcar que vicia é aquele extraído da cana.
Algumas músicas também causam dependência. Recentemente, testemunhei a popularização de uma droga musical chamada “créeeeeeu”. Ficou todo o mundo viciadinho, principalmente quando o ritmo atingia a velocidade… cinco.
Nesta altura, você pode estar pensando: sexo vicia e não começa com a letra C. Pois você está redondamente enganado. Sexo não tem esta qualidade porque denota simplesmente a conformação orgânica que permite distinguir o homem da mulher. O que vicia é o “ato sexual”, e este é denominado coito.
Pois é. Coincidências ou não, tudo que vicia começa com cê. Mas atenção: nem tudo que começa com cê vicia. Se fosse assim, estaríamos salvos pois a humanidade seria viciada em Cultura…”
 Luiz Fernando Veríssimo
Nota: Excelente ‘sacada’ do Veríssimo… Todos os pontos abordados nesta crônica vão de encontro com o que constantemente abordamos como comportamentos de alto risco, maléficos à saúde das pessoas. Seja na alimentação, consumo de drogas (licitas e ilícitas) ou no comportamento sexual.

Meditações em Torno de Provérbios 3:5-8: Razões Para Confiar em Deus


Dois detalhes me chamam  a atenção no livro de Provérbios. O primeiro deles é o modo gentil como o Sábio se aproxima do ouvinte, que se subentende como sendo os seus leitores. Em diversos momentos o chama de “filho meu” e se intitula como “pai” (Cf. 1:8; 2:1; 3:1), de modo que os conselhos ali expostos, são como as palavras ternas de um pai amoroso para um filho amado. Por diversas vezes ele insiste como um pai amoroso, que o “filho” não se esqueça de seus ensinos. O segundo detalhe é a razão para esse pedido: Ele insiste na ideia de que os conselhos e mandamentos não são para o mal e sim para o bem do ouvinte. Isso se acha exposto em todo o livro. De modo especial, quero analisar os princípios expostos em Provérbios 3:5-8, na busca de compreender não só a natureza das bênçãos possíveis na aplicação dos conselhos expostos no texto, mas também o modo pelo qual podemos, efetivamente, participar dessas graças divinas ofertadas a todo crente.
I
Comentando sobre Provérbios 3, Matthew Henry (1) chegou a afirmar que este é um dos mais importantes capítulos do livro, pelas abundantes argumentações para o desenvolvimento de nossa vida religiosa. Segundo os argumentos deste texto, os conselhos da Palavra vão, por assim dizer, abençoar a vida de quem se dispõe a buscar a sabedoria neles contida. Eles trarão saúde para o corpo e vigor para os ossos. O Comentário Bíblico Adventista (2) afirma a ideia de qu não existe melhor estabilizador para os nervos daqueles que vivem oprimidos pela correria da vida do que saber que o Senhor participa  de modo ativo de tudo o que fazemos e se torna “uma influência para garantir o contentamento presente e a vitória futura.” Ora, isso corresponde a ideia exposta também no verso 2 no qual o Sábio afirma que os mandamentos de Deus aumentam os anos e trazem dias de paz. No meu entender, isso quer dizer que eles trarão bem-estar por dentro e por fora, plenitude de alegria e abundância de vida! A sugestão que o texto nos traz é a de que essa qualidade de vida alcançada ocorre pelo fato de que quando em contato com o ensino da Palavra de Deus o homem chega ao diálogo com seu próprio Criador. Isso se entende pelas exortações de Provérbio capítulo 2, especialmente o verso 6, onde se afirma que “O Senhor dá a sabedoria; da sua boca procedem o conhecimento e o entendimento” (Provérbios 2:6). Uma relação de respeito e submissão do homem diante do Criador é sugerida no capítulo 3  com as palavras:
“Confia no SENHOR de todo o teu coração e não te apoies na tua própria prudência: pensa nele em todos os teus caminhos, e ele conduzirá teus passos. Não sejas sábio a teus próprios olhos; teme o SENHOR e afasta-te do mal: isto trará saúde para teu corpo e vigor para teus ossos.” (Provérbios 3:5-8).
Um olhar atento revela que a proposta do Sábio apresenta uma situação contraditória de nossa vivência humana. Por um lado, essa afirmação vem ao encontro da maior busca do homem em todos os tempos e quadrantes. Pois se nos perguntássemos qual seria a maior ânsia de nosso coração, com certeza diríamos que esta seria a sensação de plena satisfação, de completa felicidade. Por outro lado, o grande problema do ser humano é que  na busca de sua realização, ele vê a si mesmo como grande “sábio”, aquele que conhece todos os caminhos e possui todas as respostas, se colocando diante da Divindade como um “todo-suficiente”. Dessa maneira, é comum que ele se pergunte se realmente  deveria buscar os conselhos de um Deus misterioso em um livro que alcança milhares de anos de existência. Sua ética, forjada pela cosmovisão humanista e secularizada se norteia pelo senso de que há na própria condição humana a capacidade de compreender a realidade da vida, sua verdadeira essência e o destino à sua sua frente, de modo alheio às orientações divinas. Todavia, é no enfrentamento de seus desafios concretos na busca de sua completude, que ele cedo se depara com sua angustiosa situação de “criatura”.
II
Soren Kierkegaard escreveu algo sobre essa angústia humana, em 1844 (3).Fazendo uma releitura de Gênesis 3 com os moldes da filosofia existencialista, o filósofo dinamarquês expunha que a angústia humana seria  parte constitutiva do homem enquanto criatura, pois faz parte da natureza humana desde o momento de seu primeiro fracasso, retratado na figura de Adão. Para ele, a angústia em Adão teria se manifestado pela possibilidade da plena liberdade aberta pelo Criador, na narrativa da queda(4). Sartre teria interpretado essa visão de Kierkegaard ao dizer que essa sensação de angústia surge no homem quando este se vê “diante de si mesmo” em confronto com todas as possibilidades que lhe traz a existência, mas que não se vê orientado sobre qual via tomar (5). Obviamente, o que se pode conjecturar a partir de Kierkegaard  é se essa dificuldade do homem sobre “qual via tomar” não surgiria de fato pela sua opção pela sua dúvida diante da voz divina que o chama para Si, a fim de ele encontre orientação e guia. Entretanto, mesmo sabendo o querer divino, o homem sempre tenderá para o agir equivocado, para o uso irrefletido de suas potencialidades e para o caminhar alienado da presença de Deus. Na ótica de Kierkegaard, assim foi com Adão: Ao ser colocado diante das possibilidades apresentadas pelo Criador era como se estivesse diante de um “abismo”; e ao fazer uso incorreto de sua liberdade, foi como se desse um “salto” que o teria lançado de seu estado de pureza para sua primeira situação de culpa, no momento em que lançou mão do fruto proibido, ignorando a orientação divina. O que se entende a partir disso, é que a experiência da liberdade sem Deus sempre será destrutiva em seus efeitos, pois sem que que se veja orientada pela voz do Criador, a criatura humana destrói-se a si mesma no uso de seus dons.
Independentemente disso, o homem prossegue envolvido pela sensação de angústia que advém dessa sua condição de criatura, que diante de si mesmo, não sabe qual a melhor via a seguir. Ele carece de ser guiado diante de suas múltiplas escolhas, a fim de que sua liberdade não seja para ele um caminho de infortúnios, mas que o impulsione para a abundância de vida que é possível pelo convívio com seu Criador. Talvez por isso, Agostinho teria dito que a única possibilidade de descanso do ser residisse somente no reencontro do homem com Deus. Em suas “Confissões”, ele deixou exposto a oração na qual afirma sua sede de descanso no Criador:
“Quem me dera descansar em ti! Quem me dera que viesses a meu coração e que o embriagasses, para que eu me esqueça de minhas maldades e me abrace contigo, meu único bem!” (6)
Apesar disso, rejeitando o conselho do Sábio de Provérbios, muitos não se sentem motivados a buscar essa bênção que reside no conhecimento de Deus e preferem se se estribar em sua própria “prudência” (ou entendimento). A “prudência” adequada, porém é descrita em Provérbios 9:10 como sendo o “entendimento do Santo”. Isso quer dizer que o único entendimento que conta e que trará o direcionamento de nossa existência é o entendimento que vem de Deus. Contudo, na construção de sua vivência, o que vemos é que o homem prefere optar pela sua própria sabedoria, e desprezar aquela que vem de Deus.

III

Mas vale perguntar: Que frutos a sabedoria humana produziu, na busca pela plenitude de vida, em sua independência de Deus? Se olharmos bem, mesmo em suas conquistas para a superação de suas limitações impostas pela sua condição caída, a Humanidade tem encontrado apenas a percepção de sua incapacidade e limitação. Toda a história dessa busca seria como um andar em círculos, que mais e mais configura sua inadequação para a superação de seus dilemas. Em seu ensaio, intitulado “O Excesso de Informação – A Neurose do Século XXI“, ao citar Claude Shanom (autor do livro “A Teoria matemática da Comunicação”), o Dr. Ryon Braga afirma que a palavra “informação” deve ser tida como tudo aquilo que “reduz a incerteza”. Mas ao partir dessa premissa, ele vê que não se pode conceber a nossa era como sendo a suposta “Era da Informação”, pois a explosão de dados disponíveis e isolados não produzem a verdadeira “compreensão”. E sem isso, o fato é que elas não reduzem a incerteza do homem e, portanto, passam a ser “não-informação.”(7).
De fato, o que se vê na atualidade não é apenas a nulidade dessa diversidade de informações construídas pelo homem, mas também a sensação de que elas aumentam ainda mais a incerteza humana. Está claro que muitas das invenções elaboradas pelo gênio humano, embora alcançassem certo nível de utilidade na busca de maior qualidade de vida, conduziram o ser humano a uma maior frustração diante da dura realidade do mundo. E poderíamos acrescentar: Muitas delas acabaram se tornando instrumentos de sua maldade e causadoras de seu próprio sofrimento. Não é à toa que o erudito Paul House tenha afirmado que no livro de Gênesis, quando se comenta a história da Queda em sua dimensão histórica, que “A tecnologia avança (Gn 4;17,21,22), mas essa engenhosidade não reduz em nada os efeitos do pecado” (8). Os efeitos do pecado, que nascem de nossa ruptura com a Fonte de vida ainda prossegue com seus efeitos, todavia.
Além da tecnologia, não foram poucas ideologias que buscaram suprir essa carência, prometendo a utopia da humanidade. A partir da segunda metade do século 19, houve o fenômeno conhecido como “Belle Époque“, quando a Europa, especialmente a França, que se havia tornado o berço das ideologias humanistas se tornou a referência de progresso e de desenvolvimento tecnológico e ideológico para o mundo. Várias dessas ideologias se originaram basicamente da doutrina de que o homem podia ser o arquiteto do futuro, pois o ser humano era dotado de bondade inerente. Com base nisto, as doutrinas sociais afirmaram a ideia de que por meio de suas revoluções, o homem amadureceria e que ele mesmo seria capaz de criar uma sociedade melhor, que desaguaria em uma utopia dos povos. Mas o futuro revelou o engano desse pensamento. Vieram as Grandes Guerras, os conflitos entre etnias e a acentuada divisão das classes, nos anos subsequentes, naufragando a esperança dos homens.
H. G. Wells escreveu certos livros que podem demonstrar seu ceticismo para com o saber humano e para a alardeada capacidade de construção do homem pelo homem. Lembro-me de dois romances do autor que expuseram com maestria o drama humano causado por esse tipo de pensamento. Em A máquina do Tempo (9) Wells expôs a busca humana através do personagem denominado Viajante do Tempo, que trafegava pelas vias do futuro em busca de um tempo perfeito no qual houvesse a paz e harmonia dos povos. Mas o que ele viu foi apenas uma sociedade dividida, onde os seres humanos se devoravam mutuamente, seguida pela contemplação de uma completa destruição  do mundo.  Em outro romance,A Ilha do Dr. Moreau (10), Wells expôs a caricatura de um cientista que idealizava o surgimento de um novo Paraíso, mediante um processo semelhante ao evolucionismo. Com a diferenciação de que animais seriam modificados em pessoas e que pelo processo de educação com seu “criador”, formariam uma nova humanidade sem nenhum traço de maldade. Mas logo as criaturas se revoltaram contra seu ”criador”, tiraram sua vida, destruíram sua casa e prejudicaram a si mesmas.
A realidade exposta na leitura de Wells não poderia ser mais clara: Pois o que ele revela é a fraqueza dos recursos humanos bem como da sabedoria do homem frente a seus dilemas e ao desafio de sua plena  realização. De fato, o homem não será capaz de criar uma sociedade justa, à parte de Deus, pois ele mesmo não é justo. Ele não pode sequer construir uma vida equilibrada e feliz sem que esteja sob a guia e condução divina. As grandes realizações do homem na área da tecnologia, as conquistas espaciais, as revoluções de pensamento e suas tantas ideologias — em tudo isso, se provou que o homem não poderá transformar a Humanidade para melhor ou ser o arquiteto de sua própria felicidade. Por isso, o conselho prevalece:
“Confia no SENHOR de todo o teu coração e não te apoies na tua própria prudência: pensa nele em todos os teus caminhos, e ele conduzirá teus passos. Não sejas sábio a teus próprios olhos; teme o SENHOR e afasta-te do mal: isto trará saúde para teu corpo e vigor para teus ossos.” (Provérbios 3:5-8).
O caminho da realização humana está exposto como sendo “temer” a Deus e reconhecê-Lo como Deus em todos os caminhos. Negar que somos plenamente sábios e afirmar que temos Alguém acima de nós que deve nos conduzir pela vida; buscá-Lo de todo o coração –este é o sentido do “temor” pretendido no texto. Pois este “temor a Deus”, é o respeito e submissão devidas a Ele. Rejeitar esse conceito do temor a Deus é o princípio da “tolice” – ou loucura – descritos em Provérbios, mas que perpassa toda a Bíblia.

IV

Sobre esse ponto penso que vale a pena retornar a proposta de Kierkegaard sobre a temática da angústia humana e analisar aqui a experiência de Deus com os primeiros pais, Adão e Eva. Quando avaliamos a narrativa bíblica de Gênesis em seus primeiros capítulos, percebemos a razão de toda a miséria humana: Ela surge quando ocorre uma quebra da confiança da criatura para com seu Criador e pela confiança do homem em seus próprios conceitos. Toda a narrativa se estrutura em torno da perspectiva da Aliança. Foi  por iniciativa divina que um relacionamento de confiança se estabeleceu entre a Humanidade e a Divindade. Deus iniciou o processo. Deus criou um mundo e o entregou ao homem como um presente para que este o guardasse (Gênesis 2:15). Ele especificou os limites e privilégios dessa relação, bem como os riscos de uma atitude deliberada de rebelião (Gênesis 2:17). Ele falou e eles ouviram suas orientações tão claras.
Todavia, o que vemos em seguida foi a ação do homem na direção contrária àquela idealizada por Deus, o que trouxe toda a variedade de sofrimentos e desgraças para o mundo, que desde então se vê alienado de seu Criador.  A base da tentação e de nossa alienação de Deus, tanto hoje, quanto nos primórdios, jaz na desconfiança de Deus. Deus deu em excesso, como pai Generoso que é (Gênesis 1:26-28), e se acaso fez alguma restrição, o fez como exceção e não como regra. Entretanto , segundo a sugestão da Serpente, essa  exceção era a totalidade. E foi na proposta da Serpente que Eva olhou para o fruto e “viu” os limites de Deus segundo sua própria percepção de criatura. Ela “viu” que ao contrário do que Deus dissera, o fruto era algo “bom para se comer” (Gênesis 3:6). Ao analisar a narrativa da Queda, em Gênesis 3, disse certo teólogo:
“A serpente é apresentada como astuta. Onde está a astúcia quando ela diz à mulher: ” Deus vos disse realmente- Não comereis de todas as árvores do Jardim”( Gn 3:1)? Para percebê-la é necessário comparar o que a serpente fala da ordem divina com que realmente Deus disse. Lemos que Deus disse a Adão: ” poderás comer de toda árvore do Jardim, mas não comerás da árvore do conhecimento, e se comeres morrerás” (Gn 2:16) É isso que a serpente fala? Há equivalência lógica das duas proposições, porque “todos menos um” não é todos. Talvez sejam muitos, mas não todos. Se a proposição é logicamente equivalente, ela não o é quanto ao sentindo, dado o alcance psicológico e efetivo da proibição. Na palavra de Deus há, primeiro, um dom, depois uma interdição ligado ao uso desse dom. Interdição justificada pelo bem de quem recebe dom. Para a serpente, ao contrário, há primeiro proibição. A serpente desconstrói a dinâmica da ordem divina. Elimina a generosidade do dom e falseia o sentido da ordem. Sua malícia está em apresentar como equivalentes.” (11)
Desse modo, com base na argumentação da Serpente, no pensamento do homem, Deus não é de fato o Pai generoso, que se aproxima de Seus filhos querendo-lhes o bem, mas sim Aquele que rouba de Sua criatura o direito da vida em plenitude. Essa maneira astuta de colocar as coisas, desde o Éden, faz com que nós seres caídos olhemos o mundo de acordo com nosso próprio discernimento, ignorando a “intromissão” divina. Vemos e agimos de acordo com as sugestões de nossas olhos e mentes de criatura. E onde houver a quebra da confiança do homem para com Deus, isso certo produzirá pecado, e com ele o sofrimento e a impossibilidade de realização. Por isso, o conselho do Sábio de Provérbios é que não sejamos sábios a nossos próprios olhos, mas que nos afastemos de toda forma de maldade, em seus múltiplos disfarces, que na maioria das vezes, como no Éden, adquire a forma de um discurso enganoso. E o caminho para o retorno à paz interior quebrada pelo pecado ainda segue sendo o nosso retorno para Deus. A Bíblia apresenta essa doutrina como “ministério da Reconciliação” (2Coríntios 5:18-19).
E esse é o nosso grande desafio nesse tempo de muitos recursos e saturado de ideologias contraditórias: Restabelecer a nossa fé em Deus e em Seus conselhos e orientações. No entanto, a grande questão é: Como confiar em Deus e sua palavra em um mundo repleto de ideias, de recursos e de pessoas que se pretendem tão sábias a ponto de negar o Criador? Penso que poderemos encontrar apenas um caminho e ele se pode ser exemplificado na teologia de Paulo, em sua segunda epístola aos de Corinto. Nessa carta, se manifesta a preocupação do Apóstolo, quando também em seus dias, alertava a igreja em Corinto sobre o perigo do engano e das falácias da antiga Serpente. E seu modo de conduzir a igreja de volta à confiança nele e à Palavra de Deus nos ilustra como Deus ainda trabalha na tarefa de nos chamar para Ele e conquistar nosso empedernido coração.

V

De acordo com 2Corintos 11:03-05, o que Paulo temia era que do mesmo modo como enganou a Eva, a Serpente enganasse também a igreja — o que já estava ocorrendo, ao que parece, com a infiltração de ensinos contraditórios e nas supostas boas intenções dos falsos mestres que se infiltrara no rebanho. O caminho da queda em Corinto, ao que parece, era o mesmo ocorrido com Eva, no Éden. Havia tentativas de minar a credibilidade no Evangelho de Paulo, que para o Apóstolo, era oriundo de Deus (Romanos 1:9,16). O chamado de Paulo era que os coríntios se dobrassem perante seu cuidado amoroso, demonstrado nos seus sacrifícios em favor deles (2Co 11:14-33). O chamado de Paulo era que ao olharem os crentes de Corinto a soma de seus sofrimentos pela igreja, e toda a extensa lista de tribulações em favor de seus irmãos, houvesse então o restabelecimento da confiança perdida. Veriam que era um pai amoroso ou mãe obsequiosa e não um usurpador ou falso mestre guiado por motivos egoístas, como era agora visto pelos Coríntios. Ele abre o coração de modo surpreendente, quando diz:
“Assim, de boa vontade, por amor de vocês, gastarei tudo o que tenho e também me desgastarei pessoalmente. Visto que os amo tanto, devo ser menos amado?” (2Coríntio 12:15).
Paulo os restaurou não pelo uso da força, mas por meio de seu amor. E apenas o amor pode de fato trazer uma mudança que opera no interior do homem, elevando-o para um estágio mais nobre da sua existência.
Do mesmo modo, Deus ainda se vale desse recurso para alcançar o coração dos homens, ludibriados pelo engano de uma felicidade sem Ele: Somente  quando se contempla a grandeza do amor e da dádiva do Criador que se doa a toda sorte de infortúnios na busca de redimir Sua criação, que ocorre o restabelecimento da verdadeira confiança. O Criador ainda fala em nossos dias, a linguagem do amor. O Evangelho ainda diz que Ele “amou o mundo de tal maneira” que se deu na pessoa de Seu Filho (João 3:16) e que estava com Ele reconciliando o mundo consigo mesmo (2Corintio 5:19). E é mediante a compreensão de Seu amor pelo mundo que então somos capazes de reconhecê-Lo em todos os nossos caminhos e permitiremos que Ele endireite nossas veredas. E é na dádiva de Seu Filho exposto na cruz que Ele quebranta a resistência de nossa vontade e nos toma para Ele. E só então assim, deste modo conquistados pelo Seu amor, compreenderemos que apenas Seu discernimento, e não o nosso, será o que nos capacitará rejeitar o mal e desejar o bem. Por isso, vale ressaltar que apenas nesse momento, o mal adquire sua verdadeira forma: Ele surge como o elenco de ideologias, projetos, gostos e atitudes que nos separam de Sua vontade e nos alienam de Sua presença abençoadora. A partir de então, passamos a ver com os olhos de Deus e rejeitamos tudo isso. O fruto disso é que teremos plena saúde e pleno vigor interior e exterior – uma vida plena! (Provérbios 3:8).

Conclusão

Sim, de fato: Se queremos saber onde encontrar a sabedoria de Deus, o Sábio nos aponta o caminho em Provérbios 3:1-8:  Nos ensinos e orientações das Escrituras. Quando nos dispomos a ler e obedecer ao que Deus revelou, estaremos prontos a reconhecer Sua soberania em todos os nossos caminhos. E todos os nosso caminhos poderão ser transformados pela reta ação de Sua Palavra que opera no “todo” do homem, trazendo o senso de completude possível em nossa relação com o Criador. – [Claudio S. Sampaio].
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BRINQUEDOS E NADA MAIS

Se você tem 25 anos de idade ou mais, com certeza vai se lembrar de muita coisa neste post. Se na televisão e cinema fomos brindados nos anos 80 com clássicos que perduram até hoje na lembrança, não seria diferente com brinquedos e outros artigos como calçados, relógios e guloseimas que marcaram uma época e toda uma geração.
Brinquedos e outros artigos curiosos dos anos 80
Parece que tudo estava acontecendo naquela mágica década, quando parecia não existir limites para a criatividade e as empresas tinham o feeling de saber exatamente o que as crinças e jovens queriam. Foi nesse cenário que apareceram o Pogobol, o Vai-e-Vem, o Kichute, os cigarrinhos de chocolate Pan, a Mola Maluca, O Pense Bem, o Pula-Pirata, o chocolate Lollo, a boneca Fofolete e muitas outras coisas que não caberiam nesse post, mas que você pode matar um pouco a saudade nas fotos abaixo. Confira!
Brinquedos e outros artigos curiosos dos anos 80
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