sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Indígenas vão a Bolsonaro, mas não são recebidos

Eles foram pedir a manutenção da Funai no Ministério da Justiça

Ela colocou o caule de uma rosa em uma batata e olha o que aconteceu uma semana depois! Surpreendente!

uma rosa

Transforme uma rosa em uma roseira inteira em pouco tempo!

Um bom buquê de flores na mesa da cozinha pode iluminar qualquer dia nublado, você não concorda? Infelizmente, as flores são bem caras, especialmente quando consideramos que será preciso jogá-las no lixo depois de alguns dias.
Conselhos e Truques

Relatório do Coaf cita mulher de Bolsonaro como uma das beneficiárias de dinheiro suspeito

O Estado de S.Paulo informa que uma das transações na conta de Queiroz citadas no relatório do Coaf é um cheque de R$ 24 mil destinado à futura primeira-dama Michelle Bolsonaro. A compensação do cheque em favor da mulher do presidente eleito Jair Bolsonaro aparece na lista sobre valores pagos pelo PM. “Dentre eles constam como favorecidos a ex-secretária parlamentar e atual esposa de pessoa com foro por prerrogativa de função – Michelle de Paula Firmo Reinaldo Bolsonaro, no valor de R$ 24 mil”, diz o documento do Coaf. Ao longo de um ano, o órgão também encontrou cerca de R$ 320 mil em saque na conta mantida pelo motorista do filho de Bolsonaro. Desse total, R$ 159 mil foi sacado numa agência bancária no prédio da Alerj, no centro do Rio. Também chamou a atenção dos investigadores as transações realizadas entre Queiroz e outros funcionários da Assembleia. O documento lista todas as movimentações e seus destinatários ou remetentes.

De acordo com a publicação, os técnicos do órgão também receberam informações sobre transações consideradas pelo órgão como suspeitas após janeiro de 2017. Segundo o Coaf, entre fevereiro e abril do ano passado, o banco comunicou sobre 10 transações “fracionadas” no valor total de R$ 49 mil que poderia configurar uma “possível tentativa de burla aos controles”.
Procurada pelo Estado, a assessoria do presidente eleito Jair Bolsonaro não respondeu sobre o assunto, nem sobre o cheque no valor de R$ 24 mil que teria sido destinado a Michelle Bolsonaro. O espaço está aberto para manifestações. A futura primeira-dama não foi localizada na quarta-feira, 5. O espaço está aberto para manifestações, completa o Estadão.

Diário do Centro do Mundo


VIDA COM ESCLEROSE MÚLTIPLA

Doença autoimune não tem cura, mas rapidez no diagnóstico e tratamento correto garantem qualidade de vida.
Por razões na maioria dos casos desconhecidas, o sistema imunológico humano, encarregado de nos proteger de ameaças como vírus e bactérias, às vezes se volta contra o próprio corpo. São as chamadas doenças autoimunes. Uma das mais comuns, que acomete cerca de 2,3 milhões de pessoas em todo mundo, é a Esclerose Múltipla. Nessa doença, o alvo do ataque é o sistema nervoso central, formado por cérebro, cerebelo, tronco encefálico e nervos ópticos.Anticorpos e células imunológicas destroem a mielina, substância que reveste uma parte dos neurônios para deixar os impulsos nervosos mais eficientes, causando inflamações.
Os neurônios atacados podem se regenerar ou ter suas funções assumidas por outros. Porém, há um limite para essa regeneração. Por isso, é preciso atenção: quando não tratada, a EM pode causar sequelas graves – e irreversíveis. 
Diferentemente do que se costuma pensar, na maioria das vezes a EM aparece pela primeira vez em pessoas com idades entre 20 e 40 anos, principalmente em mulheres. A forma mais agressiva dessa manifestação é a progressiva primária em que os sintomas vão se agravando com o tempo. No entanto, a mais comum é a remitente recorrente, que ocorre em 85% dos casos. Lenta, com surtos que vêm e vão, essa forma pode levar anos até se fazer notar e o paciente ser diagnosticada.
A doença é também ardilosa: seus sintomas podem se confundir com os de outras enfermidades, o que, em muitos casos, atrasa o diagnóstico. E é na demora da identificação da esclerose que mora o perigo: quando não tratada, aa EM pode deixar sequelas que afetam, sem a possibilidade de reversão, habilidades tão banais quanto imprescindíveis, como caminhar, falar, enxergar ou levar uma xícara de café até a boca. "Quanto mais cedo o diagnóstico, menos sintomas a pessoa terá", diz o neurologista Denis Bichuetti, professor da Unifesp e membro titular da Academia Brasileira de Neurologia.

Estima-se que, no Brasil, 35 mil pessoas sejam portadoras da EM. Porém, somente cerca de 10 mil estão sendo tratadas. A boa notícia é que nos últimos anos os diagnósticos têm sido bem mais rápidos. Para se ter uma ideia, segundo um estudo da Unifesp, antes dos anos 90 uma pessoa poderia levar 13 anos para confirmar que tinha EM. Hoje, esse tempo pode ser até menor que um ano.

"Violência não tem horário": delegacias da mulher podem ficar abertas 24h

Getty Images/iStockphoto

Marcos Candido
Da Universa
07/12/2018 04h00

São comuns os relatos de mulheres violentadas pelos maridos que não conseguem encontrar uma delegacia da mulher aberta. Das 132 unidades no Estado, 131 funcionam apenas em horário comercial, o que obriga as vítimas a procurarem DP comuns para fazerem a denúncia. O resultado é velho um conhecido das mulheres: descaso e desencorajamento por parte dos policiais, geralmente homens, em prosseguir com a queixa. Em São Paulo, pelo menos, há a chance desse problema acabar e as delegacias funcionarem 24 horas por dia, inclusive no fim de semana e feriados. Nesta quarta (5), os deputados paulistas aprovaram um projeto de lei para ampliar o horário de atendimento das DDMs, que existem há 30 anos no Estado.
Para entrar em vigor, o projeto depende agora da sanção do atual ou do próximo governador. Cabe a Márcio França (PSB), até o fim de dezembro, ou, depois disso, ao eleito João Dória (PSDB) aprovar a ampliação no atendimento. Enquanto isso não acontecer, as unidades continuam a funcionar das 9h às 18h, de segunda a sexta.

Advogado conta como foi contratado para defender Adelio Bispo

Zanone Manuel de Oliveira disse à Polícia Federal que patrocinador de Adélio Bispo de Oliveira pagou 5 000 reais em honorários - e depois desapareceu

Após três meses do atentado contra o presidente eleito Jair Bolsonaro, ainda pairam algumas dúvidas sobre o caso. O garçom Adélio Bispo de Oliveira agiu sozinho? Quem bancou os advogados que viajaram numa aeronave privada para atender o esfaqueador preso em Juiz de Fora, Minas Gerais? Essas questões estão sendo apuradas pela Polícia Federal – que passou a investigar integrantes da defesa do réu confesso. Num depoimento sigiloso, um dos suspeitos contou detalhes de como foi contratado para ajudar o criminoso perante a Justiça.
O criminalista Zanone Manuel de Oliveira Junior, coordenador da defesa de Adélio Bispo, afirmou para a Polícia Federal que, logo após o atentado contra Bolsonaro, foi procurado por um desconhecido para atuar no caso: “Aquela pessoa se apresentou como conhecido de Adélio Bispo da cidade de Montes Claros, esclarecendo que conheceu o autor do fato criminoso em relacionamentos vividos no meio religioso naquela cidade”. O advogado ainda lembra que o contratante disse ter conhecido Adélio numa “evangelização na cidade de Salinas, Minas Gerais”.
Em depoimento, Zanone contou que se reuniu com o desconhecido em seu escritório em Belo Horizonte, MInas Gerais, na manhã seguinte ao atentado, em 7 de setembro. Naquele encontro, o advogado disse que cobrava, em média, 150 000 reais em honorários. Mas o contratante achou o valor alto. O criminalista, então, topou dar um desconto de 83% — e receber 25 000 reais até a conclusão da investigação da Polícia Federal. “Aquela pessoa aceitou a proposta e pagou inicialmente o valor de 5 000 reais em dinheiro”, disse Zanone. O restante  seria pago em outras parcelas mensais. No entanto, o interessado em ajudar Adélio “desapareceu”.
Ao se justificar por que aceitou defender Adélio por um valor inferior ao que costuma cobrar de seus clientes, Zanone disse que a “causa seria de interesse de qualquer advogado”. Ele também afirmou que contava com a possibilidade de participar de uma “audiência em plenário do júri em que estariam presentes testemunhas como o ex-presidente Lula, o deputado federal Jean Wyllys, a cantora Preta Gil e a deputada Maria do Rosário”. O advogado arrolou essas pessoas, consideradas por ele desafetos do presidente eleito, para serem interrogadas no tribunal. A estratégia era dar uma grande exposição ao caso, assim como no julgamento do goleiro Bruno Fernandes de Souza, em que Zanone representou o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola.
À Polícia Federal, o advogado contou um episódio curioso: um de seus parceiros na causa, o criminalista Pedro Possa, chegou a dizer para Adélio que a mãe do esfaqueador estava pagando os honorários da defesa, mas quando soube que “ela era falecida disse apenas que era alguém do seu relacionamento da igreja”. Questionado sobre a identidade do “patrocinador”, o advogado disse que não a revelaria para preservar o sigilo profissional e a integridade física do contratante, “que corre risco de morte”.
Zanone colocou à disposição da PF os seus extratos bancário e telefônico a partir do dia 6 de setembro, data do atentado contra o presidente eleito. Essas e outras informações estão sendo analisadas pelo delegado Rodrigo Morais Fernandes, responsável por conduzir o inquérito. Procurado, ele não quis comentar. Zanone afirmou que topou trabalhar no caso porque sabia que teria uma “grande exposição”. A investigação deverá ser concluída no início do próximo ano.
6 dez 2018, 12h36 - Publicado em 6 dez 2018, 

Coaf: Ex-assessor de Flávio Bolsonaro fez movimentação atípica

Brasília – Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontou movimentação atípica de R$ 1,2 milhão em uma conta no nome de um ex-assessor do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) – filho mais velho do presidente eleito ,entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017.
O documento, destaca o jornal O Estado de S. Paulo, foi anexado pelo Ministério Público Federal à investigação que deu origem à Operação Furna da Onça, realizada no mês passado e que levou à prisão dez deputados estaduais da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
Fabrício José Carlos de Queiroz foi exonerado do gabinete de Flávio Bolsonaro no dia 15 de outubro deste ano. Registrado como assessor parlamentar, Queiroz é também policial militar e, além de motorista, atuava como segurança do deputado.
O Coaf informou que foi comunicado das movimentações de Queiroz pelo banco porque elas são “incompatíveis com o patrimônio, a atividade econômica ou ocupação profissional e a capacidade financeira” do ex-assessor parlamentar.
Flávio Bolsonaro: Coaf apontou movimentação atípica de R$ 1,2 milhão em uma conta no nome de um ex-assessor do deputado estadual e senador eleito (Tânia Rêgo/Agência Brasil)
O filho mais velho de Jair Bolsonaro, o deputado estadual, Flávio Bolsonaro, concede entrevista aos jornalistas.
O relatório também cita que foram encontradas na conta transações envolvendo dinheiro em espécie, embora Queiroz exercesse uma atividade cuja “característica é a utilização de outros instrumentos de transferência de recurso”.
O nome de Queiroz consta da folha de pagamento da Alerj de setembro com salário de R$ 8.517. Ele era lotado com cargo em comissão de Assessor Parlamentar III, símbolo CCDAL- 3, no gabinete de Flávio Bolsonaro. Conforme o relatório do Coaf, ele ainda acumulava rendimentos mensais de R$ 12,6 mil da Polícia Militar.

Funcionários

Nem Flávio Bolsonaro nem o seu ex-motorista foram alvo da operação que prendeu dez deputados fluminenses, deflagrada no dia 8 de novembro. O Ministério Público Federal investiga o envolvimento dos parlamentares estaduais em um esquema de pagamento de “mensalinho” na Assembleia.
Queiroz foi citado na investigação porque o Coaf mapeou, a pedido dos procuradores da República, todos os funcionários e ex-servidores da Alerj citados em comunicados sobre transações financeiras suspeitas.
Para traçar um padrão entre as movimentações financeiras, em parte utilizadas para pedir a prisão de funcionários da Alerj, o Coaf organizou os dados em uma lista com 22 nomes. O motorista de Bolsonaro é o 20.º no documento de 422 páginas que reúne informações sobre R$ 200 milhões em transações realizadas em contas de funcionários da Alerj. Na conta em nome de Queiroz, o Coaf identificou a movimentação de R$ 1,2 milhão no período de 12 meses.
O Coaf é a unidade responsável por monitorar e receber todas as informações dos bancos sobre transações suspeitas ou atípicas. Pela lei, os bancos devem informar qualquer transação que não siga o padrão do cliente. Quando a transação é em dinheiro, o banco informa sempre que o valor for igual ou superior a R$ 50 mil.

Michelle Bolsonaro

Uma das transações na conta de Queiroz citadas no relatório do Coaf é um cheque de R$ 24 mil destinado à futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro. A compensação do cheque em favor da mulher do presidente eleito, Jair Bolsonaro, aparece na lista sobre valores pagos pelo PM.
“Dentre eles constam como favorecidos a ex-secretária parlamentar e atual esposa de pessoa com foro por prerrogativa de função – Michelle de Paula Firmo Reinaldo Bolsonaro, no valor de R$ 24 mil”, diz o documento do Coaf.
Ao longo de um ano, o órgão também encontrou cerca de R$ 320 mil em saque na conta mantida pelo motorista do filho de Bolsonaro. Desse total, R$ 159 mil foi sacado numa agência bancária no prédio da Alerj, no centro do Rio. Também chamou a atenção dos investigadores as transações realizadas entre Queiroz e outros funcionários da Assembleia. O documento lista todas as movimentações e seus destinatários ou remetentes.
Os técnicos do órgão também receberam informações sobre transações consideradas pelo órgão como suspeitas após janeiro de 2017. Segundo o Coaf, entre fevereiro e abril do ano passado, o banco comunicou sobre dez transações “fracionadas” no valor total de R$ 49 mil que poderia configurar uma “possível tentativa de burla aos controles”.
“A conta teria apresentado aparente fracionamento nos saques em espécie, cujos valores estão diluídos abaixo do limite diário. Foi considerado fator essencial para a comunicação pela possibilidade de ocultação de origem/destino dos portadores”, afirma o relatório do Coaf.

Defesas

Procurado para se manifestar sobre o relatório do Coaf, o policial militar Fabrício José Carlos de Queiroz respondeu que não sabe “nada sobre o assunto”.
A chefia de gabinete de Flávio Bolsonaro afirmou que Queiroz trabalhou por mais de dez anos como segurança e motorista do deputado, “com quem construiu uma relação de amizade e confiança”.
A assessoria afirmou ainda que o filho mais velho do presidente eleito, Jair Bolsonaro, não tem “informação de qualquer fato que desabone” a conduta do ex-assessor parlamentar.
“No dia 16 de outubro de 2018, a pedido, ele foi exonerado do gabinete para tratar de sua passagem para a inatividade”, informou o gabinete, por meio de nota.
Além de motorista e segurança, Queiroz era um dos principais assessores do deputado estadual e agora senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL). Ele chegou a acompanhar o parlamentar em agendas de campanha do pai do deputado, o então presidenciável Jair Bolsonaro.

Reserva

Fabrício de Queiroz era vinculado ao gabinete parlamentar de Flávio Bolsonaro com cargo em comissão de Assessor Parlamentar III, símbolo CCDAL – 3.
Após a exoneração de Queiroz da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), foi publicada, no último dia 21 de novembro, a transferência do ex-assessor para a reserva remunerada da Polícia Militar, como subtenente, após 35 anos de serviços prestados.
Procurada pela reportagem, a assessoria de Jair Bolsonaro não respondeu sobre o assunto, nem sobre o cheque no valor de R$ 24 mil que teria sido destinado a Michelle Bolsonaro. A futura primeira-dama não foi localizada. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Estadão Conteúdo
6 dez 2018, 17h21 - Publicado em 6 dez 2018, 13h26

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BOM DIA A TODOS

Motivação do Dia: Deus é sua Força!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Ele tem a minha confiança pessoal', diz Moro sobre Onyx

(foto: Carl de Souza/AFP ) 
postado em 04/12/2018 14:12

Após pedido de abertura de inquérito para investigar o ministro-chefe da Casa-Civil por suspeita de ter recebido R$ 100 mil em caixa 2, Moro defende Onyx


O futuro ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, se esquivou de mais uma polêmica envolvendo o futuro ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM). Questionado sobre a decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), em abrir processo  para apurar um suposto pagamento de caixa dois ao coordenador do governo de transição, o juiz exonerado saiu em defesa do colega nesta terça-feira (4/12). 

O projeto de 10 medidas contra a corrupção, gestado pelo Ministério Público Federal (MPF) e apresentado ao Congresso Nacional teve apoio de Lorenzoni, destacou Moro. “Assisti de perto o grande esforço que realizou para a aprovação. Ocasião pela qual foi abandonado pela grande maioria de seus pares, por razões que não vêm aqui ao caso, e demonstrou naquela oportunidade o comprometimento pessoal para a causa anticorrupção. Então, ele tem a minha confiança pessoal”, destacou. O futuro chefe da Casa Civil será investigado por suspeita de ter recebido R$ 100 mil em caixa 2
A definição sobre que competências do atual Ministério do Trabalho a pasta de Moro assumirá não foi confirmada. O futuro ministro admitiu há uma intenção do governo eleito de encaminhar para ele as atribuições de registro sindical, área alvo de suspeitas de corrupção. Declarou, no entanto, que ainda não há nada definido. “Há uma intenção, mas não é algo que está totalmente delimitado. Se for transferido, será bem cuidado declarou. 

Antigo responsável pelas ações da Operação Lava Jato e autor da sentença de prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em primeira instância, Moro evitou comentar o julgamento do pedido de Habeas Corpus do petista, que começa a ser julgado nesta terça no STF. “Isso faz parte do meu passado e não tenho nenhum comentário a fazer a esse respeito”, declarou.

MAGNO MALTA NÃO FARA PARTE DO GOVERNO NO BRASIL


5 de Dezembro de 2018, 0h09
MAGNO MALTA não falava com ninguém desde a semana passada, quando se convenceu de que não vai mesmo fazer parte do governo de Jair Bolsonaro.
Até então, ele era o braço direito do presidente eleito. Participou da campanha mais ativamente que qualquer outro aliado. Articulou o tão desejado apoio do pastor Silas Malafaia e da bancada evangélica, movimento definitivo para derrotar Fernando Haddad. Conduziu uma oração em rede nacional logo após Bolsonaro vencer a eleição. Era chamado por ele de “vice dos sonhos”.
Tudo levava a crer que Malta teria um lugar de destaque na equipe que comandará o país. De uma hora para outra, porém, as coisas mudaram. E ele sofreu as duas maiores derrotas de seus 30 anos de vida pública.
Primeiro, o capixaba não conseguiu se reeleger como senador. Ele diz que abdicou de fazer campanha para si mesmo para se dedicar à de Bolsonaro. Mal pisou no Espírito Santo nos dias que antecederam o pleito.
Segundo, foi escanteado pelo aliado. Antes, o pastor dizia: “vou ser ministro, sim“. As pastas foram acabando e ele sobrou. O general Mourão, vice de Bolsonaro, chegou a se referir a Malta como “o elefante no meio da sala“, pois ninguém sabia o que fazer com ele.
Alvo de escândalos, como supostamente ter mandado torturar um homem inocente para se promover (o ex-cobrador Luiz Alves de Lima relatou o caso ao Intercept) ou ter gasto quase meio milhão de reais de dinheiro público em dois postos de gasolina no Espírito Santo, além de crítico de integrantes da equipe, como do próprio Mourão, o senador acabou sendo visto como um homem tóxico.
Chegou ao ponto de Bolsonaro cogitar chamar Damares Alves, assessora parlamentar de Malta, para o Ministério dos Direitos Humanos – justamente a pasta com que sonhava. A punhalada foi forte.
Visivelmente abatido, Magno se isolou em seu sítio em Viana, região metropolitana de Vitória, desde a última quinta-feira. Estava na companhia da família e de poucos assessores. O celular, fora de área. “Ele precisava de um tempo”, comentou o pastor Valmir Lima, irmão de criação do senador. Frases parecidas foram repetidas a mim por amigos, funcionários e conhecidos.
Durante três dias, percorri Cachoeiro do Itapemirim, Vitória e Vila Velha atrás de Malta. Só consegui encontrá-lo no voo de volta a Brasília. Sentei ao seu lado. Ele vestia uma camiseta de sua campanha contra a pedofilia (tema de CPI que comandaou no Senado), sapatênis branco e uma grossa corrente de ouro. Reparei que ninguém o cumprimentou.
Falando baixo e com postura encurvada, sua figura em nada lembrava a imponência de situações que ele domina com maestria: cultos, shows, tribunas e campanhas. No avião, pediu um café com três saquinhos de adoçante. Sua voz saiu tão fraca que o comissário não escutou.
Na conversa, de cerca de duas horas, ele disse várias vezes que ainda torce por Bolsonaro e o considera “um amigo”. Mas também não escondeu a amargura: “Você vê muita gente que falava mal dele, não pedia voto, e agora tá aí, se aproximando”. Ao ser questionado se sua atual situação se deve a Mourão, desconversa, e diz que é preciso tempo. Mourão seria um ingrato? “Ingrato eu não diria.” Se arrepende de ter deixado de lado a própria campanha para se ver hoje fora do governo? “Não lutei para ter um cargo no governo”, mas “pelo Brasil”.
Seus atos, no entanto, são menos generosos que as palavras. A desilusão foi tão grande que ele decidiu não disputar mais eleições. Quer se dedicar ao projeto de recuperação de viciados em drogas que mantém em Cachoeiro e ver os netos crescerem. “O meu papel foi feito. Tudo passa nessa vida”, comentou, entre uma turbulência e outra.

Extrema direita da Espanha quer fim da ‘Lei Maria da Penha’ local

Partido ultradireitista chega pela primeira vez a um Parlamento regional no país, com um programa que rejeita o aborto livre e gratuito e as listas eleitorais paritárias

O programa eleitoral do Vox – as 100 medidas que a agremiação apresentou na sua convenção no ginásio Vistalegre (Madri), já que disputou as eleições deste domingo, 2, na Andaluzia sem uma plataforma específica – inclui sem meias-palavras a revogação da lei contra a violência de gênero “e de qualquer norma que discrimine um sexo em relação ao outro”, rejeita o aborto coberto pela saúde pública e as listas eleitorais paritárias, ou seja, com igual número de homens e mulheres, e pede a supressão de “órgãos feministas radicais subvencionados”. A ideologia desse partido, que passou de 0 a 12 deputados no Parlamento andaluz, implica cortes de direitos e saltos para trás no que foi obtido nas últimas décadas pelo pelo movimento feminista. “São propostas de uma sociedade fascista que não reconhece as mulheres como sujeitos de direito”, avalia Justa Montero, feminista com ampla trajetória e uma das promotoras da greve feminista do último 8 de março, que levou milhões de mulheres às ruas da Espanha no Dia Internacional da Mulher. “Esta não é a mudança da qual a Andaluzia necessita, nem as mulheres, nem os homens, nem ninguém”, diz Lucía Avilés, porta-voz da organização Mulheres Juízas.
Protestos contra a ascensão do Vox reuniram milhares de pessoas nas ruas das capitais das províncias de Andaluzia

Primeira mulher eleita para governar Cidade do México assume o cargo

Portal O Globo
CIDADE DO MÉXICO - Claudia Sheinbaum , a primeira mulher eleita para governar a Cidade do México , uma megalópole de mais de 8 milhões de habitantes, assumiu o cargo nesta quarta-feira, prometendo erradicar a corrupção e acabar com a violência na capital.
López Obrador levanta a mão de Claudia Sheinbaum: primeira mulher a governar a capital mexicana Foto: ALFREDO ESTRELLA / AFP

Recado para quem votou na direita!


quarta-feira, 7 de março de 2018

Meu nome é mulher

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8 de Março

Dia Internacional da Mulher

Dia da Mulher
Este dia representa uma luta…**
O Dia Internacional da Mulher, comemorado no dia 08 de Março, tem uma história de lutas pela valorização da mulher, lembrando de sua força e sensibilidade para conquistar seu espaço.
Assim, este dia está relacionado aos movimentos feministas que buscavam mais dignidade para as mulheres, tentando organizar uma sociedade mais justa e igualitária.
Apesar da discriminação contra a mulher ser bem antiga, é a partir da Revolução Industrial, em 1789, que os movimentos e reivindicações começam a crescer.
Tudo começou com a mobilização organizada por operárias de uma fábrica de tecidos em Nova York, Estados Unidos, em 8 de março de 1857. Neste dia, 129 operárias paralisaram suas atividades para reivindicar melhores condições de trabalho, redução de carga horária de 14 horas para 10 horas e direito à licença maternidade. A polícia e os donos da fábrica reagiram duramente, trancando essas mulheres no local e em seguida atearam fogo, fazendo com que todas morressem carbonizadas.
A partir daí esse dia foi escolhido para ser o Dia Internacional da Mulher em homenagem a essas operárias, que representam as diversas lutas empreendidas pelas mulheres na sociedade.
Mulheres que marcam a história
Não foram poucas as mulheres pioneiras que, através de suas lutas, conseguiram construir uma sociedade mais justa para a atuação da mulher.
Conheça essas mulheres clicando aqui.
Essas meninas ma-ra-vi-lho-sas!
As meninas de hoje serão as mulheres de amanhã, portanto também precisam ser homenageadas e principalmente conhecer seus direitos, como por exemplo, o direito à educação.
Comemore! No dia 8 de março organize uma festa em sua escola para festejar o Dia Internacional das Mulheres e Meninas também! Um detalhe importante: para esta festa só os garotos devem se preocupar com os “comes e bebes” e as garotas devem apenas aproveitar a festa!
Sabia que no Japão existe o Dia das Meninas? Pois é, ele é comemorado no dia 3 de Março e tem como objetivo desejar felicidade e saúde as meninas. Esta comemoração acontece naquele país desde o século VI.
Para esta data são feitas bonecas de pano, madeira ou porcelana, as chamadas bonecas hinaningyo, que até hoje passam de geração a geração.
[Para você saber mais sobre essa tradição japonesa, clique aqui.](http://www.culturajaponesa.com.br/?page_id=246
Curiosidade
As mulheres conquistaram o direito de disputar oficialmente as provas olímpicas em 1928. O Barão Pierre de Coubertin – criador das Olimpíadas da era moderna – era totalmente contra a participação feminina nesse evento, então decidiu pedir demissão do cargo de presidente do Comitê Olímpico Internacional.

Feliz dia da mulher

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