quinta-feira, 3 de setembro de 2015

11 hábitos de pessoas irresistíveis

Algumas pessoas – independentes de dinheiro, boa aparência ou conexões sociais – sempre irradiam energia e confiança. Até os indivíduos mais céticos são atraídos por estas personalidades charmosas.
Estas pessoas são a vida das festas. São aquelas para quem você pode pedir ajuda, conselhos e companhia. É impossível se enjoar delas, mas te deixam pensando: “o que ele tem que eu não tenho?”.
A principal característica dessas pessoas é que seu senso de valor próprio vem de dentro. Pessoas irresistíveis não buscam por aprovação, porque são confiantes e mantém uma perspectiva saudável.
Veja onze hábitos de pessoas irresistíveis que você pode usar em sua vida:
Elas tratam todos com respeito
Seja interagindo com um grande cliente ou um garçom, estas pessoas são sempre educadas e respeitosas. E elas fazem isso porque não acreditam que são melhores do que ninguém.

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APRENDENDO COM O MESTRE


Então, entenderás justiça, e juízo, e equidade, e todas as boas veredas.
Provérbios 2.9
Uma vida de bênçãos começa quando aceitamos as palavras do Senhor e guardamos Seus mandamentos. Assim, como o abrir de um tesouro, a cada revelação, somos mais abençoados. Os que atendem à direção divina e aos sagrados ensinamentos conseguem alcançar as dádivas. Com isso, ficam atentos à sabedoria e inclinam o coração ao entendimento.
Não é complicado encontrar o segredo de ser realizado na fé, pois são poucas coisas que você tem a fazer: clamar por entendimento; alçar a voz por inteligência e buscar essas virtudes como se busca a prata e os tesouros escondidos. Então, você entenderá o temor do Senhor e achará o conhecimento dEle. A receita deve ser aceita e praticada, e o sucesso será concedido àquele que confia no que o Senhor fala.
O Onipotente não vende nem troca Sua sabedoria por nada. Ele a dá a quem pede por ela. Quando Ele abre a boca – Sua Palavra –, todos aprendem o quanto é simples aproximar-se dEle e receber Suas graças, assim como o conhecimento e o entendimento. Viver afastado das Escrituras é tolice.
Quem prima pela retidão é bem-sucedido. Para ele, Deus tem reservado a verdadeira sabedoria, aquela que nos faz escapar de qualquer tentação e nos conduz à liberdade como filhos de Deus. Quem aprende do Senhor descobre que Ele é um escudo para os que caminham na sinceridade. Com isso, essa pessoa jamais andará nas trevas nem se afastará do Pai, distanciando-se cada vez mais do maligno.
Essas informações nos ajudam a proteger as veredas do juízo. Assim, não tropeçaremos nem deixaremos o inimigo cumprir seu propósito em nós. Por amarmos a Deus, nossos caminhos serão guardados. Por que não se dar ao Senhor e aprender o caminho que Ele abriu com os Seus pés? Agindo dessa forma, jamais seremos envergonhados ou confundidos. O Altíssimo pensou em tudo, levando-nos a experimentar Sua graça.
Entenda a justiça – a obra que devemos fazer em o Nome de Jesus – e execute-a, pois isso o beneficiará e ajudará os que sofrem. Como os apóstolos e os que os seguiram levaram a Palavra aos quatro cantos do planeta, também conduziremos o povo à libertação completa. O juízo é o que Deus fez por nós ou decretou a nosso respeito. Desfrute da vida abundante que há em Cristo (Jo 10.10b).
Equidade é tratamento igual para todas as pessoas, e isso só é possível aos praticantes da fé em Jesus, pois vivem longe da ação dos espíritos maus. Por fim, temos de entender as boas veredas, aquelas que nos farão vitoriosos sobre todas as forças do mal. Em seus dias, Davi provou que isso era possível, porque, em todas as batalhas que lutou, jamais foi derrotado ou ferido.
Em Cristo, com amor,

Não é o Louvor que Deus Quer


Não é o Louvor que Deus Quer

“Pois quando tirei vossos pais da terra do Egito, não lhes falei nem lhes ordenei coisa alguma acerca de holocaustos ou sacrifícios. Mas ordenei-lhe isto: Dai ouvidos à minha voz, e eu serei o vosso Deus, e vós sereis o meu povo; andai em todo o caminho que eu vos ordenar, para que vos corra tudo bem” – Jeremias 7:22-23 (Almeida Século 21).
Temos uma enorme capacidade de adaptar a Palavra de Deus às nossas conveniências e convicções culturais. Ao invés de nos regermos pela Palavra, com muita facilidade subordinamos a Palavra a nós. Quem ouve (se consegue prestar atenção e consegue entender) os sermõezinhos dos grupos de louvor, antes de cada corinho, pode pensar que o que Deus mais espera de nós é que cantemos nos cultos.
O que Deus mais espera de nós não é culto, mas obediência. Isto fica bem claro no texto de Jeremias 7:22-23. Os contemporâneos do profeta pensavam que culto era mais importante que obediência a Deus. No versículo 24, Deus diz que pensando e agindo assim “andaram nos seus próprios conselhos, no propósito do seu coração perverso. Andaram para trás, e não para diante”. Ou seja, fizeram o que lhes agradava, que não era, necessariamente, o que agradava a Deus.
Que obediência é mais importante que culto já fora dito em I Samuel 15:22: “Samuel, porém, disse: Tem, porventura, o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à voz do Senhor? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, do que a gordura de carneiros”.
A igreja contemporânea também dimensionou o que agrada a Deus como sendo o que agrada: cantar, liberar emoções, buscar boas sensações. Não é que cultuar seja errado. Preciso afirmar isto que porque os crentes têm uma facilidade enorme de colocar na boca dos outros palavras que os outros não disseram. O que digo e repito é que obediência é mais importante que culto. Reafirmo que se uma pessoa louva a Deus, entra em transe em louvor, faz ar de quem está sentindo dor quando canta, seja o que for, mas não tem uma vida de obediência à Palavra de Deus, seu louvor não tem valor. É catarse de suas emoções, mas nada significa para Deus. É fingimento. O maior louvor é o da vida, e sem vida o louvor é ofensa a Deus porque zomba de sua onisciência.
Assim como Iahweh, no Antigo Testamento, Jesus também expressou que segui-lo se manifesta em obediência, não em louvor. Ele não disse: “Vós sois meus amigos se me louvarem”, mas disse: “Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando” (João 15:14). Não confundam as coisas, nem se deturpe o que digo. A questão é esta: seu louvor pode fazer muito bem a você, mas nada significar para Deus se você não encarna e assume a Bíblia no seu viver. Cumprir a Bíblia pode lhe ser muito duro, mas é o que Deus espera de você.
Por faltar obediência à Palavra, a igreja contemporânea é forte em celebração e fraca em santidade. Porque louvor não produz santidade, mas é a obediência à Palavra que produz: “Escondi a tua palavra no meu coração, para não pecar contra ti” (Salmos 119:11) e “Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade” (João 17:17).
Louvar a Deus é bom e nos faz bem. Mas o que ele mais espera de nós é obediência. Deus habita no meio dos louvores. Mas se glorifica na nossa obediência. “Obedecer é melhor”.

Um Estudo Sobre a Palavra “Vinho” na Bíblia


Existem várias palavras na Bíblia que são traduzidas como vinho ou bebida forte:
Oinos: vinho embriagante ou vinho doce (puro suco da uva)
Yaín: vinho embriagante ou vinho doce (puro suco da uva)
Shekar: bebida embriagante
Tyrosh: vinho fresco recém-espremido da uva; o puro suco da uva.
Algumas pessoas pensam não haver vinho não fermentado. Porém, isso não procede. A Enciclopédia Judaica, por exemplo, declara que o vinho fresco antes da fermentação era chamado yayin-mi-gat (vinho de tonel) [1]. Em Lamentações 2:12, fala-se de um vinho (yaín) como alimento de bebês de colo; tal vinho só poderia ser o puro suco da uva.
O escritor e filosofo grego Aristóteles utiliza a palavra oinos para descrever o suco fresco da uva.[2] Ateneu, escritor grego nascido no Egito, fala sobre vinho (oinos) sendo pego no campo.[3]
Yaín (heb.) e oinos (gr.) são palavras genéricas que significam todos os tipos de vinhos que existem, sejam os embriagantes ou os não fermentados. Logo, para identificarmos quando está se tratando de um ou de outro tipo de vinho, deve-se, sobretudo, avaliar o contexto literário e o contexto social da época. Mas voltemos à pergunta principal: Qual o tipo de vinho abençoado por Deus?
Só há um tipo de vinho que é bênção do Senhor: tyrosh, o puro suco da uva recém-espremida. Isaías 65:8 diz: “Assim diz o Senhor: Como quando se acha vinho (tyrosh) num cacho de uvas, dizem: Não o desperdices, pois há bênção (bêrakah) nele…” Bêrakah, além de “bênção”, quer dizer: “louvor a Deus”, “prosperidade”, “acordo de paz”.
Em Provérbios 3:10, tyrosh aparece como símbolo de bênção e prosperidade: “E se encherão fartamente os teus celeiros e transbordarão de vinho (tyrosh) os teus lagares.” Também em Deuteronômio 11:14: “Darei as chuvas da vossa terra a seu tempo, as primeiras e as últimas, para que recolhais o vosso cereal e o vosso vinho (tyrosh) e o vosso azeite.”
Todos os vinhos embriagantes e as demais bebidas fortes são tidas como mortíferas (Pv 23:29-32) ou alvoroçadoras (Pv 20:1; Ef 5:18) e impróprias para o consumo daqueles que seguem a sabedoria e a justiça (Pv 23:20, 31, 32 e Pv 31:4).
Provérbios 23:29 e 30 afirma que os “ais”, os “pesares”, as “pelejas”, as “queixas”, as “feridas sem causa” e os “olhos vermelhos” são para dois tipos de pessoas: os que se demoram perto do vinho e para os que buscam (chaqar) o vinho misturado (nesse caso, o embriagante).
A palavra hebraica chaqar, além de “buscar”, também significa “pesquisar”, “analisar”, “investigar”, “procurar”, “esquadrinhar”, “examinar detalhadamente”; em outras palavras, todos aqueles males listados no versículo 29 também são para os que procuram consumir bebida embriagante.
Avaliando esses termos e aspectos da Palavra de Deus, fica fácil concluir que, quando a Bíblia afirma: “O vinho (yaín) que alegra (samach) o coração do homem…” (Sl 104:15), ou: “…come com alegria o teu pão e bebe gostosamente o teu vinho (yaín)”, ou coisas semelhantes, está se referindo ao puro suco da uva (tyrosh), pois é neste que habita a alegria verdadeira e a bênção do Senhor.