segunda-feira, 18 de maio de 2015

FALA CASIMIRO

Casimiro de Abreu integra calendário nacional da 13ª Semana de Museus

Fundação Cultural Casimiro de Abreu realizará diversas atividades ao longo da semana em Barra de São João
 
Prefeitura celebra Dia de Combate à Infecção Hospitalar com trabalho eficiente em hospital municipal
Município realiza I Conferência da Pessoa Idosa
Casimiro de Abreu realiza reunião do Conselho de Habitação

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Modelos, atletas e atrizes: 15 mães que batem um bolão

Mesmo com a rotina complicada da maternidade, elas seguem fazendo sucesso na carreira que escolheram e ainda arrasam corações por onde passam; veja nossa seleção de mães gatas

Já não deve ser muito fácil aguentar as piadinhas e comentários quando sua mãe gata aparece na escola, agora imagine se além de linda ela também é a modelo número um do mundo, uma atriz de Hollywood, bi-campeã olímpica ou então da membro realeza? Os filhos que nos perdoem, mas algumas mães famosas realmente batem um bolão.
Sem precisar ir para muito longe, aqui no Brasil temos vários exemplos de mulheres maravilhosas que devem receber presentes no próximo domingo (10), Dia das Mães. Começando com a gaúcha Gisele Bündchen, modelo mais bem paga do mundo segundo a revista Forbes. A top brasileira tem dois filhos, Benjamin e Vivian, com o marido Tom Brady.
Ainda falando de modelos brasileiras, a baiana Adriana Lima é mãe de duas meninas, Valentina e Sienna, e continua firme no time de angels da marca de lingeries norte-americana Victoria's Secret. 
Veja 15 mães que batem um bolão:
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Gisele Bündchen (34 anos): a top brasileira, mãe de Benjamin e Vivian, pode até ter se aposentado das passarelas, mas se depender de nós e do seu corpaço, ela será a número um do mundo por muitos e muitos anos. Foto: Divulgação
Adriana Lima (33 anos): a supermodelo brasileira virou mãe de duas meninas, Valentina e Sienna, e ainda assim continuou no time de angels da marca de lingeries norte-americana Victoria's Secret. Ela mecere, não?. Foto: Divulgação
Alessandra Ambrósio (34 anos): a brasileira que já foi eleita pelo site Models.com como a mulher mais sexy do mundo é também mãe de Noah e Anja com o  empresário Jamie Mazur. Foto: Getty Images/Jamie McCarthy
Miranda Kerr (32 anos): ter uma mãe supermodelo e integrante do time das angels da Victoria's Secret não será uma tarefa fácil para Flynn, filho de 4 anos de Miranda com o ator Orlando Bloom. Foto: Reprodução/GQ
Beyoncé: Aos 33 anos, a norte-americana é cantora, atriz, compositora, coreógrafa, produtora, empresária, diretora de vídeos, mãe de Blue Ivy com o cantor Jay-Z e linda. Foto: Sports Illustrated/Cliff Watts
Sofia Vergara (42 anos): a colombiana com o sotaque mais sexy da tv norte-americana é mãe de Manolo Vergara, que já tem 22 anos. A gata é famosa por interpretar Gloria no seriado 'Modern Family'. Foto: Getty Images/Gabriel Olsen
Megan Fox (28 anos): poucas pessoas se lembram disso, mas a atriz norte-americana que aumenta a bilheteria de qualquer filme com seus belos olhos verdes é mãe de dois meninos, Noah e Bodhi. Foto: Divulgação
Angelina Jolie (39 anos): se tem alguém que nasceu para ser mãe, essa pessoa é a Angelina Jolie. Mãe de seis filhos com o marido Brad Pitt, ela ainda é atriz, cineasta, dubladora e roteirista. Além de maravilhosa. Foto: Divulgação/Produção
Jennifer Lopez: aos 45 anos, a nova-iorquina com sangue latino já teve dois filhos, os gêmeos Emme Maribel Muniz e Maximilian David Muniz, do seu casamento   com Marc Anthony. Foto: John Shearer/Invision/AP
Kate Middleton (33 anos): a bela duquesa de Cambridge acabou de virar mãe de segunda viagem e deu à luz a princesa Charlotte Elizabeth Diana no último sábado (02). Foto: Getty Images
Maurren Maggi: com 38 anos, a mãe de Sophia é uma das atletas mais importantes do esporte brasileiro e foi campeã olímpica nos Jogos de Pequim no salto em distância. Foto: SÃO PAULO/DIVULGAÇÃO
Jennie Finch (34 anos): a jogadora de softbol norte-americana é campeã olímpica, mãe de três filhos e tem um sorriso de arrancar suspiros. Foto: Reprodução
Kim Clijsters (31 anos): a belga é ex-tenista profissional e chegou a ser a número 1 no ranking da WTA. Agora, ela é mãe de uma menina, Jada, e de um menino, Jack. Foto: Reprodução
Jaqueline Carvalho (31 anos): titular da Seleção Brasileira de Voleibol, a atleta, mãe de Paulo Arthur, tem 1,86m de pura beleza para encantar os torcedores. Foto: Reprodução / Facebook
Paula Pequeno (33 anos): jogando atualmente pelo Brasília Vôlei, a gata é bi-campeã olímpica e mãe de Mel Pequeno. Essa bate um bolão!. Foto: Vipcomm
Gisele Bündchen (34 anos): a top brasileira, mãe de Benjamin e Vivian, pode até ter se aposentado das passarelas, mas se depender de nós e do seu corpaço, ela será a número um do mundo por muitos e muitos anos. Foto: Divulgação
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Outra brasileira que integra este mesmo time é a modelo Alessandra Ambrósio. A gata que já foi eleita pelo site Models.com como a mulher mais sexy do mundo é mãe de Noah e Anja com o empresário Jamie Mazur.

E quem acabou de virar mãe de segunda viagem foi Kate Middleton, a duquesa de Cambridge, esposa do príncipe William, herdeiro do trono britânico. Kate deu à luz a princesa Charlotte Elizabeth Diana no último sábado (02). Com 38 anos, Maurren Maggi tem muito o que comemorar neste final de semana. A mãe de Sophia é uma das atletas mais importantes do esporte brasileiro e foi campeã olímpica nos Jogos de Pequim no salto em distância.

Veja reação de homem experimentando a dor do parto

Para homenagear a mãe de seus dois filhos, americano decidiu passar por um simulador: " Parece que alguém está tentando sair de dentro do meu estômago pela minha b****"

A maternidade é realmente uma coisa linda e a gestação é um dos processos naturais mais importantes da vida de uma mulher. A sensação de dar à luz uma criança é única, mas será que os homens estariam preparados para passar por um trabalho de parto?
O valente norte-americano Penn Holderness resolveu passar por essa experiência em homenagem à sua esposa, Kim Dean, que deu à luz duas crianças do casal. Para isso, ele utilizou um simulador de parto, com a supervisão de um médico, e registrou a cena hilária e agonizante em vídeo postado no YouTube.
"Os presentes de Dia das Mães foram ótimos, mas eu acho que para você realmente abraçar a paternidade, tem que experimentar a sensação de se tornar uma mãe", comenta Kim logo no início do vídeo.
O simulador permite que homens sintam a tão falada dor do parto ao forçar os músculos abdominais a se contrairem da mesma maneira que acontece com o útero no momento das contrações. A máquina simula até os níveis de contração, começando pela mais leve e se intensificando até chegar ao nível mais alto, em uma escala de 0 a 10.

"Agora parece que alguém está tentando sair de dentro do meu estômago pela minha bunda", agoniza.Penn começa logo no nível 3 e já não consegue esconder que a situação não é assim a mais agradável de todas, gritando de dor e dando murros na maca hospitalar. À medida que o médico aumenta o nível de dor do simulador, o coitado começa a berrar e chega a pedir para parar o procedimento.

Se essa é a reação dele ao ser colocado por alguns minutos no lugar das mulheres que têm parto natural, imagina o que aconteceria com ele se tivesse de enfrentar essa dor por horas e horas, como as verdadeiras mães têm de fazer?
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"Eu fiquei com raiva de você o tempo todo, mesmo que você tenha ficado ao meu lado me incentivando, mas parecia que você não estava entendendo pelo que eu estava passando", disse ele à esposa. "Agora você sabe como é ser um marido e ter alguém gritando com você?", brincou.

Sete razões para conhecer o Camboja

Ainda pouco conhecido dos viajantes, o país do Sudeste Asiático fascina com sua cultura milenar, belas praias e templos grandiosos

Com praias tão belas e bem mais vazias do que as da vizinha Tailândia, cozinha delicada e aromática, místicos templos e uma capital cosmopolita, o Camboja é um dos destinos mais empolgantes do Sudeste Asiático.

Uma visita ao país, ainda em reconstrução após uma guerra civil que matou quase um terço da população, é uma aula de história, um deleite arquitetônico e um exemplo tocante de sobrevivência.

Getty Images
O templo de Angkor Wat é uma das atrações imperdíveis no Camboja
Ao pensar no Camboja talvez apenas uma ou três coisas venham à cabeça: Angelina Jolie e seu filhinho adotivo, pobreza ou Guerra Civil. Quem sabe Angkor Wat. E você não está sozinho: o fato é que o turismo no Camboja ainda está anos-luz atrás dos populares vizinhos Vietnã e Tailândia.

Este desconhecimento traz inúmeras vantagens para quem topa desbravar os caminhos menos percorridos: preços baixos, reservas naturais virgem e a possibilidade de conjugar turismo e real aventura em uma só viagem.

Descubra o que o país de cultura milenar tem de melhor para oferecer ao visitante.

A capital Phnom Penh

Centenas de monges cobertos em vestes cor de açafrão caminham tranquilamente em bulevares arborizados, rumo aos templos budistas. O contraste é nítido face à cacofonia de motos, tuk-tuks, bicicletas e veículos que disputam um lugar nas ruas.

Os mercados - ricos em sedas, comidas, pechinchas diversas e souvenires - borbulham desde as seis da manhã. Um grupo de turistas ingleses bebe chope vendido a 50 centavos de dólar às margens do rio Tonlé Sap, enquanto um elefante caminha tranquilamente pelas ruas.

Phonm Penh (pronuncia-se Nón Pén), uma das capitais mais atraentes do Sudeste Asiático é relativamente pequena. A maior parte das suas atrações fica no centro, seu bairro mais agradável, e pode ser percorrida a pé. Reserve ao menos dois dias para sua visita, idealmente três.

Palácio Real e o Pagoda de Prata

Getty Images
Pagoda de Prata, no Palácio Real, é minuciosamente decorado com pedras preciosas
Ao visitar a residência do Rei Norodom Sihamoni, construída no século 19, lembre-se de usar uma roupa que cubra suas pernas e ombros. O palácio, com seus domos khmer e detalhes dourados é ponto de referência visual e atração mais ilustre da capital do país. Um santuário de paz dentro da agitada metrópole, o complexo abriga pavilhões de arte, jardins exuberantes e inúmeros templos construídos no tradicional estilo arquitetônico Khmer.
Indispensável é a visita ao Pagoda de Prata, dentro do complexo, que deve seu nome ao chão construído com mais de 5 mil placas do metal precioso, cada uma pesando um quilo. Budas em cristal Baccarat, ouro, mármore e pedras preciosas, assim como artesanatos, joias e afrescos dão uma amostra de todo o brilho e riqueza da arte Khmer.

Comida deliciosa e surpreendente

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Comida cambojana surpreende ocidentais pela diversidade de sabores e aromas
Coloque numa panela um pitada de ervas vietnamitas, umas colheradas de molhos tailandeses, misture tudo ao jeito chinês e não esqueça o curry da Índia: a cozinha khmer é uma grata mistura de tudo o que a Ásia tem de melhor, sempre feita com ingredientes frescos e geralmente cozidos no carvão.

Comer no Camboja é extremamente barato: por menos de um dólar você pode provar stir-fry, rolinhos primavera, baguetes e frutas frescas nos carrinhos dos vendedores de rua. Outra opção para comer bem e barato são os mercados, onde diversas barracas se aglomeram numa espécie de praça de alimentação, cada uma com sua especialidade.

Em cidades litorâneas, como Sihanoukville, os frutos do mar são abundantes e super em conta: um curry de camarões graúdos e arroz à moda Khmer sai por cerca de 3 dólares nos restaurantes à beira da praia. Não deixe de provar o Fish Amok, um peixe feito com leite de coco e cozido a vapor numa folha de bananeira. Também não faltam restaurantes internacionais na capital e em Siem Reap.

A triste história recente

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Museu Tuol Sleng é um antigo centro de tortura e detenção dos anos de guerra civil
A face mais cruel da história do Camboja ainda está fresca. Qualquer cambojano com mais de 35 anos fez parte do experimento social mais sangrento do século 20, seja como vítima ou como carrasco. Milhões de pessoas foram forçadas a deixar seus lares e trabalhar em campos de concentração. Eles perderam membros da família que morreram de fome, doenças ou assassinato.
O Khmer Rouge (Partido Comunista do Camboja) tentou eliminar qualquer pessoa que tivesse estudo. Intelectuais, artistas, professores, médicos, engenheiros… quase todos foram assassinados. Apenas os “puros” e “não-corruptos” camponeses, ou aqueles que conseguiram enganar os executores, foram poupados. Para viver, você tinha que ser muito esperto ao se fingir de bobo.
Para aprender mais sobre a triste história do Camboja, não deixe de visitar o museu Tuol Sleng, em Phnom Phenh, um antigo centro de tortura e detenção das vítimas do massacre. Outro lugar arrepiante é o Choeung Ek, a cerca de 15 quilômetros da capital, um antigo campo de extermínio que hoje abriga um museu, valas comuns e uma torre de vidro repleta de caveiras humanas.
A Terra do Nunca dos adultos: Sihanoukville


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Balneário de Sihanoukville tem belas praias e muita festa
O principal balneário do país, na costa sul, é a terra dos excessos. Venha para comer como rei, beber feito esponja e festejar como se todo dia fosse sábado, gastando quase nada. Bares oferecem “buckets” – ou baldes – com garrafinhas de cerveja gratuitamente pra quem se apresenta na hora certa. Ah, sim: as praias têm areia branca e ilhas tropicais preservadas.
Apesar de Sihanoukville estar se desenvolvendo rapidamente, o balneário ainda tem um charme rústico. Cada centímetro da Serendipity Beach, a praia mais frequentada da cidade, foi tomada por inúmeras barracas quase idênticas, com confortáveis cadeiras estofadas, lounges e até wi-fi de graça. O público é quase todo formado por mochileiros europeus, e o clima é de festa o ano todo. Aqui você encontra hospedagem com ótimo custo-benefício, a partir de US$ 7 por noite.
Os templos de Angkor


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Raízes gigantes cobrem o templo de Ta Prohm
Siem Reap, destino obrigatório (e às vezes único) de quem vem ao Camboja, é ponto de partida para o que algumas pessoas chamam oitava maravilha do mundo: Angkor Wat. O templo, que estampa a bandeira nacional, que dá nome à cervejas e hotéis, é muito mais do que uma obra de arte arquitetônica: ele é o epicentro e fonte maior de orgulho da civilização Khmer, um casamento estonteante de espiritualidade e simetria. Angkor Wat é considerado o maior edifício religioso do mundo.
O complexo Angkor, que conta com quase mil ruínas de templos em diferentes estados de conservação pode ser visitado de tuk-tuk, carro ou bicicleta, em passes de 1, 3 ou 7 dias. Além de Angkor Wat, é bastante célebre o templo de Ta Prohm, cenário do filme Tomb Raider. 

Aventura e natureza à bordo de uma scooter

Quem se aventura a sair do circuito padrão de turismo é altamente recompensado. Você pode alugar uma scooter por US$ 5 por dia e desfrutar de estradas panorâmicas e vazias, e matar sua sede de aventura. É o momento de interações mais autênticas com o povo local, que fala com você sem tentar te vender alguma coisa a toda hora.

Krong Koh Kong, no sudoeste do país, é um lugar perfeito para curtir uma experiência mais rústica: praias de água cristalina acessíveis apenas de barco, manguezais, montanhas, florestas e cachoeiras quase desertas. Na pequena cidade há uma oferta abundante de hotéis e pousadas confortáveis, além de diversos restaurantes. De Krong Koh Kong você pode atravessar para a Tailândia, que fica a 10 quilômetros de distância.

Mas não esqueça: nada de caminhar fora das trilhas marcadas. Calcula-se que ainda há cerca de 4 milhões de minas enterradas e não detonadas, espalhadas em todo o país. E que ainda matam ou ferem centenas de pessoas por ano, em sua maioria crianças brincando nos campos e arrozais.

SERVIÇO

Pagoda de Prata
Blvd. Samdech Sothearos, 100 metros ao norte da Street 240
Horário: aberto todos os dias, das 7h30 às 11h e das 14h30 às 17h
Entrada: US$ 3 por pessoa, US$ 2 por câmera fotográfica e por filmadora (não é permitido fotografar ou filmar no Pagoda de Prata).

Tuol Sleng Genocide Museum
Street 113
Horário: aberto todos os dias, das 7h30 às 11h e das 14h às 17h
Entrada: US$ 2 por pessoa

Choeung Ek Genocidal Center
Choeung Ek Commune, Dangkor District, Phnom Penh
Horário: aberto todos os dias, das 8h às 17h
Entrada: US$ 5 por pessoa

Angkor Wat
Bat Dambang
Horário: aberto todos os dias, entre 5h30 e 17h30
Entrada: US$ 20 por um dia, US$ 40 por dois dias, US$ 60 por sete dias