quinta-feira, 6 de março de 2014

Os famosos que saíram do armário no primeiro ano do iGay

No Brasil, Daniela Mercury e Maria Gadú ganharam destaque ao revelar o amor por outra mulher. No exterior, Wentworth Miller e Ellen Page viraram notícia internacional quando assumiram
O mergulhador olímpico Tom Daley se assumiu gay ao revelar sua paixão por outro homem: 'Eu estou namorando um cara e não poderia estar mais feliz'. Foto: Getty Images
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“Assumo porque estou cansada de esconder, de mentir por omissão”. No mês passado, a atriz Ellen Page saiu do armário com essa frase franca e impactante. Assim como a estrela dos filmes “Juno” (2007) e “A Origem”, muitos famosos como ela tomaram essa atitude de coragem neste primeiro ano em que o iGay está no ar.
O ator Wentworth Miller, 41, também causou forte impacto quando saiu do armário, em agosto de 2013, até pelo fato de ele ter feito desta revelação um ato político contra a legislação antigay russa. Convidado para participar de um festival de cinema da Rússia, ele se assumiu homossexual ao recusar o convite do evento. Para nós aqui do Brasil, a saída do armário mais impactante foi mesmo da cantoraDaniela Mercury, em abril do ano passado. Sem medo de ser feliz, a popstar do axé assumiu seu romance com a jornalista Malu Verçosa, postando em seu perfil no Instagram uma foto dela e da amada em Paris, acompanhada da frase: "Malu agora é minha esposa, minha família, minha inspiração pra cantar".
Assim como Daniela, algumas celebridades decidiram se assumir depois de se apaixonar por uma pessoa do mesmo sexo. Este foi o caso do mergulhador britânico Tom Daley, que saiu do armário após ter se apaixonado pelo roteirista americano Dustin Lance Black, responsável pelo script de “Milk – A Voz da Igualdade”, premiado com o Oscar em 2008.
Getty Images
Ao se assumir, Ellen Page declarou que estava cansada de se esconder
Ídolo absoluto das adolescentes britânicas, Daley gravou um vídeo para as fãs contando que estava apaixonado por um homem. "Eu estou namorando um cara e não poderia estar mais feliz. Isso me faz bem e me traz segurança", explicou o mergulhador.
O amor também motivou a atriz Maria Belloa sair do armário, assumindo o seu relacionamento com a executiva Clare Munn, que era uma de suas melhores amigas.
“Mas nada além de amizade havia me ocorrido. Até que houve um encontro de almas no meu jardim, e vimos que poderíamos escolher uma a outra para amar”, escreveu Maria, falando sobre seu amor por Clare, num artigo para o jornal The New York Times, que levou o título “Saindo do armário como uma família moderna”.
A bissexualidade também foi revelada por algumas personalidades, como a atriz americanaMichelle Rodriguez e a brasileira Antonia Fontenelle. Veja na galeria acima mais detalhes sobre ela e também sobre outros famosos gays assumidos

    Mulheres com 70 anos se sentem mais confiantes para sexo

    Estudo diz que elas ficam encorajadas a ter sensações novas

    Rio - Ao contrário do que diz o senso comum, a vida sexual depois dos 65 não só existe como pode ser melhor do que era antes. Um levantamento feito pela American University, de Washington, revelou que mulheres com idades entre 70 e 80 anos se sentem mais aventureiras e confiantes com sua sexualidade do que as mais jovens.
    A pesquisa cruzou o terreno íntimo de 150 mulheres, entre 20 a 90 anos, ouvindo-as em diferentes fases da vida: após a faculdade, maternidade, menopausa e viuvez. 
    Iris Krasnow, professora de Jornalismo e Estudos Femininos, afirma que a chave para a satisfação sexual na maturidade está na conexão emocional entre os parceiros, algo comum em casais mais experientes.
    Segundo o estudo, após os 65 anos, pessoas têm mais tempo de cuidar de si, e podem se sentir encorajadas a buscar sensações novas. O acesso a tratamentos hormonais também dá aos mais velhos chance de aproveitar a sexualidade por mais tempo.

    Escolher um pet e encontrar um namorado é mais similar do que você imagina

    Ter um animal de estimação significa ter um amigo que você poderá contar nos tempos difíceis e alegres.  Ele sempre estará do seu lado, torcendo por você, movido simplesmente pelo amor e pela alegria de tê-lo como dono.  
    Embora pareça que todos os animais irão cumprir a função de ser o “pet perfeito” para os seus donos, a verdade é que existem sinergias entre os animais e seus respectivos donos.  Como qualquer bom relacionamento entre pessoas, a personalidade e o estilo de vida necessário para fazer aquele animal feliz devem ser considerados antes de trazê-lo para a sua vida.
    Afinal, um animal de estimação fará parte do seu dia-a-dia por mais de uma década.  Nesse sentido, o momento de escolhê-lo deve ter a mesma importância do que a escolha de um amigo ou par perfeito.  
    Com isso em mente, procurei as dicas mais indicadas por especialistas sobre como encontrar o par perfeito e as adaptei para animais de estimação, ou seja, um dos seus melhores amigos pelas próximas duas décadas.

    1. Conheça a si mesmo antes de trazer um animal para a sua vida

    O auto conhecimento é um dos fatores mais importantes a serem considerados na hora de adotar um animal de estimação.  Não adianta, por exemplo, adotar um cachorro que exigirá horas de caminhadas por dia se você é uma pessoa que gosta de dormir até tarde e relaxar no sofá nos tempos livres. 
    Ao se conhecer e entender os motivos pelos quais você quer trazer um animal de estimação para a sua vida, você conseguirá entender o papel que ele terá na sua rotina.  Assim, poderá ter por perto um animal que agregará no seu dia-a-dia. 
    gato deitado com dono
    2.  Saiba por que você procura em um animal de estimação
    Por que você quer um animal?  Em casos em que ter um animal foi uma ideia para tentar amenizar um problema na vida dos donos, como, por exemplo, uma insegurança no casamento, aconselho resolver esse problema antes de adquirir o animal.  
    Da mesma forma que um ter um filho não resolverá esses problemas, trazer um cachorro ou gato para casa com a expectativa de que eles preencham esse tipo de vazio pode ser problemático. Na maioria de casos como esses, o que se vê é que, quando se trata do que importa para ser feliz, o animal de estimação ficará em segundo plano e não terá o que é necessário para si. 
    Ter um animal de estimação deve ser uma troca e uma verdadeira convivência entre dono e pet.  O seu animal te fará uma pessoa melhor mas, ao mesmo tempo, exigirá o seu tempo, atenção e carinho.  Por esse motivo, ter um animal para te fazer companhia e te acompanhar no seu dia-a-dia são motivos que agregam à sua vida e à dele.
    cachorro escondido
    3. Conheça diversos animais e veja o que mais encaixa com você
    Não se apegue ao primeiro animal que você vê.  Conheça diversos cachorros e gatos e busque entender o máximo que puder sobre ele e suas características antes de escolher o que mais encaixa com você. 
    Os animais tem personalidades diferentes e, por conta disso, exigem cuidados e rotinas diferentes.  Ao interagir com diversos animais e entender mais sobre eles, você notará essas diferenças e poderá fazer a escolha que mais combina com você. 
    cachorro beijando dona
    4. Se um não quiser, dois não ficam juntos
    Não é só você que tem que conhecer e escolher o animal, mas ele também tem que sentir a sua energia e ver se combina com ele.  Em diversos casos, ao não se abrir completamente com o animal, donos adquirem animais que trazem mais preocupações para a sua vida do que felicidade e amor.  Nessas situações, tanto os donos quanto os animais ficam infelizes e a taxa de abandono, consequentemente, sobe. 
    Sendo assim, é importante que você interaja com o animal por algum tempo antes de levá-lo para casa. Alguns locais onde você pode adquirir animais já trabalham com essa proposta, sendo que um deles é o evento Adote Um Melhor Amigo, organizado pelo Linkanimal, onde os animais ficam soltos em um ambiente descontraído.  Assim, os futuros donos podem interagir com diversos animais e vice-versa, permitindo que surja aquele momento de “verdadeiro amor” que comumente existe entre donos e seus pets.
    cachorro cara coração
    5. Esteja preparado para fazer pequenas mudanças na sua vida
    No momento que você trouxer um animal para a sua vida, seja ele um gato ou um cachorro, ela irá mudar.  O seu horário de acordar e dormir e provavelmente a sua rotina terá  que ser adaptados para incluir a entrada desses animais.  Estudos revelam que gatos baseiam a sua rotina diária no dia-a-dia do dono, por exemplo.  Se a sua rotina não comportar a de um gato, as chances dela ter que mudar são grandes.
    gato deitado ocm dono
    Foto: Paulo Ordoveza via Flickr / CC BY 2.0

    Como A Teoria Da Evolução Atrasa O Progresso Científico


    Artigo presente na página de notícas da Hub, para a “Johns Hopkins University começa com uma foto dum luminoso “knifefish“, e depois coloca a enigmática questão:
    Há já muito tempo que um equívoco da natureza baralha os cientistas: Porque é que os animais desenvolvem esforços em direção a um ponto que não está de acordo com o seu objectivo? Um engenheiro a construir um robô muito provavelmente evitaria estes movimentos visto que eles parecem ser um desperdício. Então, porque é que alguns animais se comportam desta forma?
    Façamos aqui uma pausa e levantemos a questão: de que forma é que um defensor do design inteligente resolveria este aparente dilema, e de que forma um crente no evolucionismo o resolveria? Os evolucionistas poderiam pensar que isto nada mais é que uma “sobra”, e que isto é o efeito de “ajustes” e “remendos” evolutivos feitos com o propósito de produzir uma ou mais estruturas suficientemente boas para permitir a sua sobrevivência. Por outro lado, quem defende que as formas biológicas são o efeito de design inteligente (os defensores da teoria do Design inteligente ou os criacionistas) suspeitariam que muito provavelmente existem princípios de design que ainda não foram descobertos, e que a melhor forma de os descobrir, é fazer testes e experiências até se apurar a verdade.
    E o que foi que os pesquisadores da Universidade “Johns Hopkins” aprenderam após estudarem os movimentos aparentemente inúteis do “glass knifefish”? Na verdade, eles descobriram um design genial – tão bom que ele produz um benefício funcional que há muito desafiou a sabedoria dos engenheiros:
    Uma equipa de pesquisa multi-institucional, liderada por engenheiros da Universidade “Johns Hopkins”, afirma que resolveu este puzzle. No artigo publicado na edição onlinede Novembro da “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), a equipa reportou que estas forças extras não são, na verdade, inúteis: elas permitem ao animal aumentar a sua estabilidade e maneabilidade, uma proeza descrita como impossível, segundo os livros escolares de Engenharia.
    Portanto, o “mau design” alcança o impossível – o que produz reviravolta surpreendente. Ressalve-se que a notícia não fala só de peixes, visto que a habilidade parece ser um princípio bem generalizado, presente em organismos tão diversos como os peixes, os répteis, as abelhas e as aves – animais cujas estratégias de locomoção não podem ser explicadas segundo uma descendência evolutiva.
    Noah Cowen, professor-assistente da Engenharia Mecânica na universidade, afirma:
    Uma das coisas que é ensinada na engenharia é que não dá para ter tanto a estabilidade como a maneabilidade ao mesmo tempo.
    Há uma troca; ou se tem uma ou se tem a outra. Os irmãos Wright enfrentaram esse problema, e ele está presente em todos os livros escolares até hoje.
    Quando um animal ou veículo é estável, ele resiste a modificações na sua direção. Por outro lado, se é manobrável, ele tem a habilidade de rapidamente alterar o seu percurso. Normalmente, os engenheiros assumem que um sistema pode depender de uma das propriedades ou da outra – mas não das duas. No entanto, algums animais produzem uma excepção a esta regra. “Os animais são muito mais inteligentes com a sua mecânica do que nós normalmente nos apercebemos,” afirmou Cowan. “Ao usar um pouco mais de energia para controlar as forças opositoras que elas geram durante as suas pequenas alterações na direção, os animais parecem aumentar tanto a estabilidade como a maneabilidade quando eles nadam, correr ou voam.“
    Um vídeo acompanhante mostra como isso funciona no “glass knifefish”. A barbatana abdominal produz ondas que avançam em direções contrárias, o que intuitivamente parece ser um desperdício porque as ondas de podem cancelar e o animal desperdiçar energia. Mas parece que ao controlar o ponto nodal onde as ondas se encontram, o peixe pode-se manobrar para frente ou para trás com menos energia.
    Esta descoberta motivou mais pesquisas científicas. Os pesquisadores fizeram um modelo matemático para o movimento, e depois construíram um robô submarino para imitar a acção da barbatana do peixe. Como previsto, o robô era muito mais manobrável e mais estável ao mesmo tempo, requerendo menos controle para o movimentar nas variadas direções. Observem a introdução/abstracto do artigo na PNAS sobre a quantidade de ciência que foi gerada:
    Os nossos resultados e análises, que incluem dados cinemáticos provenientes do peixe, um modelo matemático da sua dinâmica a nadar, e as experiências com robôs biomiméticos, demonstram que a produção e o controle diferencial de forças mutuamente opostas é uma estratégia que gera estabilização passiva ao mesmo tempo que aumenta a maneabilidade. Forças mutuamente opostas durante a locomoção encontram-se bem propagadas pelo mundo animal, e estes resultados indicam que tais forças podem eliminar a troca entre a estabilidade e a maneabilidade, e desde logo, simplificando o controle neural.
    O artigo elabora mais um pouco neste último ponto com mais palavras de design, tais como “afinação” e “controle”:
    Evidências crescentes sugerem que o design passivo da morfologia animal facilita o controle. e desde logo reduzindo o número de parâmetros que têm que ser geridos pelo sistema nervoso. …. A dinâmica do design da morfologia animal e dos seus sistemas neurais associados estão afinados para um controle de nível de tarefa simplificado.
    Isto ciência pura está também a motivar ciência aplicada:
    Cowan disse que esta descoberta pode ajudar os engenheiros a simplificar os designs e os sistemas de controle para os pequenos robôs que voam, nadam ou se movimentam
    com pernas mecânicas.
    A pesquisa foi suficientemente valiosa para ser suportada com três subsídios por parte da“National Science Foundation” e outro por parte da “Office of Naval Research”.
    Conclusões:
    Note-se como o reconhecimento de bom design por trás do aparente “mau design” foi o que fez a ciência avançar. Cowan e o seu colega Malcolm MacIver reconheceram que o progresso da engenharia havia sido prejudicado devido às suposições erradas:
    “Ainda estamos longe de sermos capazes de duplicar a agilidade dos animais com os nosso robôs mais avançados”, disse MacIver. “Uma implicação excitante deste trabalho é que provavelmente fomos impedidos de fazer máquinas mais ágeis devido à nossa suposição de que é um “desperdício” ou “sem utilidade” ter forças em direção ao ponto para onde nos queremos dirigir. Aparentemente, isso veio a ser a chave para uma maior agilidade e maneabilidade.
    A suposição de que um design biológico é um “desperdício” ou “inútil” chega-nos diretamente da forma de pensar Darwinista. O princípio que diz “se alguma coisa funciona, ela não funciona por acidente” chega-nos da forma de pensar DI (Design Inteligente).
    Nenhuma referência foi feita à teoria da evolução no artigo ou na notícia em torno do artigo científico, mas mesmo que estes cientistas sejam darwinistas (não sabemos), mesmo que eles não mencionem a frase “design inteligente” no seu artigo, ou no material de publicidade, é bem claro que a forma de pensar de design é o herói do dia. A NSF e a Marinha Americana (U.S. Navy) subsidiaram o que pode ser genuinamente qualificada de ciência design inteligente – tal como a NSF fez com o trabalho da Drª AMy Lang com as borboletas.
    Agora, os biólogos podem revisitar o movimento de tudo, desde lagartos a abelhas, passando pelos colibris, com uma renovada apreciação pelo seu design. Cowan acredita que o novo “princípio de design” recentemente descoberto terá aplicações mais amplas junto dos engenhos mecânicos. Cowan apanhou a inspiração da natureza, e como tal, mais se seguirá:
    Como um engenheiro, eu olho para os animais como robôs vivos incríveis
    Nota: Com relativa frequência chegam aqui ao blogue “iluminados” evolucionários (evolucionista + revolucionário) alegando que o Criacionismo “pára o avanço da ciência” visto que o mesmo afirma que Deus é o Criador. Supostamente, a frase “Deus é o Criador” retira toda a vontade de fazer ciência.
    Mas o evolucionário está totalmente equivocado uma vez que ao afirmarmos que Deus é o Criador, nós estabelecemos que as funções biológicas existem por um motivo inteligente. Consequentemente, é a função do pesquisador lançar hipóteses, estudar, medir, testar e analisar até que se chegue ao âmago da questão e se apure os princípios por trás da operacionalidade duma determinada criatura ou dum sistema biológico.
    O facto da vida ter Uma Causa Inteligente garante-nos que os animais funcionarão de uma forma também inteligente (padronizada, estruturada, estatística, etc).
    Pelo contrário, se nós erradamente acreditamos que a vida não foi criada, mas que é o efeito de milhões de anos de tentativa e erro, filtrada pela seleção natural, não há justificação para se esperar algum tipo de racionalidade no funcionamento das formas de vida. Se a causa é não-inteligente, não se pode esperar inteligência embutida nas formas de vida.
    Em muitos casos, os sistemas biológicos funcionam segundo princípios matemáticos que nunca poderiam ter sido gerados por forças naturais que não têm a capacidade de ”aprender” esses princípios e embuti-los no mundo natural.
    Longe de ser um impedimento para a ciência, o princípio de design avança o conhecimento biológico porque os cientistas colocam de lado as crenças evolucionistas e assumem que a vida tem causas inteligentes. Nós sabemos que eles assumem isso porque eles buscam racionalidade por trás das estruturas biológicas. Esta forma de pensar está bem dentro da visão criacionista da biologia (e não da evolucionista).
    Resumindo: A teoria da evolução impede o avanço da ciência. O criacionismo não.
    Fonte: Darwinismo
    Publicado em Bíblia: Fonte da Verdade, Ciência e Religião | Deixe um comentário

    Zelo Sem Entendimento

    “Porque lhes dou testemunho que têm zelo por Deus, porém não com entendimento.” Romanos 10:2
    “Zelo por Deus sem entendimento” é igual a fanatismo. E a igreja, ao longo de sua história, tem sido palco desse triste espetáculo. O próprio Paulo fora vítima da enfermidade. Ele confessa: “Na verdade, a mim me parecia que muitas coisas devia eu praticar contra o nome de Jesus, o Nazareno; e assim procedi em Jerusalém. Havendo eu recebido autorização dos principais sacerdotes, encerrei muitos dos santos nas prisões; e contra estes dava o meu voto, quando os matavam. Muitas vezes, os castiguei por todas as sinagogas, obrigando-os até a blasfemar. E, demasiadamente enfurecido contra eles, mesmo por cidades estranhas os perseguia” (At 26:9-11). Ele também diz: “Na minha nação, quanto ao judaísmo, avantajava-me a muitos da minha idade, sendo extremamente zeloso das tradições de meus pais” (Gl 1:14).
    Charles Kingsley Barrett observa que “nenhuma nação se entregou a Deus com tal devoção e mais zelo do que Israel”, mas Paulo conheceu esse zelo em forma superlativa, respirando “ameaças de morte” contra aqueles de quem discordava. Contudo, todo o zelo do mundo não tem qualquer valor sem o conhecimento para guiá-lo. João Calvino corretamente afirmou que “é melhor, como Agostinho diz, ir para o Céu mancando do que correr com toda velocidade e poder na direção errada”.
    Zelo sem entendimento é o vício, não a virtude, de muitos que se consideram cristãos. Deploravelmente, parece que cada congregação tem exemplos dessa realidade. Alguns são imitadores do Saulo de Tarso antes de seu encontro com Jesus Cristo, cheios de justiça própria e orgulho espiritual. E que conhecimento lhes falta? O mesmo que estava ausente em Paulo em sua experiência primitiva: o conhecimento de que eles não são autossuficientes, mas dependentes dos méritos de Jesus Cristo. Tal conhecimento traz consigo um humilde reconhecimento de nossas fraquezas e do poder do pecado, além da colossal percepção do poder de Deus.
    Aqueles que pensam que sabem, diz Lutero, causam sérios e infindáveis problemas, mas “aquele que sabe que não sabe é gentil e submisso para ser guiado”. Deus deseja que tenhamos zelo, mas esse deve ser um ardor pleno de conhecimento – conhecimento de nossa fragilidade e de nossa arrogante tendência de procurar ser Deus para os outros. Esse conhecimento enche nosso zelo da doçura da graça de Cristo.