segunda-feira, 26 de março de 2012

Salada de frutas especial

  

Ingredientes

  • 2 fatias de mamão
  • 2 fatias de abacaxi
  • 1 kiwi em rodelas
  • 5 morangos
  • 10 uvas
  • 1 banana
  • Suco de laranja a gosto

Modo de Preparo

Higienize as frutas com solução de hipoclorito por 15 minutos (peça ajuda para um adulto!). Após a higienização, lave as frutas em água corrente. Com uma faca descartável e sem ponta, corte as fatias do mamão, abacaxi, banana e kiwi. Corte também o morango em 4 pedaços. Esprema a laranja no espremedor. Coloque todas as frutas cortadas em uma tigela. Regue com o suco de laranja. Coloque na geladeira. Para servir utilize taças de sobremesa

Como fazer ovo de colher

  

Ingredientes

  • 250g de chocolate ao leite 1 lata de leite condensado 1 colher (sopa) de manteiga sem sal 3 colheres (sopa) de chocolate em pó 2 colheres (sopa) de creme de leite 4 colheres (sopa) de granulado

Modo de Preparo

Faça o brigadeiro de colher: numa panela, misture o leite condensado, o chocolate em pó e a manteiga. Leve ao fogo baixo, mexendo sempre, até desgrudar do fundo da panela. Desligue o fogo, acrescente o creme de leite e misture. Reserve.

Derreta o chocolate no micro-ondas por 30 segundos. Retire, mexa e repite a operação até ele derreter por completo. Espalhe parte desse chocolate em um dos lados de uma forma para ovo de Páscoa de PVC. Deixe na geladeira, de cabeça para baixo, em cima de um papel toalha ou prato, por 10 minutos. Retire, e faça outra camada de chocolate na forma. Deixe por mais 10 minutos na geladeira, dessa vez virado para cima. Recheio com o brigadeiro frio, cubra com o restante do chocolate derretido e espalher o granulado por cima. Leve à geladeira por mais 10 minutos

Prefeito Antonio Marcos entrega reforma do campo de grama sintética em Casimiro de Abreu

O prefeito Antonio Marcos fez a entrega da reforma do campo de grama sintética do Bairro Santa Terezinha, na noite da última sexta-feira (23), em Casimiro de Abreu. A benfeitoria foi necessária devido ao desgaste da grama que havia no local desde quando o campo foi inaugurado, em 2010. Com qualidade superior, o novo revestimento é previsto para durar aproximadamente 10 anos.
Durante o evento o secretário de Esporte e Lazer, Robson Soares Mangifeste, destacou a importância do campo para a comunidade. “Este espaço é da comunidade e sempre ouvi pedidos para a reforma do local e no tempo certo foi realizada. O Governo Municipal tem como objetivo proporcionar qualidade de vida à população, e para isso, está trabalhando para melhorar as condições das nossas quadras e ginásios.
Estamos investindo em qualidade. Nossos esforços são principalmente voltados ao esporte de base e em programas de incentivo às boas práticas esportivas”, finalizou.
Além do piso, o campo de futebol society recebeu a instalação de 40 cadeiras do Estádio do Maracanã doada pelo Governo do Estado numa parceria com o município. Elas foram colocadas à beira do campo no banco de reservas e na área externa.
“Quero pedir a comunidade para cuidar desse espaço, pois ele é de vocês. Cuidem com carinho. A grama sintética proporciona mais segurança, conforto e agilidade na prática do futebol, inclusive nos dias de chuva”, afirmou o prefeito Antonio Marcos, que aproveitou a oportunidade para anunciar mais uma nova obra na cidade voltada para o esporte. “Quero anunciar que a licitação para o estádio de futebol no Bairro Mataruna prometido durante a nossa campanha saiu, e esta é mais uma obra que nosso governo irá concretizar em nosso município”, finalizou.

FUNASA e Casimiro de Abreu comemoram o Dia Mundial da Água

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e a FUNASA realizaram no dia 26 de março, em Barra de São João, atividades educativas para comemorar o Dia Mundial da Água, que é festejado no dia 22 deste mês.
O evento acontece na parte da manhã e da tarde e participam crianças e adolescentes das escolas municipais e estaduais de Casimiro de Abreu e Barra de São João e também alunos do Projeto Jovem Agricultor Orgânico, da Fundação Municipal. Os estudantes assistem vídeos ambientais e palestras com técnicos qualificados contando todo o processo da água, desde a captação até a distribuição, além de visitação acompanhada às instalações da FUNASA. O conteúdo das palestras é com tema diferenciado dependendo da faixa etária, mas todos aprendem sobre o desperdício, economia e a importância da água para a sobrevivência de todas as espécies do Planeta Terra.

domingo, 25 de março de 2012

Check-up: o que é e quando fazê-lo

Os exames e a idade mais adequada para começar a se preocupar com isso

Foto: Getty Images/Photodisc Ampliar
Exames periódicos ajudam a prevenir problemas de saúde no futuro

A maioria das pessoas acredita que fazer um check-up é apenas se submeter a uma bateria de exames laboratoriais e de imagem. Por mais sofisticados, caros e precisos que sejam, os exames fazem parte do check-up, mas não são o check-up em si.

O check-up é uma avaliação da saúde do indivíduo de acordo com o sexo e a idade e a relação dele com hábitos, antecedentes e características individuais, familiares, ambientais e profissionais.

Trata-se de uma avaliação médica ampla, que pressupõe a abordagem pelo especialista dos diversos aspectos da saúde mental e física do paciente nas diferentes etapas da vida dele.

A partir dos 30 anos a maior parte das mulheres e dos homens encontra-se num ciclo de vida diferente dos anteriores. Novas relações sociais, novos interesses, novas ambições, trabalho, busca pela estabilidade. É também quando surgem, embora nem sempre perceptíveis, sinais de desgaste e degeneração no organismo, que costumam ser agravados pelo estresse resultante das complexidades deste ciclo de vida.

Na ausência de problemas de saúde que exijam atenção médica periódica e específica, os 30 anos são a idade apontada como a mais razoável para a realização do primeiro check-up. Para a mulher, caso haja o plano de engravidar, deve ser acrescentado o check-up prévio à gestação

Biópsia sem medo

O exame não indica necessariamente a existência de tumores. Saiba mais

Foto: Thinkstock/Getty Images
Bióspia é o procedimento no qual se obtém amostras de tecidos, células ou líquidos, que são analisadas por um médico patologista
Ao receber o pedido médico de uma biópsia muita gente se preocupa, já imaginando que o especialista suspeita da presença de um tumor.

Não é preciso ter medo. Trata-se de um procedimento no qual se obtém amostras de tecidos, células ou líquidos, para serem analisadas posteriormente por um médico patologista. Os resultados ajudam a concluir um diagnóstico.

“A biópsia ajuda a elucidar quadros inflamatórios, infecciosos e tumorais (benignos e malignos)”, explica Flávio Ferrarini Pimentel, radiologista especializado em punções e biópsias orientadas por imagem do Fleury Medicina e Saúde.

Ela pode diagnosticar desde doenças inofensivas, como formação de verrugas ou cistos, até as mais preocupantes, como o câncer.

A solicitação pode ser feita quando, por meio de um exame laboratorial ou de imagem, o médico percebe uma alteração significativa e precisa saber exatamente o que é; ou quando o paciente apresenta alguma síndrome clínica (como anemia, baixo número de plaquetas, uma alteração bioquímica) que requer maior investigação.

A biópsia pode ser feita em várias áreas do corpo. E o tamanho da amostra depende da dimensão da lesão ou do órgão onde está localizado o problema. “Em algumas situações retiramos todo o tecido lesionado para análise. Outras vezes, apenas fragmentos ou células”, diz o especialista.

Apesar de ser um procedimento cirúrgico, geralmente a biópsia é bem simples e exige somente anestesia local. “Antigamente quando os médicos detectavam nódulos em um ultrassom, por exemplo, muitas vezes tinham de fazer uma cirurgia de grande porte para saber o que era. A biópsia é uma grande ferramenta que colabora com os diagnósticos e evita riscos desnecessários”, argumenta o médico Flávio Ferrarini Pimentel.

Conheça alguns tipos de biópsia:

Punção aspirativa: consiste em introduzir uma agulha muito fina em um nódulo para retirada de material para análise. Geralmente é indicada para pesquisa em nódulos de tireoide e de mama e linfonodos aumentados, mas também pode ser realizada, por exemplo, em órgãos mais profundos como o pulmão. Ajuda a detectar tanto doenças infecciosas quanto tumorais.

Biópsia excisional: intervenção cirúrgica que remove todo o tecido suspeito para análise. Indicada, por exemplo, quando há linfonodos aumentados na axila ou na virilha.

Biópsia incisional: é feita a remoção de um fragmento da lesão por meio de uma incisão cirúrgica. Indicada quando há presença de lesões maiores.

Biópsia externa: feita na pele ou nas mucosas, sob anestesia local, quando há suspeitas de câncer de pele ou doença que não é possível de ser diagnosticada apenas com o exame físico.

Biópsia endoscópica: pinça fragmentos da lesão no momento da endoscopia. É realizada por cirurgião endoscopista. Pode ser também orientada por ultrassonografia endoscópica.

Biópsia de medula óssea: é a coleta de uma amostra de medula (fragmentos do osso), geralmente realizada sob anestesia. Habitualmente a amostra é extraída do osso da bacia. Indicada para situações em que se pesquisam doenças do sangue – tanto benignas quanto malignas – ou quando há suspeitas de que a medula óssea esteja invadida por um tumor.

Biópsia de linfonodo sentinela: indicada para detectar metástases em quadros de câncer de mama e de pele. O linfonodo sentinela é removido e examinado para determinar se há células de câncer presentes. É baseada na ideia de que os tumores se espalham (metástases linfáticas) de forma ordenada a partir do tumor primário para os linfonodos sentinelas e então para outros linfonodos mais distantes. Resultado negativo sugere que o câncer não se espalhou pelo sistema linfático. Resultado positivo indica que a doença está presente no linfonodo sentinela e pode estar também em outros linfonodos na mesma área. A informação ajuda o médico a determinar o estágio da doença e traçar o melhor plano de tratamento.

Síndrome do pânico na hora de realizar exames

Claustrofobia e medo inviabilizam a realização de diversos procedimentos médicos. Conheça alternativas para contornar o problema

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O aparelho de ressonância está no topo da lista da síndrome do pânico em exames
As mãos suam, o calafrio é constante. Em menos de 10 minutos, o coração bate acelerado e descompassado. O estômago revira, falta ar, dá desespero. Os sintomas típicos de pânico, para algumas pessoas, têm data, hora e local certo para ocorrer. Máquinas modernas de tomografia, ressonância magnética ou agulhas finas são responsáveis por desencadear medo, descontrole e inviabilizar a realização de exames.

Embora a tecnologia caminhe a favor da medicina, segundo especialistas, a síndrome do pânico para a realização de exames é comum e acomete 5% dos pacientes. A ressonância magnética encabeça a lista dos aparelhos mais temerosos. Na avaliação de Marcos Menezes, radiologista e coordenador ambulatório de imagens do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), o barulho da máquina, o formato - uma espécie de túnel - e a necessidade do paciente de manter-se imóvel estimulam o pânico em pessoas claustrofóbicas.

Estes fatores têm sido respeitados tanto por médicos quanto pelos fabricantes. Menezes explica que as máquinas, hoje, são menos assustadoras. A tecnologia conseguiu reduzir o barulho e deixar o túnel mais curto e arejado. Os hospitais também tentam diminuir o impacto do procedimento, investindo em ambientes claros, quentes, aconchegantes e com música ambiente.

O Icesp se esforça para contornar o problema e evitar a sedação. Além da decoração da sala, o hospital oferece um fone de ouvido que pode ser utilizado durante o exame. “Tentamos ao máximo não anestesiar. A sedação exige a presença de um anestesista, preparo e acompanhamento do paciente. Os riscos são controláveis, mas reações podem ocorrer.”

Em média, os hospitais e laboratórios realizam no máximo cinco ressonâncias magnéticas com anestesia geral por semana. O agendamento também tende a ser mais demorado. “O paciente precisa ficar em recuperação após o exame. Não há local que comporte leitos para que esse tipo de procedimento seja realizado com uma freqüência maior.”

O medo da dor

Aparelhos robustos, que limitam o movimento, não assustam menos que agulhas finas, usadas para realizar exames de punção. A diferença, segundo o radiologista do Icesp, é o tempo de duração. “Não tem sentido sedar um paciente para realizar o líquor, por exemplo. A picada é dolorida, mas o procedimento é rápido.” Nesses casos, o especialista explica que há um trabalho psicológico intenso para acalmar e tentar diminuir a ansiedade do paciente. “Muitos pacientes choram, ficam nervosos. O medo do resultado também se mistura com o receio do exame. Quando o caso é muito extremo, sugerimos o uso de anestésicos utópicos.”

Para domar a fobia é preciso entender a espiral desse processo. O organismo reflete aos estímulos provocados pelo cérebro. Os pensamentos despertam e retroalimentam a ansiedade, provocando os sintomas do pânico, ensina Antônio Hélio Guerra Vieira filho, psicanalista do Hospital Sírio Libanês. Segundo ele, técnicas de terapia comportamental estabilizam a ansiedade e minimizam a carga dramática que o paciente dá a uma determinada situação.

“Há estudos que comprovam a capacidade e os efeitos de exercícios com palavras. É possível mexer com o funcionamento cerebral, principalmente no sistema límbico – ligado as fobias. Os pensamentos geram ansiedade, e é também com eles que a controlamos.”

Nesses casos, pondera o psicanalista, um acompanhamento de dois meses, com duas sessões semanais, é capaz de trabalhar o enfrentamento do problema e o controle da fobia. O processo parece simples: a cada consulta, o médico busca aproximar o objeto ou a situação de risco do paciente, controlando os níveis de ansiedade.

Tal técnica é recomendada àqueles que percebem, face à realização dos exames, a dificuldade de lidar com determinados medos. Guerra comenta que algumas fobias são genéticas. O medo de sangue e seringas, ou heritrofobia, uma vez constatado na família, passa a ser presente em outras gerações.

Hipnose

Induzir pensamentos positivos, que transmitam conforto e tranqüilidade, é um dos princípios da hipnose. A técnica tem sido usada pelo Hospital São Camilo, em São Paulo, para tratar náusea e dor crônica, provocadas pela quimioterapia, auxiliar pacientes em tratamento na câmara hiperbárica e realizar exames de imagem como a ressonância magnética.

Falando baixinho, pausadamente, com um tom suave e desenhando verbalmente a idéia de uma praia, cachoeira ou um belo jardim, o cardiologista Luiz Velloso mantém seus pacientes em uma espécie de transe durante o tempo necessário para a realização dos exames.

Há relatos de hipnose desde o Egito antigo. A estratégia ganhou popularidade e perdeu credibilidade ao ser apresentada em espetáculos circenses no século 20. Incorporada à medicina, a técnica não tem contra-indicação tampouco riscos, mas nem todas as pessoas são suscetíveis a ela. Segundo o especialista, 10% da população não conseguem ser hipnotizadas.

“A hipnose é a indução de uma convicção. Sugestionamos uma sensação de paz. Aquele que está disposto, sente o que foi sugerido. É preciso ética, confiança do médico e vontade. Se o paciente tem alguma doença cardíaca grave, a técnica não deprime a respiração, não acelera o coração. É muito segura. O único risco é não dar certo.”

O cardiologista explica que o método leva ao chamado de estado crepuscular. O paciente não dorme, fica consciente, mas não está totalmente acordado. “Do ponto de vista do organismo, é muito parecido ao sono”, esclarece.

Para a ressonância magnética, o procedimento já é usado há dois anos pelo Hospital, na unidade da Pompéia, na zona oeste da capital paulista. O especialista revela que, nesses casos, o sucesso é de 90%. “A maioria dos pacientes gosta e aprende a meditar. A hipnose é uma forma de meditação.”

Os resultados são ainda mais animadores quando é necessário o uso da câmara hiperbárica. O equipamento não permite sedação e é uma espécie de cápsula de oxigênio. É utilizado para tratar infecções bacterianas graves. O paciente recebe doses diárias de oxigênio puro dentro da máquina.

“Antes de usarmos a hipnose, os claustrofóbicos não tinham acesso a esse tratamento. A câmara é toda fechada, pequena, assustadora para quem tem fobia.”

Desde janeiro deste ano, o método tem sido feito no equipamento e, de acordo com o cardiologista, o resultado é fantástico: “Conseguimos sucesso em todos os pacientes.”

O que a medicina de adultos poderia aprender com a pediatria

Talvez seja o momento de admitir que os adultos não passam de crianças grandes e pensar mais no conforto deles, diz pediatra

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Crianças: alguns conceitos da pediatria já deveriam estar incorporados no tratamento de adultos

Há vinte anos, escrevi sobre colher sangue pela primeira vez, sobre a dor do paciente e a insegurança do estudante de medicina. Em minha primeira experiência clínica, eu estava aprendendo um estranho código de cores: tubo de tampa vermelha para análise química do sangue, tampa roxa para exame hematológico, tampa verde, tampa amarela e assim por diante.

Logo descobri que na pediatria as cores eram as mesmas, mas os tubos eram muito menores. E, em vez daquelas grandes agulhas que eu havia aprendido a utilizar nos adultos, nós utilizávamos escalpes, agulhas pequenas com asas de plástico para mantê-las estabilizadas.

Pensei: se você consegue coletar sangue o bastante com um pequeno escalpe enchendo um pequeno tubo para fazer os exames necessários, porque precisamos enfiar agulhas enormes nos adultos e encher tubos comparativamente gigantescos para fazer as mesmas avaliações?

Essa não foi a última vez em que imaginei porque as crianças eram tratadas com mais cuidado que os adultos. E agora, parece que atitudes consideradas triviais há muito tempo nos cuidados com as crianças estão começando a se tornar padrão também para os adultos.

Pense nos grandes tubos. Em um artigo publicado em 2011 na revista Archives of Internal Medicine, pesquisadores mostraram que adultos hospitalizados com ataques do coração e que tiveram sangue colhido tinham mais chance de desenvolver anemia enquanto estivessem no hospital. Pacientes que desenvolvem esse tipo de anemia têm um risco maior de morrer.

Mikhail Kosiborod, um dos autores do estudo e cardiologista no St. Luke's Mid America Heart Institute, em Kansas City, Missouri, me contou que o resultado surpreendeu alguns médicos; o volume médio de sangue perdido não parecia grande o bastante para causar anemia em adultos saudáveis.

Os pacientes do estudo que desenvolveram anemia perderam 174 mililitros de sangue em média durante a hospitalização, ainda que alguns tenham perdido muito mais. Um adulto saudável pode não se tornar anêmico depois de tal perda de sangue, mas os doentes e os debilitados correm mais risco.

Seu próprio hospital, assim como muitas outras instituições, agora está utilizando tubos menores, afirmou – não os menores que existem, pois esses precisam de manuseio especial, mas um tamanho menor e que ainda pode ser manuseado normalmente pelo laboratório. Então, porque alguém usaria tubos maiores se os menores também funcionam?

"Isso simplesmente não foi questionado no mundo adulto", afirmou Kosiborod. "Isso não era considerado um grande problema."

Bradley Monash, um hospitalista acadêmico da Universidade da Califórnia, em São Francisco, que trabalha tanto na ala pediátrica quanto na adulta, afirmou: "Existe algo em relação aos cuidados pediátricos que toca as pessoas. Algo nos cuidados com as crianças que as pessoas abordam de uma forma diferente."

A dor e o medo que as crianças sentem quando precisam tirar sangue, por exemplo, provavelmente influencia a frequência com que os médicos pedem os exames.

"O medo é muito mais aceitável na pediatria do que entre os adultos", afirmou Monash.

"Há muitas coisas que poderíamos retirar da pediatria e utilizar na medicina."

Quando uma criança é hospitalizada, por exemplo, nós compreendemos que ela fique assustada. Um lugar pouco familiar, procedimentos dolorosos, pessoas estranhas com agulhas – tudo isso coroando a sensação de estar doente ou machucado. E nós rotineiramente esperamos que os pais passem a noite nos quartos de seus filhos no hospital e fornecemos a eles um leito e cadeiras que se desdobram onde eles possam se deitar.

Quando as crianças precisam de cirurgia, nós prometemos companhia e conforto. Sempre dizem às crianças que "os pais irão entrar com elas na sala de operação e que eles irão ficar lá até que elas durmam", afirmou Florencia Catanzaro, que coordena o programa de pré-hospitalização infantil do Hospital Bellevue, em Nova York.

Frequentemente os pais são autorizados a entrar na sala de recuperação do pós-operatório, para que as crianças os vejam quando acordarem, ou logo em seguida. Mas, realmente, os adultos são menos assustados, inseguros ou desorientados?

Na cirurgia em adultos, não é comum prometer que alguém pode ficar com você na sala de operação até que você durma, nem que os membros de sua família façam parte dos cuidados da sala de recuperação do pós-operatório. Muitos hospitais permitem que um membro da família passe a noite com um paciente adulto, mas as políticas variam de hospital para hospital e de ala para ala.

"Nós acomodamos muito mais familiares na ala pediátrica", afirmou Monash.

"Não temos horário de visita onde todos devem ir embora."

Ainda assim, a tendência na medicina adulta é que os novos quartos para pacientes sejam construídos da mesma forma que os quartos pediátricos, para que possam acomodar os familiares.

Parece-me que deveríamos ser capazes de prometer a cada paciente do hospital que um parente ou um amigo poderia ficar ao alcance de sua mão. Deveríamos ser capazes de prometer a qualquer pessoa que fosse passar por uma cirurgia que, quando ela acordasse, algum rosto familiar estaria lá.

Isso nem sempre seria perfeitamente conveniente para a rotina hospitalar, mas a lição dos cuidados pediátricos é que os hospitais irão se adaptar. Isso tudo também já foi impensável na pediatria há cerca de meio século.

O velho ditado "crianças não são apenas adultos em miniatura" é tão básico em pediatria que você pode pesquisar revistas médicas e achá-lo aplicado a tratamentos de fraturas faciais, insuficiência hepática e arritmias cardíacas, por exemplo. Com o tempo, nós aprendemos a ajustar o atendimento médico à fisiologia distinta das crianças e a seu desenvolvimento emocional.

Mas quando se trata de determinados aspectos do tratamento médico, especialmente a hospitalização, talvez seja chegado o momento de admitir que os adultos não passam de crianças grandes. Doença, dor e as sombras da incapacitação e da morte – comuns em todos os hospitais – tornam todos nós vulneráveis, em qualquer idade, e segurança e conforto são bem-vindos. O sangue é um lembrete útil: cada paciente precisa ser tratado de forma a conservar cada gota de força e de resistência

sábado, 24 de março de 2012

Limpeza e revitalização da pele express


Após dias e noites de folia, já é hora de minimizar os prejuízos causados pelos excessos

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Máscara: ótimo recurso para recuperar a vitalidade da pele


1. Comece higienizando a pele com um produto indicado para o seu tipo de pele. Se for oleosa, prefira os géis de limpeza. Para as peles secas ou maduras, as melhores opções são os cremes de higienização. A água usada em todo o processo deve ser fria, para não estimular a oleosidade. Não tem nada disso em casa? Use sabonete neutro glicerinado.

2. O segundo passo é renovar a pele com uma esfoliação suave. A dermatologista Bianca Gastaldi, de São Paulo, ensina duas receitas caseiras de esfoliantes:
- esfoliante de açúcar: misture uma colher (de sopa) de açúcar cristalizado com uma colher (de sopa) de mel. Aplique em movimentos circulares e lave com água em seguida. “É ideal para peles com muitos cravos, mas não é recomendável para peles sensíveis”, explica Bianca.
- esfoliante de aveia: misture duas colheres (de sopa) de aveia em flocos com duas colheres (de sopa) de mel. Aplique em todo o rosto com movimentos circulares. Retire o produto com água fria. “Como é mais suave, ele é indicado para peles sensíveis”.
3. Tonificar é a ordem após a limpeza profunda. Não vale usar produtos com álcool, que ressecam ainda mais a pele. A esteticista Roseli Siqueira, especialista em tratamentos naturais, dá uma dica valiosa de tônico para fazer em casa.
- tônico de rosas: junte duas rosas brancas despetaladas com um litro de água fervente. Espere esfriar totalmente e faça compressas com algodão em todo rosto, pescoço e colo.
4. As máscaras são indispensáveis para recuperar a vitalidade da pele. “As peles oleosas funcionam melhor com máscaras adstringentes, as mistas preferem as hidratantes à base de gel creme. Já as secas ou maduras precisam de máscaras hidratantes, nutritivas e rejuvenescedoras em creme ou mousse”, descreve Roseli. A esteticista ensina uma receita de máscara que pode ser usada em todos os tipos de pele e é perfeita para devolver o brilho e a beleza para os rostos cansados.
- máscara de maçã: rale meia maçã gelada e misture com uma colher (de sopa) de farinha de trigo e duas colheres (de sopa) de leite. Misture bem, até que fique bem lisa, e aplique no rosto e deixe agir por 20 minutos. Retire com água mineral.
5. A última etapa é hidratar. E não se engane, até as peles oleosas precisam de hidratação. Mas, nesse caso, os produtos devem ser fluidos ou em gel. As peles secas ou maduras, por outro lado, beneficiam-se mais com os cremes. Aplique o hidratante de dentro para fora, aplicando uma leve pressão.

Três dicas rápidas para o resto do verão:
- Escolha protetores solares com antioxidantes e vitaminas na fórmula, pois eles ajudam a deixar a pele mais resistente;
- É imprescindível beber dois litros de água ou suco por dia. Alimentos desintoxicantes também não podem faltar na dieta, como melancia, melão e muita salada;
- A pele perdeu o viço de novo? Aí vai um truque rápido: faça uma massagem no rosto com movimentos de ondinhas e dê leves batidinhas com as pontas dos dedos. Aplique compressas frias com rodelas de pepino ou batata

7 sinais de que a futura sogra será um problema


Sogra não se escolhe, mas dá para tentar prever se a relação vai ser difícil e evitar conflitos. Veja as dicas de especialistas

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Muitos sinais de uma relação tensa com a sogra já estão presentes durante o namoro
Você achou o amor da sua vida. Ou pelo menos, começou um romance promissor. Mas o pacote vem completo, incluindo família, cachorro... e sogra. A relação pode variar de ótima a conflituosa. A boa notícia é que dá para tentar prever a roubada e evitar conflitos. “Dá para prever se o relacionamento com a futura sogra será problemático. Como diz o dito popular, ninguém causa uma segunda primeira boa impressão”, diz Silvia Malamud, psicoterapeuta.
Existem pequenas implicâncias que vale a pena relevar. “Tem coisas que a gente pode abrir mão, mas o limite tem que ser conversado com o parceiro”, afirma Marina. Até porque com o tempo, o “elemento novo” na relação entre mãe e filho (ou filha) tende a ser assimilado.

O começo do relacionamento é um bom momento para avaliar o peso desse tipo de interferência na relação e como os parceiros vão administrá-la. “O namoro é um divisor de águas entre a vida madura e a de filho. É um teste de como ele vai conseguir se relacionar com outra mulher”, afirma Antonia dos Santos Ambrosio, coach especialista em relacionamentos.
O problema é quando se trata de atitudes invasivas e constantes que podem tornar a vida do casa – e da nora – um inferno. “Se os comentários negativos são contundentes e repetidos, será que a relação sobrevive a esse padrão de interferências? Vale a pena prosseguir”, questiona Silvia.
Veja alguns sinais de que a relação com a sogra pode ser tensa:
1 – Ele é dependente da mãe
Para muitas mães, é difícil cortar o cordão umbilical. “Elas esquecem que os filhos já têm identidade própria independente da deles e que podem e devem fazer escolhas”, afirma Silvia Malamud. Ver os filhos crescidos, em um relacionamento, evoca à síndrome do ninho vazio para quem se prendeu com muita força aos papéis de pai e mãe, acredita a coach.

Antônia lembra que há mães que fazem questão de manter o filho uma relação infantilizada. “Ela o critica na frente dos outros, por exemplo. Inclusive na frente da namorada”. Nessas circunstâncias, alguns ataques à futura nora podem ser dirigidos na verdade ao filho, quando a sogra se sente preterida pela nora. “Se a mãe receber um reconhecimento da parte do filho de coisas boas e até de limitações na relação, pode superar.”
2- Ela não respeita o espaço dele 
Ser grudenta é mau sinal. “A vida manda sinais. Se ela quer fazer tudo junto com o casal, viagens, programas em família e não admite que o filho faça coisas sozinho com a namorada, pode ser um problema. Se for ciúme patológico, é difícil remediar só com conversa” alerta Marina Vasconcellos. Portanto, fique ligada se ela não respeita a privacidade dele.

Em casos mais graves, sogras e sogros podem ter até crises emocionais. “Alguns sintomas são rejeição, depressão e agressividade”, exemplifica Silvia.
3 – Ela não respeita seu espaço
Se logo de cara a mãe do seu amor já comenta de forma nada agradável sua roupa, seu cabelo ou seu jeito de se expressar, sinal amarelo. “Se a relação prosseguir, as duas precisam aprender a relevar”, afirma Silvia. O risco é virar um círculo vicioso de pequenas agressões.

4 – Ela faz drama
Parece inofesiva, mas a sogra dramática pode acabar manipulando o casal. “Sogra que se faz de vítima, de doente, que pede atenção demais, acaba sobrecarregando a nora ou o filho. Ela tende a ser manipuladora, chata”, alerta Marina

5 – Ela tem ciúme do filho
Mãe e filho e marido e mulher são relações totalmente diferentes, mas nada impede uma competição por atenção ou por afeto. “Quando a mãe mães desenvolve cuidados excessivos com seus filhos de forma narcísica, dói demais a possibilidade da ‘entrega’ de suas crias a um outro estranho - e pior, mais jovem!”, lembra Silvia.

6 – Ele não se posiciona
Não é um problema diretamente da sogra, mas é determinante na relação. Quem tem que colocar limites e administrar conflitos é o filho. “Filho que não consegue resolver conflitos entre a namorada e a mãe no início da relação dá um forte sinal de que vai ser ainda mais difícil no futuro. Tende a não mudar se o relacionamento fica mais sério”, avisa Marina.

Ele tem que tomar a dianteira, mas, em hipótese nenhuma, a nora deve usá-lo de intermediários. “Não se manda recados pelo filho. Não é joguete e a informação que fica é que a pessoa do recado ou é especial demais ou fraca demais”, acredita Silvia.
7 – Ela idealiza o filho
Toda mãe acha que seu filho é especial. “Mas quando existe a percepção equivocada de que o filho é o melhor de todos, achar um parceiro ‘a altura’ fica praticamente impossível”, afirma Silvia. Se o filho é o heroi, a nora é uma ameaça, vem o medo de perdê-lo. E isso engata culpa e jogos de culpa no relacionamento. Aí nenhuma nora serve”, diz Marina.

Outra desvantagem dos mancebos criados a pão-de-ló é que pode sobrar para a parceira também. “É o namorado que casa e continua querendo ser mimado pela mulher. A sogra não é um problema, fez um problema”, completa Marina

sexta-feira, 23 de março de 2012

Você conhece farinha de coco?

Ela ajuda a emagrecer, estimula o intestino preguiçoso e ainda combate o diabetes e o colesterol alto

A lista de produtos feitos a partir do coco não é pequena e inclui alguns itens bem comuns no dia a dia, como coco ralado e leite de coco.

Por outro lado, há aqueles que ainda não ganharam fama, mas merecem atenção especial pelo seu valor nutricional. Este é o caso da farinha de coco, alimento obtido da casca e da polpa da fruta.

Cheia de fibra

Segundo a nutricionista funcional Gabriela Soares Maia, do Rio de Janeiro (RJ), “é possível encontrar aproximadamente 2,5 gramas de fibras a cada 10 gramas do farelo (o equivalente a uma colher de sopa), o que garante à farinha uma série de benefícios”. Um bom exemplo é o fim da constipação intestinal – sim, a conhecida prisão de ventre – já que as fibras favorecem a formação do bolo fecal e estimulam o trânsito na região.

A presença desses compostos também é responsável por diminuir a absorção das gorduras consumidas, resultando, assim, na redução das taxas de colesterol – principalmente o LDL, o colesterol “ruim”. E não para por aí: as fibras alimentares ainda fazem os níveis glicêmicos despencarem e, por isso, auxiliam no controle e na prevenção do diabetes.

Parceira no emagrecimento

Se o desejo é enxugar alguns quilinhos a farinha de coco pode ser uma boa aliada na empreitada. “Ela auxilia na perda de peso devido à boa quantidade de fibras, que promovem maior sensação de saciedade”, informa Fernanda Granja, nutricionista clínica especializada em nutrição funcional, nutrição pediátrica e fisiologia do exercício, de São Paulo (SP).

Além das poderosas fibras, o farelo contém boas doses de TCM (triglicerídeos de cadeia média), substâncias que não são armazenadas na forma de gordura, fator que “obriga” o organismo a utilizar o depósito acumulado como fonte de energia.

“Por isso são muito indicados para atletas ou pessoas que desejam reduzir a gordura corporal”, completa a nutricionista da capital paulista.

Livre de glúten

Presente no trigo, na aveia, na cevada e no malte, o glúten é uma proteína que não pode fazer parte da dieta de quem apresenta doença celíaca, pois causa nessas pessoas uma série de sintomas desagradáveis (diarreia é um deles). A boa notícia é que a farinha de coco não tem esse componente e, portanto, está liberada para entrar no cardápio dos celíacos.

“Muitas vezes as receitas de pães e biscoitos não ficam tão saborosas e macias por causa da ausência da farinha de trigo. A farinha de coco é uma alternativa para melhorar essas características”, comenta a nutricionista do Rio de Janeiro.

Fruta x farinha

De acordo com Eliane Tagliari, nutricionista funcional, fitoterapeuta e diretora da clínica Nutribioforma, de Curitiba (PR), deve-se consumir tanto o coco in natura quanto sua farinha, já que ambos oferecem benefícios. A fruta, vale citar, tem maior quantidade de gorduras de cadeia média (consideradas boas), menor teor de fibras e várias vitaminas e minerais. Por outro lado, a farinha tem pouca gordura e é uma excelente fonte de fibras.

“O farelo é mais versátil, podendo ser utilizado em diversos pratos. E seu prazo de validade é maior”, observa Gabriela. Segundo ela, ingerir uma colher de sopa por dia já é o suficiente para beneficiar a saúde.

Se não imagina como aproveitar o alimento, anote aí: ele pode ser consumido com fruta e iogurte, batido com um suco ou incorporado a receitas de pães e bolos, molhos de salada e granola.

“Além de ser saudável, dá um sabor especial às preparações”, garante a nutricionista.

Quer experimentar? Pelo menos duas opções de marca são vendidas em lojas de produtos naturais e alguns mercados. Confira duas receitas que levam farinha de coco. Bom apetite!

GRANOLA CROCANTE
Ingredientes
5 colheres (sopa) de farinha de coco
5 castanhas-do-pará picadas
10 amêndoas picadas
5 colheres (sopa) de flocos de quinua
5 colheres de farinha de linhaça dourada
PreparoMisture todos os ingredientes. Coloque em um pote de vidro e guarde na geladeira. Use em frutas, para bater com sucos e com iogurte.

PÃO INTEGRAL DIFERENTE
Ingredientes
6 ovos
½ xícara (chá) de óleo de coco
2 colheres (sopa) de mel
½ colher (chá) de sal
¾ de xícara (chá) de farinha de coco
1 xícara (chá) de farinha de trigo integral
1 colher de (sopa) de farinha de linhaça dourada
1 colher (chá) de fermento
PreparoPreaqueça o forno a 180º C. Forre uma forma para pão com papel manteiga. Unte a forma. Misture a farinha de trigo com o fermento e reserve. Bata os ovos, o óleo, o mel e o sal até formar uma massa homogênea. Acrescente a farinha de coco e a de linhaça. Coloque a massa na forma e leve ao forno para assar por uma hora.

Os alimentos que melhoram a cicatrização da pele

Com propriedades funcionais, eles combatem a inflamação e ajudam na formação do novo tecido

Foto: Getty Images Ampliar
Frutas vermelhas: poderosas aliadas da cicatrização
Qualquer lesão na pele, mesmo que superficial, gera uma resposta imediata do corpo e é encarada pelo organismo como uma agressão cuja resposta imediata é a inflamação.

Além dos medicamentos normalmente usados para estimular a cicatrização adequada, alguns alimentos podem dar uma ajudinha extra nesse processo.

Com larga experiência no atendimento de pacientes de cirurgia plástica, a nutricionista funcional Luciana Harfenist dá a receita para melhorar a cicatrização: apostar nas propriedades funcionais dos alimentos , ou seja, optar pelos que são mais ricos em nutrientes e reduzir ao máximo os industrializados.

“Somos feitos de nutrientes. O sangue, por exemplo, é uma proteína. Se não damos nutrientes para o corpo, como ele vai funcionar adequadamente?” questiona ela.

Veja a seguir alguns alimentos sugeridos por Luciana para favorecer o processo de cicatrização do corpo.

Frutas cítricas
São ricas em betacaroteno (antioxidante) e vitamina C, que participa da síntese de colágeno da pele e melhora a resistência dos vasos sanguíneos. Leia mais:
Frutas cítricas diminuem o risco de AVC

 Frutas vermelhas
Contêm flavonoides, que protegem as paredes dos vasos sanguíneos e combatem o processo inflamatório. Leia mais:
Dossiê frutas vermelhas

Brócolis, repolho e couve
Além de ricas em antioxidantes, contêm compostos enxofrados bioativos, que auxiliam na desintoxicação do fígado – isso é bom para quem recebeu anestesia ou está tomando remédios contra inflamações e infecções. Leia mais:
A proteção do brócolis e do repolho

Farinha de linhaça e semente de chia
São ricos em ômega 3, um tipo de ácido graxo (gordura) que estimula a resposta imunológica do corpo e ajuda a modular a inflamação. Leia mais:
Chia é a nova promessa para emagrecer