terça-feira, 16 de setembro de 2014

Quão Grande é o Meu Deus - Soraya Moraes - Culto Mulhres Diante do Trono

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Deus Não Está Morto [ Filmes Completos Dublados 2014 ]

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Homem é preso ao tentar estuprar segunda vítima em seis horas

Ivanildo Bezerra Alves, que já havia sido preso em flagrante por roubo e tentativa de estupro, foi reconhecido por outra vítima

Rio - Ivanildo Bezerra Alves, preso em flagrante por roubo e tentativa de estupro nesta segunda-feira, foi reconhecido por uma segunda vítima, que teria sofrido abuso sexual no mesmo dia, mais cedo. Segundo informações da 16ª DP (Barra da Tijuca), a outra vítima de estupro esteve nesta terça-feira na delegacia e também reconheceu o homem como autor do crime.
O segundo caso a ser registrado contra Ivanildo, na verdade, foi o primeiro a acontecer. Era o segundo ataque do criminoso em menos de seis horas. Às 21h de segunda-feira, Ivanildo havia tentado abusar sexualmente de Deborah Lima, de 23 anos, enquanto a jovem voltava para casa, também na Barra. 
Jovem conta como fugiu de tentativa de estupro
A estudante de Direito Deborah Lima, de 23 anos, passou por momentos de verdadeiro terror ao sofrer uma tentativa de estupro, por volta das 21h desta segunda-feira, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Apesar disso, Deborah teve coragem e expôs o caso no Facebook, onde, na tarde desta quarta-feira, a publicação da jovem já chegava aos quase 2 mil compartilhamentos. Ela contou que, por meio do "post", outras vítimas de tentativas e de efetivos estupros passaram a procurá-la para falar sobre casos que permancem impunes. Deborah contou ao DIA que está incentivando todas as vítimas a procurarem a delegacia mais próxima para denunciar o crime.
Deborah caminhava para casa depois de sair do curso de inglês, que fica dentro de um shopping, na Barra. Um trajeto que estava acostumada a fazer, segundo ela. "Eu imaginava que o percuso fosse perigoso, mas não às nove da noite". Deborah disse que poderia fazer o caminho de carro, mas não achava necessário, pois mora bem perto do curso.
Já no caminho, quando passava em frente ao centro empresarial do shopping, Deborah foi abordada por um homem em uma moto e foi anunciado o que seria inicialmente um assalto. A estudante disse ter apenas R$16 e o criminoso não acreditou: "Ele pediu para ver a minha bolsa em um lugar mais escuro e pediu para eu subir na moto". A jovem contou que a intenção dela era saltar da moto, mas, o homem tomou a direção contrária à imaginada por ela e saiu a toda velocidade em direção à Avenida Salvador Allende, próximo ao condomínio Rio 2, também na Zona Oeste.
Deborah postou no Facebook uma montagem das feridas que teve
Foto:  Reprodução Internet
De acordo com Deborah, o crime foi, provavelmente, premeditado, porque o homem dispunha de dois capacetes. Ao chegar em um local isolado e sem calçada, o crimonoso parou a moto e, como a movimentação dos dois poderia parecer suspeita, o bandido pediu para que Deborah o beijasse. "Eu disse que não e que o máximo que faria seria abraçá-lo". Depois, sempre ameaçando a vítima, conduziu Deborah por cerca de 30 metros por uma trilha que beirava um manguezal. Ao chegar em um ponto de terra batida, o homem anunciou: "Eu quero você". A jovem se desesperou e tentou entregar outros objetos de valor ao criminoso.
Negando as ofertas, o bandido tirou um grande saco plástico - o que reforça a tese da jovem de crime premeditado - e o estendeu no chão. Deborah pediu que o homem não a machucasse. "(Você) está começando a me irritar. Vou te matar", rebateu o bandido, que sacou a suposta arma, guardada dentro de outro saco plástico. No entanto, o bandido disse que não usaria o revólver, e sim um canivete. Em rápida distração do homem, Deborah tentou fugir, mas foi alcançada. Os dois entraram em uma luta corporal e o criminoso voltou a ameaçar a estudante, colocando o canivete em sua garganta.
Reconduziu a vítima puxando-a pelos cabelos até local de terra batida. O homem, então, começou a tirar a roupa e ordenou que a jovem fizesse o mesmo. Ela tirou as sandálias e perguntou se poderia levantar do lugar em que havia sido obrigada a deitar. "Apesar de estar de vestido, disse a ele que estava usando um short por baixo, e que precisava levantar para tirar", contou Deborah.
Foi quando a jovem aproveitou a nova oportunidade e saiu correndo, desta vez, na direção contrária a que havia tentado anteriormente. A jovem acabou tendo vários arranhões, pois o caminho que tomou tinha um mato mais alto. O bandido, então, desistiu de segui-la. Ainda em fuga, Deborah se lançou no manguezal, onde a água chegava até seus ombros. Ela conseguiu sair do matagal e chegar à Avenida Salvador Allende, onde se "enfiou" no meio dos carros, até que um senhor resolveu ajudá-la.
Já dentro do carro, Deborah viu que mais a frente havia um acidente envolvendo um carro e um motociclista. Ela pediu que o motorista que a ajudou passasse perto da colisão: "Não reconheci o homem, mas ouvi a voz". O senhor que ajudou a estudante ligou para a Polícia e emprestou outro celular a ela para que ela ligasse para os pais. Deborah acredita que o bandido ia tentar alcançá-la com a moto pelo outro lado da mata, mas acabou batendo em um carro e quebrando a perna.
O criminoso, identificado como sendo Ivanildo Bezerra Alves, foi preso em flagrante por roubo e tentativa de estupro. O caso foi registrado na 16ª DP (Barra da Tijuca). 

Em dez anos, suicídio de crianças e pré-adolescentes cresceu 40% no Brasil

Dados preocupam porque suicídio é sub-notificado e, além disso, estimam-se 300 tentativas para cada suicídio infantil; especialistas criticam falta de programas de prevenção

"Mas você tem tudo o que quer. Por que fez isso?" Seja em um choro dolorido ou aos gritos de raiva, a frase é comum no pronto socorro de psiquiatria para onde são encaminhadas as crianças e adolescentes que tentaram se matar. Sai da boca dos pais, atônitos com a confissão do filho que se cortou todo ou que ingeriu uma dose cavalar de medicamentos. Pouco falado, o suicídio na infância e adolescência tem crescido nos últimos anos.
Dados do Mapa da Violência, do Ministério da Saúde, revelam que ele existe e está crescendo. De 2002 a 2012 houve um crescimento de 40% da taxa de suicídio entre crianças e pré-adolescentes com idade entre 10 e 14 anos. Na faixa etária de 15 a 19 anos, o aumento foi de 33,5%. 
Thinkstock Photos
Suicídio infantil: maioria dos casos está ligada à depressão, que é tratável
"Ao contrário do adulto, que normalmente planeja a ação, o adolescente age no impulso. São comportamentos suicidas para fugir de determinada situação que vez ou outra acabam mesmo em morte", afirma a psiquiatra Maria Fernanda Fávaro, que atua em um Pronto Socorro de psiquiatria em São Caetano do Sul, região metropolitana de São Paulo. Aos cuidados de Maria Fernanda, são encaminhadas as crianças e os adolescentes que chegaram feridas ao hospital após tentarem se matar.
Ao serem perguntados sobre o motivo de terem se mutilado com lâmina de barbear, se ferido com materiais pontiagudos, cortado o pulso ou ingerido mais de duas dezenas de comprimidos, a resposta é rápida, e vaga. "A maioria diz que a vida não tem sentido, que sentem um vazio enorme. Muitos têm quadros associados à depressão", afirma Maria Fernanda. O cenário é tão recorrente, diz a psiquiatra, que há sites, blogs e páginas de rede social que ensinam as melhores técnicas e ferramentas para que a criança tire a própria vida.
Para os mais novos, se matar é, de fato, mais difícil. Dados mostram que, a cada suicídio adulto, há de 10 a 20 tentativas que não acabaram em morte. No caso de crianças, são estimadas 300 tentativas para um suicídio consumado, seja porque elas usam método pouco letal, seja por dificuldade de acesso a instrumentos. "Muitos, quando chegam aqui contam que vêm se cortando a mais ou menos um ano, e a família não sabe disso", diz Maria Fernanda.
Assunto proibido
Esse desconhecimento familiar não deve ser encarado como descaso, mas precisa ser visto sob a lógica do quanto o tema do suicídio ainda é um tabu na sociedade, afirmam os especialistas. No caso de crianças e adolescentes, a situação ainda é pior: ninguém fala sobre o assunto, apesar de estudos mostrarem que 90% dos jovens atendidos em emergência psiquiátrica chegam lá após tentativas de se matar.
"Existe o mito de que o suicídio se concentra nos países nórdicos. Essas nações realmente lideravam o ranking, mas tomaram atitudes e conseguiram reverter o quadro. Enquanto isso, a gente aqui no Brasil continua sem falar nisso e vê os números crescendo", alerta Carlos Correia, voluntário há mais de 20 anos do Centro de Valorização da Vida, o CVV. 
Dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) na semana passada mostraram que o Brasil é o quarto país latino-americano com o maior crescimento no número de suicídios entre 2000 e 2012 e o oitavo do mundo em números absolutos de pessoas que tiram a própria vida. Foram 11.821 suicídios no período, aumento de 10% em relação à década anterior. 
Uma situação que, segundo os especialistas, reflete a falta de programas de prevenção. Apesar de a taxa no Brasil ainda ser inferior a 10 suicídios por 100 mil habitantes – a partir da qual a OMS considera alta, a população é muito grande e, portanto, o número de casos também.
“O que não pode é o Brasil votar em março sobre o relatório da OMS, mas não promover o plano de prevenção ao suicídio”, afirma o médico Carlos Felipe Almeida D’Oliveira, da Rede Brasileira de Prevenção do Suicídio.
O psiquiatra infantil Gustavo Estanislau compara as iniciativas de prevenção brasileiras com as de países desenvolvidos. "Lá fora, existem projetos de prevenção há muito tempo. Eles já têm isso tão bem organizado, que funcionam como um guia. Tem equipes até para agir nas escolas quando, por exemplo, uma criança se mata. No Brasil, não conheço nenhum projeto desse tipo."
Por onde começar
A criação de um programa de prevenção ao suicídio eficaz deve ter como prioridades a identificação de fatores de risco, o investimento em serviços especializados e o mapeamento de quais são as populações mais vulneráveis, com atenção àqueles que já cometeram tentativas de suicídio.
Maria Fernanda conta que boa parte das crianças e adolescentes que ela atende no pronto socorro psiquiátrico é reincidente: já tentaram se matar outra vez e, machucados, passaram por um clínico geral que os liberou em seguida. “É a realidade da maioria, porque ainda são poucos os serviços especializados. No hospital convencional, a medida comum é cuidar do ferimento e mandar para casa”, diz.
Quando essa mesma criança que tentou se matar tem acesso a um serviço especializado, o resultado pode mudar seu futuro. “Atendo e avalio se ela mantém o risco suicida. Se ela diz que tentou se matar e continua querendo, a gente interna. Se não há risco, indicamos um acompanhamento ambulatorial. Só não pode é voltar para casa do jeito que chegou”, afirma Maria Fernanda.
Como eu vou saber?
Os especialistas afirmam que é preciso prestar atenção a qualquer sinal que a criança ou o adolescente demonstre sobre a vontade de tirar a própria vida. Além de comunicar verbalmente o objetivo de se matar, ele pode apresentar sinais como tristeza prolongada, mudança brusca de comportamento, agressividade e intolerância.
“A primeira coisa a fazer é considerar que há um risco. Não pode achar que é bobagem, coisa momentânea ou feita para chamar atenção. O suicídio tem um aspecto importante, que é a comunicação. Se a pessoa está dizendo que tem um tipo de sofrimento e que não encontra saída, é preciso ficar atento e procurar um serviço de saúde mental”, afirma D’Oliveira, da Rede Brasileira de Prevenção do Suicídio.

SUICÍDIO INFANTO-JUVENIL

FATORES DE RISCO
PARA O SUICÍDIO

depressão

histórico familiar de suicídio

uso de álcool e drogas na família ou pelo jovem 

abuso

acesso ao instrumento

bullying

estresse

pressão interna

dificuldade de interação social
Detectado o risco, a primeira providência é conversar. Parece óbvio, mas não é. Na maioria dos casos, os adultos acreditam que se fingirem que não perceberam, a criança ou o adolescente pode mudar de ideia. Outros tantos acham que falar em suicídio é uma ameaça típica da idade. Ambas atitudes estão erradas. “É preciso sempre levar a sério e acreditar no que a criança ou o adolescente diz. É importante ter uma conversa, sem julgamentos, para que ele não se sinta tolhido em falar”, afirma a psicóloga Karen Scavacini, mestre em saúde pública e especialista em prevenção ao suicídio. 
Pode ser que, nessa conversa, o adulto perceba sinais bem sutis, como a dificuldade de tolerância à frustração, falta de sentido na vida, sensação de desamparo e pressão interna. "É também nessa idade, que muitos se dão conta de sua orientação sexual. No caso de se perceberem homossexuais, podem achar que é um problema e que não tem solução", afirma Karen. 
A psicóloga explica que, nesta conversa, é importante que o adulto pergunte se a criança ou o adolescente já pensou em se matar mais de uma vez. “Assim, é possível saber se a ideia já virou um plano e então encaminhar a criança para um atendimento.”
Mesmo porque no momento do atendimento, explica a psicóloga, percebe-se que a vulnerabilidade dessa faixa etária é tão grande que muitos tentam tirar a vida sem ao menos saber o que isso significa. “Crianças mais novas e pré-adolescentes tem uma impulsividade e não têm a capacidade de avaliar que a morte é para sempre.”

Brasil tem defeitos bem explorados e dá adeus à Copa do Mundo

Nenhuma partida é igual a outra. São todas únicas, com uma infinidade de características diferentes que as tornam próprias. Seria um erro, portanto, imaginar que o duelo da seleção brasileira diante da Sérvia pelas quartas de final da Copa do Mundo teria a mesma história do encontro anterior, lá na primeira fase. O resultado de 84 a 56 em favor dos europeus tratou de comprovar isso.
Tiago Splitter luta no garrafão. Brasil teve dificuldade imensa para atacar a cesta  (Foto: Fiba/Divulgação)
Tiago Splitter luta no garrafão. Brasil teve dificuldade imensa para atacar a cesta
(Foto: Fiba/Divulgação)
Houve um trecho em comum entre os dois embates: o terceiro quarto. Em ambos, o Brasil foi dominado nos dois lados da quadra e não conseguiu acompanhar o ritmo do rival, que movimentou o placar com uma freqüência absurda. Mas foi só isso.
No confronto da primeira fase, o time de Rubén Magnano teve um desempenho na metade inicial que beirou a perfeição. Por isso, se manteve vivo mesmo com a produção paupérrima apresentada na volta dos vestiários. Desta vez, houve equilíbrio antes do intervalo, o que tornou fatal uma queda tão acentuada assim.
Cada jogo é mesmo único.
A Sérvia entrou em quadra com duas mudanças em relação ao quinteto inicial que encarou o Brasil na primeira fase. As novidades foram o ala Nikola Kalinic, que não havia atuado um minuto sequer naquela ocasião, e o armador Milos Teodosic.
Esse último dispensa apresentações. É um craque. Aparece em qualquer lista dos melhores armadores do mundo fora da NBA. Mostrou um pouco disso nestas quartas de final, explorando ao máximo a dificuldade brasileira em marcar jogadas com bloqueios — algo que gerou muito bate cabeça durante toda a Copa do Mundo e que rendeu mais problemas desta vez.
Não foi à toa que Teodosic marcou 16 dos 37 pontos da Sérvia no primeiro tempo. Essa deficiência de se virar diante dos bloqueios fez com que o Brasil permitisse muitas infiltrações da turma de perímetro do outro lado. Quem também se aproveitou foi Nemanja Bjelica, dono de uma partidaça. Mais alto que os armadores e mais rápido que os pivôs, representava um grande problema quando atacava. Funcionou bem ainda como ala-pivô aberto, levando um grandalhão da marcação para longe da cesta, o que criou espaços para seus companheiros.
Milos Teodosic: craque sérvio explorou bem as falhas defensivas do Brasil (Foto: Fiba/Divulgação)
Milos Teodosic: craque sérvio explorou bem as falhas defensivas do Brasil (Foto: Fiba/Divulgação)
Com a bola nas mãos, o Brasil viu as portas completamente fechadas na área pintada com seus homens grandes. Mas eles exploraram bastante Marquinhos, que se aproveitou bem da concentração de marcadores lá embaixo para aparecer e definir, movimentando-se bastante ao invés de se limitar apenas à linha de três. Algo que já tinha sido bem feito em outras oportunidades. Até mesmo contra a Sérvia.
Mas o grande mérito dos europeus foi anular completamente uma das maiores forças do Brasil, que tinha dado resultado naquele primeiro tempo avassalador do último duelo entre os países: os pontos fáceis em contra-ataque. Foram raros os momentos nos quais os comandados de Magnano conseguiram imprimir velocidade no sistema ofensivo. Quando fizeram isso duas vezes seguidas, passaram à frente. Abriram 32 a 29, pouco antes do intervalo.
Magnano mexeu pouco no time durante o primeiro tempo. Deixou no banco caras que costumavam participar mais tempo do jogo. Um deles foi Larry, que tanto ajudou Raulzinho a colocar uma pressão absurda na bola dos rivais nos segundos quartos em outras partidas, aumentando os contra-ataques — justamente o que faltou desta vez.
A Sérvia fez oito pontos seguidos e chegou à metade do duelo vencendo por cinco: 37 a 32. Com os mesmos defeitos da primeira metade, os brasileiros viram o adversário continuar em melhor momento no início do segundo tempo. Até que uma falta de Anderson Varejão e duas técnicas marcadas em cima de Marquinhos e Tiago Splitter no mesmo lance acabou definindo a disputa. Os europeus tiveram a chance de arremessar seis lances livres seguidos. Acertaram cinco. Mataram o jogo.
Depois disso, o que se viu foi um Brasil com pressa para definir os ataques, definidos de maneira precipitada. Melhor para a Sérvia, que aproveitou o desespero para construir uma vantagem ainda mais folgada, carimbando a vitória e a passagem à semifinal com autoridade.
Brasil cai nas quartas de final. Placar dilatado não anula boa campanha (Foto: Fiba/Divulgação)
Brasil cai nas quartas de final. Placar dilatado não anula boa campanha (Foto: Fiba/Divulgação)
Acabou o Mundial para o Brasil. Mas antes que se inicie qualquer caça às bruxas, é importante colocar as coisas sob uma perspectiva correta. Foi uma boa campanha. Sim, boa. Que alcançou as quartas de final e que incluiu vitórias sobre outros adversários fortes — incluindo o próprio responsável pela eliminação. Teve pontos críticos, é verdade. Muitos deles destacados neste espaço desde os amistosos de preparação. Mas passou longe da porcaria que alguns poderão tentar pintar. Nada de oito ou oitenta.
O placar dilatado não é normal, mas também não quer dizer nada. Para não viajar tão longe na história, fiquemos com uma lembrança de 2013, quando o San Antonio Spurs massacrou o Miami Heat em uma das partidas da final da NBA. Acabou não conquistando o título.

Guia-me, Pois Sou Cego!

“Ora, quando Faraó deixou ir o povo, Deus não o conduziu pelo caminho da terra dos filisteus, se bem que fosse mais perto; porque Deus disse: Para que porventura o povo não se arrependa, vendo a guerra, e volte para o Egito;”Exodo 13:17
Sou grato a Deus por nem sempre me responder às orações da maneira que peço. Alguém poderia dizer: ‘Mas como assim?’
Minha visão é limitada ao que está ao alcance do meu entendimento, da minha experiência, da expectativa natural e humana de como o mundo funciona, por isso, então, para caminhar alinhado à vontade de Deus, não posso depender desta visão, mas preciso do sobrenatural que altera todas as circunstâncias.
Para entender a vontade de Deus nossa mente é cega mesmo. Deus nos ama tanto amados, que não podemos desconfiar da Sua liderança, soberania, propósito em nossas vidas, ainda que não entendamos muita coisa por um bom tempo. O que geralmente acontece é que permitimos ser dominados pela ansiedade de resolver as coisas da nossa própria maneira, não queremos esperar em Deus. Para algumas pessoas a palavra ‘esperar’ parece sinônimo de maldição, como se devêssemos fugir disto a todo o custo. E não é!
Deus conhecia o coração daquele povo, assim como conhece o seu coração. Deus precisava provar os seus corações para conhecer sua fidelidade, mas também queria protegê-los de serem tão tentados a ponto de voltar para o Egito. Conosco o mesmo acontece. Pode ser que o caminho pelo qual o Senhor tem te dirigido pareça ser longo e demorado, e se você ‘cortasse alguns atalhos’ tudo iria deslanchar. Não faça isto, por amor ao que Deus tem para tua vida! Deus te conhece e sabe dos teus limites.
“Mas Deus fez o povo rodear pelo caminho do deserto perto do Mar Vermelho; e os filhos de Israel subiram armados da terra do Egito.” Êxodo 13:18
Deus sabia que a ameaça da guerra contra outro povo iria amedrontar o povo que provavelmente voltaria para trás. Você consegue enxergar o cuidado e amor de Deus por sua vida na longa espera, aos seus olhos? Como seres humanos temos a tendência de ficarmos inseguros da nossa posição quando somos afrontados, desafiados, ameaçados.
Mesmo que você não entenda o caminho pelo qual o Senhor tem te levado, confie nEle. “Moisés levou consigo os ossos de José, porquanto havia este solenemente ajuramentado os filhos de Israel, dizendo: Certamente Deus vos visitará; e vós haveis de levar daqui convosco os meus ossos.“ Êxodo 13:18.
José, muitos anos antes já sabia do que Deus faria por seu povo ali no Egito. Deus já havia preparado todas as coisas muito antes delas acontecerem. E embora parecesse difícil no momento, foi o melhor que poderia ter ocorrido.
Ainda hoje Deus tem uma Canaã para cada um de nós, e a cada um de nós será dada a oportunidade de deixar o ‘Egito’, ‘atravessar o deserto’, conquistar a terra prometida. “Por isso convém atentarmos mais diligentemente para as coisas que ouvimos, para que em tempo algum nos desviemos delas.” Hebreus 2:1.
Fortaleça-se no Senhor, deixe Sua Palavra te sustentar, te encorajar, te corrigir e limpar teu coração. Assim como foi com o povo saído do Egito, enquanto eles seguiram ao Senhor tudo foi conforme Ele havia dito. O Senhor cumprirá Sua promessa desde que você permaneça no caminho que Ele preparou.

FALA CASIMIRO

Casimiro de Abreu dá início à elaboração do Plano Municipal da Mata Atlântica
Plano dará subsídios para planejar o ordenamento e o uso do solo a partir das áreas de Mata Atlântica
 
A Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Casimiro de Abreu organizou a primeira oficina participativa ...

Secretaria de Fazenda promove qualificação de funcionários
Festa da Cidade terá Fazendinha e Tenda do Agricultor
Festa de aniversário de Casimiro terá esquema especial de transporte público
ESSE É O RODRIGO, VENCENDO OS OBSTÁCULOS E SUPERANDO SEUS LIMITES!!!
PARABÉNS CAMPEÃO!!!

RODRIGO ALVES DE MELLO SURPREENDE!!!!

MORADOR EM BARRA DE SÃO JOÃO, SOCORRISTA NO RESGATE DE BARRA DE SÃO JOÃO, SE SUPERA A CADA CORRIDA.
RODRIGO ALVES DE MELLO, PARTICIPA DE CORRIDAS  E TRILHAS  E  SURPREENDE PELA SUA PERSEVERANÇA E CAPACIDADE DE SUPERAR SEUS PRÓPRIOS LIMITES.
RODRIGO SEMPRE FICA NOS PRIMEIROS LUGARES POR ONDE PARTICIPA.
ESSE É MAIS UM ATLETA QUE MOSTRA SUA DISCIPLINA E VONTADE DE VENCER.


Corrida do clube costa do sol. 6km 9 lugar no geral e 1 lugar na faixa etária.


Foto de Rodrigo Mello.

Prova WOL EXTREME duríssima 8km de muitas subidas, trilhas e descidas. No final fiquei em 1 lugar na minha faixa etária 



Minha primeira corrida de 10km e fico em segundo lugar na faixa etária, bom d +

10 km - Macaé
10 km - Macaé
 — em Câmara Municipal de Macaé


6km, mais uma pra conta. Corrida de Sto Antônio em macaé
6km, mais uma pra conta. Corrida de Sto Antônio em macaé

Doningão com friozinho é dia de??? Dar uma corridinha é claro!!!

PARABÉNS RODRIGO!!!!!

NÓS APOIAMOS

REUNIÃO EM CASIMIRO DE ABREU, EM APOIO AOS CANDIDATOS PEZÃO, PAULO MELLO E FELIPE PEREIRA.

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